Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

A culpa é sempre do outro

Na minha curta existência têm passado por mim pessoas com um certo bloqueio em assumir a autoria dos seus actos. "Sim, fui eu, peço desculpa", é tão difícil de dizer para quem não sente - ou sente mas não admite - que errou (ou erra). E as relações entre os pares deterioram-se, esfriam...
A culpa é sempre do outro. Do vento, da chuva, do nevoeiro até. Sempre dos outros, nunca do próprio.
Um bom relacionamento assenta na sinceridade. Aceitar a culpa dos seus actos é mostrar nobreza de carácter.

1 comentário:

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