Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sábado, 9 de maio de 2015

Eu vou ser uma estrela

Diz o mê Gu-Gu, o neto de cinco anos, uma delícia de rapaz no que toca aos galanteios que, quando eu morrer, ele vai tatuar uma estrela no pulso, e assim, sempre que olhar para ela lembrar-se-á de mim.
Não apetece espremer as bochechas dele?
Eu até fico arrepiada só de tentar visualizar a estrela no pulso e ele a olhar, embevecido, para ela. Um querido este peste, é o que ele é, e assim, tem-me presa pelo beicinho!

5 comentários:

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