Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quarta-feira, 27 de maio de 2015

E não bati!

Hoje precisei de conduzir até ao colégio das Pulgas. Assim que me viram com o guiador nas mãos começaram as perguntas, uma vez que é muito raro eu pegar no carro, também não posso com ele mas, adiante.
De certeza que sabes conduzir? Diz a Maiveilha. Nunca te vi nesse lugar (no do piloto, claro), diz o mê Gu-Gu. Avó, sabes o que tens de fazer? Diz a Baixinha. E mais umas...
Irra, cambada de Pulgas que me deixam nervosa e com o sentido da responsabilidade mais aguçado.
Mas a pior frase foi dita, a cantar, ainda por cima, pela busica do meio que, como digo, tem humor para dar e vender.
Minha avó vai conduzir, vamos ver se chega ao fim sem bater com o carro...tri lo li... tri lo li...tri lo li...

3 comentários:

Como? O que disse?
Não ouvi nada.
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