Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

domingo, 18 de outubro de 2009

Fome de laranjas, será possível?

Ao almoço ponho a sopa em cima da mesa e começámos o ritual. Pulguinha a teimar em comer sozinha (mas é que não aceita ajuda!) e a Pulga a pedir ajuda.
Ao estar perto a terminar diz que não quer mais. Quer um boião de compota.
Começa a outra Pulga:
- Ôpota. Ôpota. Ôpota.
Vou buscar o boião (um para cada). diz a Pulga que quer mais
- Nã, nã nã. Sopa.- Digo-lhe.- Há mais sopa.
- Então quelho...e olhava para a fruteira...laanja.
Descasquei uma, duas, três para elas as duas.
Eu tenho fome... muita fome...E antes que eu repetisse: "sopa". ..de laanjas.
(Desta vez safaste-te. "Canão" comias mais duas taças de sopa, mas como era de laranjas tás perdoada). Ora esta!!

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