Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Fome não passam

As Pulgas depois das brincadeiras pediram cereais com leite. Lá vai avó fazer uma pratada para cada uma. Enquanto elas comiam preparei a sopa (feita com a água da papinha do dia anterior. Mham, mham). Oiço a Pulga.
- Quero sopa, avó!
Outra voz mais fininha.
- Sopa. Sopa.
E lá avançou uma pratada de sopa para cada uma.
Eram 18:30 da tarde.
O pai quando chegou para as levar estavam a meio da refeição.

3 comentários:

Como? O que disse?
Não ouvi nada.
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