Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

domingo, 18 de outubro de 2009

Ontem à noite

Credo em cruz! Ontem à noite este salão parecia uma casa de loucos.
Avô com música pimba (era cada pimbalhada!), netas a bailar e eu a ver.
Mas que cena!
A Pulguinha é mesmo uma louca (no sentido querido da palavra). Saltava, pulava, dava voltas. O avô enternecido cada vez colocava mais pimbalhada para vê-la com a adrenalina ao pico.
A Pulga mais sossegada, brincava. (Embora também de quando em vez dançasse).
Quando dei por mim...eram 23:54.
Hora de deitar (elas deitam-se sempre cedo. Vá lá ...na casa da avó tem desculpa!)
- Quero comer...
Sai uma pratada de cereais com leite para forrar as paredes do estomago até...hoje às 11horas..

3 comentários:

  1. Quicas... cuidado com estes avós. Não sei como dizem que eram tão rigorosos contigo e com o Bruno. "Os meus filhos iam para a cama às 8 horas!" dizia ela quando estava aqui na escola. E agora com as netas é o que se vê... e ainda deixa registado.

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  2. Ai os avós! Só estragam os netos!

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