Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Desceu sobre mim o manto

Estou aqui "embuseirada" metida no canapé, canela esticada, olhar lânguido, com a força e a vontade de me levantar ao longe, vejo-as daqui mas não chamo por elas, deixo-as onde estão, bem longe de mim. O manto da preguiça tapa-as.
gmas, penso que desta forma nada se faz. Há que produzir, há que deitar as mãos ao trabalho, agarrar com unhas e, se necessário, com os dentes, "canão" a moleza iinstala-se.
Bem, vai disse tudo o que tinha a dizer a mim e a Moi-Même que se encontra sentada ao meu lado, agora vou convencer Euzinha, a empregada suplente brasileira que está em minha casa até agarrar um visto, se possível Gold para permanecer nesta ilha do sol que as coisas fazem-se não aparecem feitas, que as fadas só existem nos livros.
Bem, já falei já disse agora vou mazé preparar umas coziquitas para amanhã, uma vez que a grande festa, o arraial de comes e bebes de aniversário decorre aqui na mansão. Umas coisitas poucas para adoçar os cinquenta convivas (e aqui aumento um pouco para dar suxpense e deitarem aquele ahhhhhhhh para fora e porem a vossa imaginação a funcionar, ao mesmo tempo que de testa franzida exclamam: " ah, coitada da avoGi!").

1 comentário:

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Não ouvi nada.
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