Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

domingo, 27 de setembro de 2015

É de deitar por terra as expectativas!

Chamo pela Pulga - a Maiveilha.  Volto a chamar desta feita mais alto, não fosse a rapariga estar distraída e não ouvir a minha voz. Não me responde porque sabe que é para fazer "algum servicinho". Chamo, mais alto, enquanto me dirijo para ela. Oiço uns suspiros de desalento, mas nem me sente.
Vou até à sala e digo: "oh, rapariga eu chamo, chamo e tu nem apareces nem respondes. Imagina que me tinha dado alguma coisinha e estava morta no chão?"
Olha para mim, com cara franzida de admiração e, nas calmas, diz: "Morta? E a chamar?!"
Raça de pequena!

2 comentários:

Como? O que disse?
Não ouvi nada.
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