Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Mas o que há- de ouvir!

Estou constipada, rouca, nada de alarmante. Não é GripÁ (espero.Não se brinca com coisas sérias.)
Estava em casa e chega o meu senhor. (Tinha ido comprar bolachinhas para o meu bisalho)
- Helloooo! Úúúú- oiço-o a chamar. (Bem sei que não são formas de chamar pela "minha senhora", mas já são anos nisto.)
- Tou na rua!- respondo com a voz rouca quase sem sair um silvo. Totalmente afónica.
- Tás com voz de macho?!- diz-me ele, a rir-se.
- Mas gostas de macho? - Ataco logo.
- Não. Mas gosto dessa voz!
Ora o que se há-de ouvir. É que tava de partida e não ia sair de ventas inchadas senão levava nas fuças. Ai levava, levava.
(Eu disse-lhe que hoje vingava-me. Que só ia falar dele. )

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