Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sábado, 14 de março de 2015

Isto é que vai ser mandar papaias!

Num cântaro cá do jardim, e sem que tivesse eu deitado sementes à terra, nasce a olhos vistos papaieiras.
Ainda perguntei a Moi-Même, aquela minha empregada que não tarda muito vai de volta para a Jamaica, se tinha plantado. Responde-me, olhando para mim com aqueles olhos esbugalhados como se eu tivesse a doença do esquecimento, e tamborilando os dedos no tampo da mesa vira a cara como se fosse a rainha deste palácio.
Preparada como estava ainda pensei, já de seguida, mandar-lhe umas papaias, mas abri a boca e fechei. Mas não perde pela demora. Sou senhora de mandar algumas.

6 comentários:

  1. Há alturas em que é preciso :p
    Beijinhos*

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  2. Muito bem...Vou deixar de comprar papaias,então.Tu trazes-me quando vieres visitar-me?

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    Respostas
    1. Tilita queres papaia ou preferes mamão?
      Kis :>}

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  3. Ai papaia!!!
    Não me importava nada de as ver nascer por aqui!!!
    Bj amigo

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