Sim admito. A Pulguinha é rebelde além de esperta. Tem tanto de esperteza como tem de rebeldia.
O avô estava a brincar com a Pulga. Elevava-a ao ar e fazia o avião. Pulguinha estava atenta a observar. Também quis participar na brincadeira.
O avô faz o mesmo a ela. Repete com a Pulga. Coloca-a no chão e levanta a Pulguinha. Já quando o avô estava a descê-la um pontapé saltou para a cara da irmã, só que não acertou. A Pulguinha ao chegar ao chão tenta mais um pontapé, sem acertar. Então puxa o pé bem atrás, dá balanço e bumba na canela da Pulga.
Desta vez acertou bem no centro. Até se ouviu ao longe o eco da canelada.
Pulga a principio não chorou, levou na brincadeira mas quando a dor chegou, ui, desatou a gritar. Era uma sinfonia em Dó Menor...uma chorava porque lhe doía, outra chorava por não ter acertado nas duas primeiras vezes.
Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
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E eu que pensava que o meu foi o único a dar pontapés...
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ResponderEliminarCá nada! esta rapariga é decidida. na escola porta-se bem mas em casa dá dentadas, beliscões e pontapés. È convicta nas suas decisões.
ResponderEliminarRaisparta a rapariga que há de estar sempre a bater na mais velha!
ResponderEliminarEssa pulguinha é uma danada. Mas bem cedo deu ares disso. Não tem nada o ar angelical da Pulga.
ResponderEliminarCuidado Quicas...as segundas são sempre mais ariscas.