Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

E isso pede-se?

Às quartas feiras sou eu que vou busca a Pulguinha porque a Pulga tem ballet. Então eu levo uma a mãe leva outra.
Mas a tentação é grande. Vou sempre à sala da Pulga! E claro, ela não quer ir ao ballet e pede para vir comigo.
Já tinha pensado em não passar por lá pela sala, mas o "bichinho rói". Hoje fui proibida (e aceita-se, a proibição) de passar pela sala da Pulga.
E pode? Uma filha proibir uma avó de ir ver a neta?
Será que vou resistir? Será que vou obedecer? Será que vou só deitar o olhinho? Será que resistirei?
(A que tempo eu cheguei!)
Ninguém sabe a que tempo chega senão depois de chegar. Já dizia minha avó.

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