Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Se não gosta do caralhinho do mê senhor atão que traga o dele

A minha cu...madre (e assim que a trato no feicebuque) ligou-me a perguntar se para sábado era necessário o marido trazer os utensílios para a poncha; isto porque Sábado é a comemoração dos anos da Pulga para a família e amigos (não somos muitos, à volta de trinta, poucos, por sinal!), e como o marido é que costuma fazer a poncha...

Atão, como não estava a ouvir muito bem, pois estava na padaria, disse-lhe que ia para rua para assim podermos falar melhor sem ter de gritar.
Como ela me tinha perguntado, continuava dependurada à espera de resposta e logo lhe disse:
- Atão não sabes que o teu marido traz sempre "o caralhinho" quando vem à minha casa?
Bem, estava a entrar na padaria um casal e logo a senhora olhou para mim com cara de caso e de poucos amigos.Como continuava a olhar, eu rematei só para ficarem ainda mais admirados.
- Já sabes que o teu senhor não gosta do caralhinho do mê senhor, por isso é melhor trazer o dele.

Já sabem ou preciso de dizer que o caralhinho é o pau de mexer a poncha?

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Foi a modos que o Kamasutra

Por causa da posição em que eu e o mê senhor estivemos ontem conforme relatei ali em baixo, hoje ando com dores nas omoplatas que nem posso dar um abraço bem apertado às Pulgas. Doem-me os braços ainda mais hoje do que ontem, doem-me as costas ainda mais hoje que ontem, e o coitado do velho (o mê senhor) tem os braços tão arranhados que  mais parece que dormiu com o gato arisco que aparece por aqui.

Atão, não é que me admirei quando logo de manhã o mê senhor sai para a escola (credo, ainda anda na escola com 56 anos!), de braços tapados ou seja de manga comprida? É que o hôme vai sempre de mangas curtas com os braços cabeludos à mostra. E hoje iam tapados. Admirei-me, mas enfim, julguei que estivesse frio logo pela matina, mas não. O problema eram os arranhões da cena de ontem da tal posição nova, qual camasutra desenvolvido por nós durante a tarde.

Imaginem o calor que ele não sentiu hoje, claro, que ontem ele ardia de desejo. Um desejo feroz de agarrar no instrumento e dar uso, e sem nunca o largar cortou a buganvilia enquanto eu de rabo (ou cu) para o ar arrancava as ervas dos canteiros.
E pensavam o quê?

Tive um convite irrecusável

Ver os "Resistência" no Porto em Abril é assim a modos que voltar atrás vinte anos. Estou entusiasmada! Eu adoro.
Iupi! Iupi iá iá  iupi iupi iá eu vou eu vou 

Já tenho os bilhetes de avião só falta mesmo os do espectáculo.
Quem mais vai? Quem?
Mais informações

E há sete anos...

...Nascia a Pulga.
A mais velha.
A primogénita.
Parabéns, minha pequena flor.

Fotografia: A fazer os deveres da escola.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Estou derreada e com dores nas arcas

Atão não é que o mê senhor se lembrou hoje de fazer aquilo? Bem sei que há muito tempo que não fazíamos, mas...estou com dores nas costas; e ele também. Custou bastante. Aquilo para ser bem feito leva o seu tempo e depende da posição; hoje experimentámos: ele de pé eu de cócoras.
Logo que ele me perguntou: "vamos fazer aquilo agora ou mais tarde? subiu-me um arrepio pela espinha acima, e revirei os olhos a pensar o que por aqui vem, mas, mulher de antanho como eu, deve obedecer ao seu marido e estar sempre disponível para quando ele quer fazer aquilo, não é?
O facto de estar de joelhos e mãos no chão e de rabo para o ar comecei a ficar com dores nas arcas, e de vez em quando perguntava: "ainda falta muito? Já acabaste?" é que para uma rapariga com esta idade certas posições já custam, e esta é uma delas.
Hoje foi o dia assim como o café Nicola, tinha de ser...
Mas estamos satisfeitos, custou, mas valeu a pena.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Um bom pai diz não


 A psicoterapeuta infantil Asha Phillips diz que a incapacidade dos pais modernos de contrariarem os filhos está a criar uma geração de tiranos. No seu livro "Um Bom Pai Diz Não" explica como impor-lhes limites. Desde o berço.


"Os pais modernos têm muita dificuldade em dizer não aos filhos e essa permissividade tem consequências terríveis. Estão a criar pequenos tiranos, que não sabem reagir a adversidades porque nunca foram contrariados. Ou então criam crianças medricas, absolutamente dependentes, que não sabem fazer nada sozinhas."

O título é duplamente apelativo (ainda que faça torcer o nariz quanto à tirada lógica de que é mau pai aquele que diz sim). Não há pai que não deseje ser perfeito e ponho as duas mãozinhas no lume se algum tem certezas absolutas sobre os limites que deve impor aos filhos para atingir essa plenitude parental.  

Copiado do Expresso

A fadinha do dente

Caiu mais um dente à Pulga - a maiveilha, e ela colocou debaixo da almofada  A fada substituiu o dente por duas moedas de euro. Ora, como na minha altura não havia fada dos dentes havia era o Dr, Encarnação um velho malvado que arrancava a ferro frio, e jogava o dente para o balde do lixo e só de  lembrar dá me um arrepio na espinha, eu nunca coloquei um estapilha dum dente (e olhem que me caíram muitos) debaixo da almofada por conseguinte nunca tive uma moeda nem duas.

Pensando bem, como a fada não sabe que eu tenho já uns míseros 57 anos, não me conhece, e como não tenho dentes postiços, vou colocar as placas da tia-velha que ainda andam por ali - a de cima e a de baixo - que totalizam 32 dentes debaixo da almofada, a ver se ela me dá 64 euros.
Será?

domingo, 27 de janeiro de 2013

A minha mala Chanel

Tanta polémica em redor da rapariga com voz de mel, a precisar de aula de dicção (sim, eu vi o vídeo e precisei de legenda, ela não abre a boca e fala entre dentes, irritante, pah!), tanta poeira levantada por causa de um desejo para este ano; eu também pedi um mala (carteira é o termo mais correcto pois mala é de viagem) Chanel, mas deram-me foi um aspirador. É um daqueles pretos, clássicos, que fica bem com tudo e posso colocar ao ombro assim como a mala Chanel.

Quem diz o que quer ouve o que não quer...

...Lá dizia a minha avó, mulher sabedora da vida e nunca se enganava.

- Companhia... (é assim que chamo as Pulgas quando as quero todas à minha frente em sentido), vamos à padaria.
- Ohhhhh!... - responderam em uníssono, mostrando o seu desagrado por interromperem a brincadeira.
- Não querem dar uma volta de jipe? - ciganei com esta frase pois adoram andar de cabelos ao vento.
- Ohhhhh, não!... - novamente em coro.
Atão salta o avô para o baile e diz que a avó quer ir tomar um café, a ver se assim se prontificavam a sair de casa e deixar a brincadeira.
- Mas tem café em casa! - Com esta é me lixaram e ademais vindo do mais pequeno ou seja do mê Gu-Gu, rapaz com três anos que ainda nem acertar a sua micção dentro da sanita sabe, e já manda papaias!

sábado, 26 de janeiro de 2013

Mais valia dizer a verdade

Depois do almoço fomos - eu e as Pulgas - para a cama dormir aquele sono reparador de baterias. Logo pedem uma história, mas aproveitei o facto de terem saltado na cama (mais o mê Gu-Gu que acha que a cama é trampolim) e dizer que havia castigo por isso, não abria a boca para contar nada.
O facto é que eu avó cheia de sono estava já com o queixo a descair tal o peso. Disfarcei, pronto.
Não me lembro de mais nada, só sei que acordei com um grande estrondo, melhor, um grande ronco dado  daqueles vindo das profundezas. Olho para um lado e outro e ainda as Pulgas estavam de olho aberto.
- Avó, tu tás a ressonar!? - pergunta admirada a Pulga do meio. Eu bem que tento dizer a verdade para que sigam bons exemplos, mas naquele momento disse.
- Quem? Eu? Não, só estou constipada e com dores de garganta, daí o ruído.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Entrar, sair, pagar, e...não lembrar

O melhor das férias em Portugal Continental é quando passados seis meses chega a carta para pagar uma SCUT cujo valor é de 3,10€ e custos administrativos 4,42€.
E se vos disser para reparem bem nas entradas e saídas, fazem isso?

Ora vejamos. Entrámos e saímos em Belmonte Sul; sete minutos depois entrámos e saímos em Belmonte Sul. Admirados? Nós, eu e o mê senhor, também.
Atentem na direcção. Entrámos e saímos em Belmonte Sul (direcção Sul Norte) e novamente entrámos e saímos em Belmonte Sul, mas desta vez na direcção Norte Sul. Que coisa mais parva!
Não me lembro de ter entrado e saído e entrado e saído, mas a Portvias lembra-se e bem.

Esparguete à bolonhesa

E, segundo a promessa que fiz às Pulgas num dia desta semana, hoje vai avançar uma pratada de  esparguete à bolonhesa. E para que não me faça desentendida e esquecida não param de me lembrar que "hoje vais fazer esparguete à bolonhesa, não é avó?"
Eu bem que me apetecia fazer uma partida pois que estamos quase no Carnaval e ninguém leva a mal mas custa-me fazer a desfeita.
Eu bem digo que é melhor um prato de milho cozido com chicharros ou um rolo de espada com cebolada, ou ainda um bifinho de atum com milho frito ou na pior das hipóteses uma espetada em pau de louro, mas não. Ou esparguete à bolonhesa ou esparguete à bolonhesa. Difícil a escolha.
Mas porque razão um prato de esparguete com um bocado de carne esfarrapada em cima arregala tanto os olhos das crianças?

Anda ver o sol

E assim que cheguei a casa vinda da tarefa de recoveira fiz como o caracol: pus logo os corninhos ao sol.
Eram praí duas e meia de uma bela tarde, a de hoje, subo as escadas de livro na mão, aze ujuali (inglês), olho para a cadeira sozinha e triste a precisar de companhia; perguntei-lhe: "Posso? Posso colocar a minha cesta em cima de ti?"
Fiz-lhe companhia; assentei logo a cesta, abri o livro na página onde ia e aproveitei o sol. Só que ele, o peste do sol, está tão quente que comecei a aquecer e se estivesse ali mais um pouco derretia as banhas; atão tirei a fotografia para a posterioridade e meti-me em casa.

Fotografia: O chão está a precisar de vassoura? E eu a precisar de descanso, ora essa!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Quero ser como tu, mas nem tanto

Quando for velhinha (eu, velhinha!? uóte?) quero ser como tu, avó! - diz a Pulginha, quatro anos cheios de sabedoria.
- Ai sim? - digo eu com a crista no ar e inchada que nem um pavão por a rapariga ter bom gosto e faço aquele sorriso, o 43, de canto a canto, mas que logo desvanece ao concluir a frase...
- Sim, mas sem óculos e se aparelhos nos ouvidos - acrescenta ela.
Eu concluo que de resto fica tudo, a bóia na barriga, as rugas (de expressão  quiçá, por eu ser uma rapariga muito sorridente), os joanetes também podem ficar, a espondilose, a artrose e mais "oses" os bicos de papagaio, isto tudo pode ficar. Digo eu.

Naqueles dias

Dá para ver que hoje estou naqueles dias?
 Naqueles dias em que o tempo interfere com o meu sentido de humor; naqueles dias em que me esborracho no sofá a ver filmes; naqueles dias em que olho a poeira em cima dos móveis e digo: "e se fosses pastar noutro sítio?", para não dizer: " E se fosse pó rai que te parta?
Naqueles dias em que nenhuma piada me faz mostrar os dentes e naqueles dias em que ao ver um filme de acção choro. Isto de ver um filme com o Nicolas Cage (que parece-me, digo parece-me que insuflou as bochechas com gordura) e sabendo que ele agora dedica-se aos filmes de acção, chorei como se estivesse a ver a Cidade dos Anjos? Há cada uma!
Portantes, amores e amoras, hoje estou naqueles dias.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Enquanto Salazar dormia


"Enquanto Salazar dormia" é uma obra de Domingos Amaral (filho do politico Diogo Freitas do Amaral) que me foi oferecido no Natal pelo mê senhor.
 É a primeira vez que leio algo deste escritor e se há temas que gosto é mesmo este: espionagem. Escrita simples, relato de uma época repleta de histórias. 
Do ponto de vista histórico fala de Lisboa na época da guerra. E de Salazar. Enquanto ele dormia, a PVDE vigiava e  a vida seguia o seu rumo. Enquanto que os portugueses lutavam por uma vida digna fustigando as imensas dificuldades os estrangeiros residentes em Portugal viviam num clima de festas e luxo.

Sinopse:  
Lisboa, 1941. Um oásis de tranquilidade numa Europa fustigada pelos horrores da II Guerra Mundial. Os refugiados chegam aos milhares e Lisboa enche-se de milionários e actrizes, judeus e espiões. Portugal torna-se palco de uma guerra secreta que Salazar permite, mas vigia à distância.
Jack Gil Mascarenhas, um espião luso-britânico, tem por missão desmantelar as redes de espionagem nazis que actuavam por todo o país, do Estoril ao cabo de São Vicente, de Alfama à Ericeira. Estas são as suas memórias, contadas 50 anos mais tarde. Recorda os tempos que viveu numa Lisboa cheia de sol, de luz, de sombras e de amores. Jack Gil relembra as mulheres que amou; o sumptuoso ambiente que se vivia no Hotel Aviz, onde espiões se cruzavam com embaixadores e reis; os sinistros membros da polícia política de Salazar ou mesmo os taxistas da cidade. Um mundo secreto e oculto, onde as coisas aconteciam "enquanto Salazar dormia", como dizia ironicamente Michael, o grande amigo de Jack, também ele um espião do MI6. Num país dividido, os homens tornam-se mais duros e as mulheres mais disponíveis. Fervem intrigas e boatos, numa guerra suja e sofisticada, que transforma Portugal e os que aqui viveram nos anos 40. 

Eu queria ter essa sorte!

Sorte em estar em Londres com neve até às orelhas (e a minha irmã, sabendo como gosto de "escarreirar" na neve mandou-me uma fotografia...atão fiquei mais fula) ou na serra da Estrela e poder arrastar-me de rabo, ou ainda, estar ali para os lados da Guarda, Boticas (vi umas imagens e fiquei apaixonada),Vila Real, sei lá, olhem, num lugar onde estivesse a neve a cair...mas não tenho essa sorte.

Tenho é a sorte de viver numa ilha, onde pelas dez da noite se está na rua em mangas de cabelo, onde se  sai à rua e o sol encadeia a visão, onde estão dezoito graus neste momento, onde estou a levar com o sol nas costas ao escrever, onde a temperatura varia entre os quinze e os vinte e dois, onde os turistas andam de perna à mostra e só de olhar para aquela brancura logo pomos a mão nos olhos para não reflectir, onde se misturam modas, tanto se vê botas de esquimó como chinelas, onde ...enfim, onde toda a gente gostaria de estar e de onde eu gostaria de sair, para arrastar-me rebolar e brincar na neve.
Mas não tenho essa sorte.

fotografia: Serra da Estrela com a Pulga, a maiveilha

Mas só mesmo aqui

Mas digam lá minha gente, o que fizeram onte à noite?
É que por aqui no meu rural, ou seja na minha casa, fez-se um churrasco - peixe na brasa, bebeu-se vinho branco com acompanhamento de salada de alfaces, plantadas e colhidas por mim (e Moi-Même, a biche da empregada francesa, imigrante ilegal, que me atazana o juízo) depois, depois foi uma sessão  de cartas até às três da manhã, e para que saibam a razão do meu mau humor e desta cara de cão feroz,  bastou não ter ganho uma única rodada. Foi cá um azar! Olha lá se era a dinheiro!? Hoje andava a subir paredes!
Sozinha? perguntam vocês com essa cara de espanto franzindo os olhos que eu bem vejo daqui, e eu respondo logo de seguida. "Pensam que eu jogo sozinha?" Queredo, cá nada! Somos quatro, dois casais de meia idade mas com muita força no bicho.
Frio? Onde? Só se for no Polo Norte por aqui estava ameno.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Visto hoje

A ementa para o almoço
Querem provar as "Albondigas"? Ou o creme de alhos...francês?

Ai que saudades que eu já tinha...dos anónimos!

"É uma falta de consideração para quem vem ao seu blogue" disse um anónimo quando regressei à blogolândia e, palavra de honra, também acho. Isso não se faz aos anónimos! Eles que vieram aqui, quiçá todos os dias e batiam sempre com o nariz (para não dizer focinho) na porta de entrada e ficarem sem saber o que me tinha acontecido; caramba, AvoGi, isso não se faz aos anónimos!
E creiam que neste dias em que estive afastada só me preocupava com eles, os anónimos, coitados, indefesos, a vir aqui dia após dia e esta tasca fechada sem lugar onde deixar as frustrações, as mágoas do dia e da noite.

Também acho que foi uma grandessíssima falta de consideração, principalmente para vocês meus darlingues anónimos, sou mesmo relezinhas, mas já agora podem é deixar o seu nome, morada, contacto telefónico e eu, garanto conto o porquê da minha ausência. É que os anónimos merecem uma justificação.
Queridos, vocês...bem... vocês... fazem-me chorar de arrependimento e saibam que estão aqui, aqui mesmo e...não vêem, pois não?,  mas aponto para o sítio onde estão; bem no centro...e com o dedo faço o sinal de...( adivinhem!) por estarem presentes e atentos ao meu humilde casebre e prontos a fazerem as considerações. Peço desculpa por terem batido com as ventas na porta e se inchou o nariz, olhem, paciência!

Fotografia: Teleférico do Rancho. Captada a 16 de Janeiro 2013. E que tal, anónimos, uma viagem sem regresso até ao fundo da ravina, hã?
Há cada uma!...


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Estão todos de castigo e pronto!

Pela altura do Natal, o mê Gu-Gu chega-se ao presépio montado na arca de madeira à entrada de casa, e coloca as figuras viradas para a parede desde o Menino Jesus, passando pela Virgem e o São José, até o burro, a vaca (que segundo o Papa não deviam estar presentes na lapinha...)
A mãe aproxima-se e admirada pergunta a razão.
- Estão de castigo - diz ele.

Eu acho que não me expliquei bem

A publicidade a que me refiro ali em baixo é na página inicial ou seja naquela onde tem a visão geral, as mensagens, os comentários, as definições, o modelo,páginas, ganhos, as estatísticas...
Sou só eu?

Eu não pedi nada; esta publicidade apareceu aqui e não  me larga só quero saber como tirar pois dificulta-me a visão dos comentários para moderar.
Mas será praga por ter estado afastada um mês? Se for eu redimo-me, eu rezo, eu peço perdão, mas por favor tirem-me deste filme.

Adenda
Já retirei. Consegui, mas transpirei um pouco.

Mas será mesmo?

No dia dos meus anos, e já lá vai um mês, estava a vestir-me logo pela manhã sob o olhar atento da  Pulga, a maiveilha, e reparo que a Pulga, quiçá por me ver só de cuecas, mirava o meu esbelto corpo cheio de pregas, enrugado (ainda não o tinha passado a ferro) mas os seus olhos concentravam-se na minha barriga lisa como uma bola de catchu; e ao vê-la concentrada a olhar para o meu pneu digo-lhe.
- Quando tu tiveres a minha idade também vais ter a barriga grande.
- E as mamas descaídas - acrescenta ela.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Uma ajudinha aqui se faz favor

Como tiro esta publicidade que aparece na página inicial do blogue? Nem consigo ler as mensagens a modo.
 Mas que chaga!
É aifones que posso ganhar; é um homem gordo; é uma rapariga com a barriga lisa (que inveja, Meu Deus!), é a pedirem para medir a inteligência, é a formula química da água, é... merdinhas só para chatear, e, não me digam que é só no meu humilde casebre que acontece estas cenas!

Voltei

Credo, podem até dizer "já não era sem tempo" e eu vergo-me à frase e acrescento,"não foi falta de tempo" foi um je né sé cuá que me deu e cresceu.
Eu sei que deixei saudades e o facto de não saberem de mim durante estes dias fez com que pensassem: morreu. E não disse nada? Ou então está doente hospitalizada, imobilizada, partiu os braços e não pode escrever. Até houve quem pensasse que era mal de amores que me tinha separado do mê senhor, bem, é verdade, tenho de admitir que sim, estamos separados, não somos siameses e vai daí não andamos colados um ao outro, e ele sai de manhã para trabalhar e nesse tempo estamos separados.
Mas, enfim, parece, digo "parece" pois pode-me dar novamente uma recaída e estar sem vir até aqui bilhardar um pouco por isso digo parece que vou picar o ponto todos os dias daqui para a frente.

Obrigada a todos aqueles que por telemóvel, por imel  (inglês) pelo feicebuque, por pombo-correio, sinais de fumo, batidas de tambor, cavalos a galope e carta mostraram a sua preocupação pela ausência;  a todos o meu agradecimento e, acreditem, estou bem, somente mais velha, mais pesada (dois quilos a mais), mais rabuja também, mais crítica, mais sensível e por conseguinte mais chorona (chiça caramba!)
Mas viva!