Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quinta-feira, 17 de março de 2016

Sapatos novos pés antigos

E, hoje, levei os meus sapatos novos a passear e eles portaram-se tão bem. Assim que cheguei a casa dei-lhes um beijo e agradeci por não terem atrofiado os meus ricos pezinhos de cinderela número 39.
Umas pantufinhas estes queridos! Foi como se tivesse saído descalça a pisar, com os meus finos pés, as pedras da calçada.
Obrigada a quem me proporcionou a compra de uns sapatos tão quiduxos, tão fofos tão queridos. Eu e Moi-Même. Porque se há coisas na vida que para mim é um tormento é, precisamente, ter sapatos a martirizar os pés.

quinta-feira, 10 de março de 2016

quarta-feira, 9 de março de 2016

Pai Mãe e Filho

Estas são as datas que aprecio: Dia do Pai, Dia da Mãe e Dia da Criança.
Embora o Dia do Pai a mim não me diga nada, em virtude de não ter tido pai, mas tive um tio e irmãos que me estimavam e, diria que, podia até riscar do calendário, mas tenho filhos que têm pai. Dia da Mãe porque sou mãe, tive uma mãe biológica e uma de coração, a minha tia-velha, e é um dia em que relembro todas as mães que conheço, mesmo aquelas que não tendo parido são mães ( novamente aqui incluo a minha tia-velha), Dia da Criança porque já fui criança muito amada e querida por duas mães e irmãs e em mim existirá sempre uma criança e na minha casa houve e haverá sempre crianças - as Minhas lindas Pulgas.

Quantos estúpidos existem...

Ou são estúpidos ou não vêem a lua, mas querem ver a cor do verniz ou o tamanho do dedo.

terça-feira, 8 de março de 2016

segunda-feira, 7 de março de 2016

Não sei porquê!

Coloco as meias casadas, ou seja aos pares na máquina de lavar e ao tirar coloco no estendal, quando estão secas faço o que se faz: juntá-las ou casá-las duas a duas, o pior é que há sempre meias a mais (ou a menos depende da perspectiva).
Isto leva-me a pensar que dentro da máquina elas zangam-se e na rua descasam-se. Divorciam-se. Só pode ser por esta razão que ao dobrá-las há sempre meias solteiras.
Ou divorciadas. Ou viúvas, credo em cruz, sim se calhar morrem afogadas, coitadas! Ou então desintegram-se tipo "Missão Impossível"! Mas que sobram ou faltam lá isso é verdade! E eu juro: meto-as aos pares...

Tal qual eu

O mê Gugu, neto de seis anos, esperto que nem um alho (não percebo a lógica desta frase, mas adiante), disse-me que tinha um cromo do Cristiano Ronaldo, contente que estava (afinal este craque move corações), e que ia escondê-lo "bem escondido para ninguém roubar, tão bem escondido que passados dez dias nem eu vou saber onde o escondi, avó".
Ri-me porque, afinal isto toca a todos: novos e velhos, está mania de esconder e passados "dez dias", como diz o meu Gugu, não saber onde se escondeu o dito.

sábado, 5 de março de 2016

Já vos aconteceu certamente

Hoje, chego aqui ao meu humilde casebre para poisar a modos que passarinho num galho e dizer alguma coisa, mas não sai nada. Estou sem cérebro. Perdi-o, não sei onde o deixei, certamente algures entre o dia de ontem e o de hoje.
Por isso meus e minhas darlingues nada a dizer. Aliás, digo que a minha cabeça já não é uma boa cabeça. Outrora sim, ó se era, muito boa mesmo, redondinha como uma bola de catchu, e rodava como um pião! Hoje não! Que pena!

quinta-feira, 3 de março de 2016

Eu ponho-me a jeito para isso...

Adoro fazer-me de inculta e, por vezes, tonta para atinar e brincar com as minhas Pulgas quando me fazem perguntas. Para constatar se elas sabem a resposta, digo que não sei, muitas vezes são assuntos de escola, por exemplo: contas de somar, sons de letras, reis, rios, metade dobro e por aí adiante...
Há dias o mê Gugu, na mesa, ao almoço, dizia ao avô ao mesmo templo que saboreava o lombo de porco com nozes que: "a avó é boa a fazer comidas não não é boa da inteligência" e com o dedo indicador fazia círculos na têmpora.
Burra sim, mas com mãozinhas de fada para as tarefas domésticas. Ao ponto que cheguei! Mas pronto, pus-me a jeito de ouvir...

Ou o síndroma da pergunta/resposta

Infelizmente, é um mal desgastante no dia a dia. Ouvimos e no preciso momento já estamos desejosos que o outro acabe de falar para responder. Será tido como um direito de resposta?

quarta-feira, 2 de março de 2016

Nem todos nós reagimos com a mesma emotividade

Há pessoas que, perante uma fatalidade choram copiosamente, há quem tenha a lágrima fácil, como eu. Mas há os que tentam não mostrar a sua emoção perante um público e tentam a todo o custo reprimir ass suas emoções e as lágrimas. Eu também já fui assim. Tentava morder os lábios, fazia um esforço sobrenatural para não mostrá-las na presença de pessoas.
Hoje, choro em público, se fôr o caso, deixo as lágrimas rolarem quando elas afloram aos olhos, não me importo mininamnente que as vejam, embora guarde para mim o motivo e, se me fazem aquela pergunta retórica "estiveste a chorar?" digo que sim.
Isto a propósito das mães que, quando os filhos desaparecem, mantém-se sem emoção. Eu não as julgo porque eu, dependendo do meu estado de alma tanto choro como rio. Desalmadamente.

terça-feira, 1 de março de 2016

Dez anos é muito tempo

Dizem os cientistas da Universidade do Porto que, "parar dez anos para que a sardinha seja reposta em stoque".
Ora bem, eu que até gosto de sardinhas, embora deteste o cheiro que prevalece durante dias no corpo, nos lençóis, na casa, acho que não aguento dez anos sem comer uma boa sardinhada.
Entendo que se pescarmos desenfreadamente como tem acontecido nem daqui a cinquenta anos se come uma bela pratada delas e, adeus são João e todas as festividades onde a sardinha é rainha. Mas dez anos é muito tempo.

Ele entrou de mansinho na minha casa

Acordei com o toque da campainha. Pensei: " ah, é o carteiro. Que deixe as contas a pagar na caixa, não me levanto". Continuei na sorna do calor da cama mas a campainha voltou a tocar desta vez com mais persistência. Levanto-me admirada pois que não esperava ninguém e o carteiro não toca duas vezes.
Vou à janela e assim sem a abrir olho para a rua. "Mê Dês, é ele! Não pode ser! Eu que lhe pedi para não me acordar quando chegasse, pois tem a chave da porta. Porque não entrou de mansinho!?"
Fiquei atónita. O mê senhor acabara de sair e quase que se cruzavam! "Será que se cruzaram?!", não parava de pensar!
Passo pelo espelho ajeito o cabelo, com os dedos polegar e indicador limpo o excesso de baton e comprovou se a roupa é adequada para o receber. Desço as escadas de dois em dois degraus, sem cair, e corro para lhe abrir a porta. Há uns tempos que não nos víamos, a saudade apertava...
Chego perto dele e de braços abertos disse: "entra, estava à tua espera. Entra meu querido mês de Março"

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Mas que grande mentiroso!

Se há defeitos que me transcendem e me deixam com a brotoeja à flor da pele é, sem sombra de dúvidas, a mentira. É assim um estado que me faz ficar com os nervos à flor da pele e a transpirar ...
Atão não dá que o antigo primeiro ministro o falecido, perdão o deposto PPC disse que "nunca convidou ninguém a procurar emprego fora de Portugal"?
Ora, ou o senhor gajo é mentiroso ou sofre da doença da mentira, porque se bem me lembro o senhor dos passos disse com todos os dentes arreganhados que era uma opção para os muitos desempregados em Portugal.
Realmente ele não empurrou ninguém nem obrigou mas a sua governação sugeriu e eu, avoGi da Costa Coelho e Herédia Passos de Coelho ouvi, li e vi muito bem.
Grandessíssimo filho de uma senhora virtuosa, vá mazé mentir para as Caraíbas!

Um dia extra ou a menos?

Hoje é o dia a mais no calendário diz o Feicebuque. Pois eu que sou do contra acho que é um dia a menos, uma vez que o calendario está cheio de meses a 30 e 31 dias, e Fevereiro é a excepção à regra. Mas não importa e vamos ao que praqui vim.
Tenho uma festa de anos de uma jovem que faz vinte anos ou melhor vinte vezes quatro. Isto de fazer anos de quatro em quatro é deveras aborrecido.
Eu, por mim, não permitiria que filho ou filha minha fosse registado neste dia, uma vez que, presentemente, se pode acelerar o parto (até nem sei se se regista ainda neste dia). É traumatizante para uma criança não festejar o seu dia de anos cada ano.
Não se justifica registar um bebe no dia 29 de Fevereiro. Que se antecipe o parto que se prolongue umas horas, tão mais fácil e evita-se que um ser fique triste e, já que os pais optam por festejar a um de Março que fique com este dia como sendo o do seu aniversário.
Mas enfim, está sou eu que como disse sou manienta.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Corto cabelo e pinto

Hoje tirei a tarde para cortar e pintar. Sim, minha e meus aqueles que pululam por aqui, eu corto cabelo e pinto em casa.
Assim c' as Pulgas foram para casa meti mãos ao cabelo. Ao cabelo e à tesoura ementes fazia a mistura da tinta para pintar o cabelo de vermelho, mentira foi de verde.
Agora repouso com a cabeça dentro da touca à espera c' coisa se mescle e ó depois vou mter-me na banheira de espuma para um banho relaxado, perdão relaxante.
Hoje tirei o dia para estar comigo. Hoje eu comigo fiz miminhos a mim em vez de mimar outros.
E querem que diga a verdade? Adoro-me!

À noite no museu

Um filme com legendas passado no canal Disney e que pôs as Pulgas sossegadas durante uma hora e meia.
Não percebem inglês mas a animação e fantasia é perceptível tornando o filme num espectáculo, porque à noite as estátuas e figuras de cera ganham vida transformando o museu numa euforia épica cheia de magia.
Até eu adorei.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

E se a vossa casa fosse assaltada por crianças?

Eu nem digo o que faria, só escrevo! E ainda mais conhecendo as crianças como a palma das minhas mãos era logo chapada velha e uns murros e pontapés no rabo. Adoro quando os meus netos tomam de assalto o interior e despejam no exterior. Calha que, de seguida, arrumam tudo. "Uora" se arrumam!
Mas fazem-me cada surpresa, os pestes!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

O que faria se visse um homem de 65 anos a casar com uma menina de doze?

É o vídeo que está a circular nas redes sociais,como forma de consciencialização para o casamento de crianças com homens adultos e idosos acrescento.
Em pleno praça em Nova Iorque um homem passeia de braço dado com uma menina de doze anos vestida de noiva mas, com cara de quem está a ser obrigada ao acto.
As pessoas olham incrédulas e há até quem se intrometa fazendo perguntas.
Assistam ao video (aqui).
"De acordo com as estimativas mais recentes, a cada dia que passa há 33 mil meninas a serem casadas contra a vontade, perdendo a hipótese de serem crianças e vendo negados os seus direitos à educação e a toda uma vida em liberdade."

E isso quer dizer o quê?

Sonhei com aspiradores. Estava a escolher de entre tantos um adequado para casa. Isto significa o quê? Que o meu subconsciente sabe que hoje é sexta, dia de limpezas!? O que ele não sabe é que todos os dias luto (com ele) para não me lembrar cenas e trabalhos a executar. O que ele não sabe é que já fiz o que ainda não tinha feito embora não inclua aspirações. Por isso meu subconsciente aquieta-te que como se dizia antigamente "o que é para ti os ratos não roem" e, agora, pára de me lembrar que ainda não aspirei a casa. Pára, já! É uma ordem não há lugar a negociação!
"Dilhemas", como se diz em bom madeirense, cheia de " dilhemas" esta minha vida!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Eu sempre disse que o pepino não era bom

Uma mulher alemã morreu depois de ter-se engasgado com um pepino. Era hábito o casal depois de fazer sexo, não satisfeitos, usavam legumes para brincarem. Que querem?!, há quem seja fiel às cenouras, garrafas, bananas, eles variavam, pelo menos; só que, desta vez, algo correu mal e ela engasgou-se.
Eu adoro pepino (mas não inteiro e com casca), cortado longitudinalmente e com uma pitada de sal.
Há cada uma! Conseguem imaginar até que ponto as fantasias sexuais vão? Eu sempre disse que pepino com casca e inteiro não servia para o efeito. Mais vale uma banana da Madeira: pequena, saborosa e ligeiramente curva.

Enquanto não chega...

...à idade de trabalhar e fazer escolhas vai esfolando joelhos e cotovelos a fazer aquilo que mais gosta: brincar.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

E vai mudar o nome para Cristiano Ronaldo

Diz o mê Gugu que quando for grande vai ser jogador de futebol e homem do lixo. "Vou ter duas profissões, avó". Este meu neto sabe que a vida é dura!
O dilema é que não sabe se vai ser jogador durante a semana e trabalhar com o lixo aos fins de semana se ao contrário: homem do lixo na semana e jogador aos sábados e domimgos que, vendo bem, é isso que acontece.
Mas, como diz ele: "ainda é cedo para decidir".
Tão responsável e inteligente este busico!
E acrescento que trabalhar no carro do lixo está na massa do sangue. Já o tio Bisalho, e o padrinho/primo tinham esta pretensão.

Se há gente com medo eu chego-me à frente

Meus e minhas se há uma pessoa neste mundo redondo com medo de andar de avião essa sou eu. Tenho medo e pavor e sofro por antecipação. Semanas antes ao mesmo tempo que arrumo a valise vou às carreiras visitar a "casinha". É aquela volta nas tripas que faz-me correr...
Ora bem, isto para dizer que também gosto de ver uma série no Discovery sobre desastres aéreos. Isto acontece basicamente antes de viajar. E já vi de corrida uns tantos episódios. É o medo a aumentar juntamente com corridas à casinha de banho e as unhas é que pagam. Já lá vão três!

Implicâncias

Havia um lindo casal, ela dizia ser "o homem da sua vida" bem como toda a família assim achava. Foram namorados, acabaram, cada um seguiu a sua vida e voltaram a reencontrar-se passados uns anos já maduros, com vidas passadas, com filhos.
Mas tudo mudou. Ele que era "uma jóia" tornou-se numa jóia mas não preciosa. Começaram os maus-tratos, as ofensas mútuas, as mãos pelo ar, as vigias a ela e pior as perseguições.
A bebida. Quando ele bebe torna-se violento, dizia ela numa de tentar levar o casamento, como se fosse um barco, até a um bom porto. Não, não havia maneira de ele mudar!
Tomou uma iniciativa e, numa noite de inverno, fugiu. Ele andou perdido à procura dela. Perguntava a todos os amigos se a viram. Ninguém sabia, aliás alguém sabia. Eu sabia, mas guardarei este segredo até ao céu.
Ela está feliz longe dele, pelo menos assim demonstra. Ele continua perdido pelos caminhos à procura dela.
Implicâncias quem não as tem. Implicar com o outro é uma forma de sentir-se superior. E de inferioriar o elo mais fraco.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Por falar em piolhos...

Diz que vão à escola todos os dias. E só por isso crescem fortes e saudáveis além de inteligentes. Quiçá mais inteligentes que algumas cabeças...
"Aquintrodia" apanhei uns mafiosos... Há "canos" não via estes "estapores" a passear numa cabeça! Há canos não me coçava só de pensar neles...
Diz que houve epidemia...

É normal ter sexo aos 11 anos?

Pois, meus e minhas ou eu sou retrógrada ou otária.
Normal ter sexo aos onze anos, diz o juiz; pis para mim, que sou retrógrada e otária, normal é brincar ao pai e à mãe mas sem sexo. Brincar às casinhas, aos coubóis, aos médicos isso sim é normal.
E se...
E se fosse a filha do juíz ele acharia normal?

Às vezes penso qual será a melhor maneira de morrer

Embora fique assente aqui neste pedaço de céu que toda a gente lê, não é bem "toda a gente" mas é meio mundo que eu, AvoGi Bettencourt da Silveira Mortágua e Passos de Coelho Costa não quero morrer e quando isso acontecer vou contrariada, com uma cara de poucos amigos e com o esgar 48, aquele de raiva, na minha linda face rosada mas, por vezes, estes pensamentos saltam-me da cabeça. E porquê estes pensamentos a ferver devem estar a pensar vocês meus e minhas...
Ora porque eu assim que me deito ferro no sono e pode cair pedras, podem tocar bateria acompanhada de tampas de panela bem ao meu lado que não há forma de acordar. Atão pensei que realmente a melhor maneira de partir, já que tenho de partir arrastada pela Morte embora contrariada, é a dormir. Assim a modos que acordar morta lá nas bandas de cima.
Ai queredo, Zazuze, estes pensamentos matam-me! E logo eu que "não quero morrer nem morta".
Trágico!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Mais de 24 horas a jogar

Por aqui, no meu rural há um certame que se intitula "24 a bailar" mas não é sempre o mesmo bailarino, mas adiante...
 Um taiwanês morreu depois de, num cibercafé, ter estado a jogar, ininterruptamente, um jogo de combate. Como era de hábito jogar dias inteiros sem parar, os empregados julgavam que dormia. Também os colegas da jogatina. Só passadas 36 horas é que acharam de acordá-lo quando reparam que, em vez de quentinho do calor do café, estava frio e rígido.
É o segundo do caso que leio de homens que nem para ir à casa de banho se intervalam, e para isso usam fraldas...
Há cada louco...

A Polícia também faz milagres

Lá nas terras das américas do sul a polícia opera milagres que nem Deus nem os Santos conseguem.
Um amputado consegue andar. Um mudo falar...
Vejam o vídeo, (aqui) do cambado (como se diz em madeirense), a andar. Que milagre, Mê Dês!

Dormir nua além de saudável emagrece

Ora aqui está a razão de eu ser gorda. Se há coisas que detesto é dormir nua, com o lençol a sarrafar no corpo, a sentir o desconforto da falta (principalmente das cuecas) da roupa no corpo, nos ombros. Sei de quem é "obrigada" a dormir nua, uma exigência do marido, nas é gorda como um texugo. Portanto deve ser a excepção à regra.
Nunca serei magra, é uma certeza que tenho, não vale a pena fazer exercício, correr, pedalar quando a solução é tão simples, mas sem sucesso para mim.
E juro vou experimentar dormir como nasci, dou o prazo de uma semana ao corpo e, se não emagrecer, volto aos meus lindos pijamas.
E vocês meus e minhas são magrinhos? Em vez de perguntar se dormem nus...

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Palavras santas

Este homem é realmente fora de série.
É o problema de quem sobe um degrau, ignorando os que ficam para trás.

Pensamento meu

Verdade! Infelizmente não se pode evitar que passam por nós e, ainda bem que passam e não ficam. Mas deixam a certeza de que não queremos ser como elas.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Eu também fui à neve

Há quem viaje milhas para ir até à neve, há quem faça férias na neve todos os anos, pois eu, meus e minhas, nunca gastaria um cêntimo para sair da minha zona de conforto para ver branco mais branco. Detesto neve e frio já sabem, mas é agradável subir aos píncaros da Madeira para tocar no granizo. Apanhar frio e regressar ao calor...
Por isso também fui à neve numa de: "veja a neve cá dentro".

Eu sofro deste mal

E não há cura. Caramba, sinto como se tivesse sido eu a escrever este pensamento.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Sou só eu que reparo nestas coisas?

Salta-me aos olhos, estes meus olhos que vêem mais do que é permitido, a beiça insuflada das mulheres que esticam o maxilar superior, numa de atenuar as rugas, Que coisa!, parece que levaram um murro na boca e inchou de seguida,até querem falar e não conseguem, lembro-me daqueles rolinhos de algodão que o dentista collca na nossa boca, parece que têm isso. Pois, é isso! E, atão de lado é mesmo desagradável de ver, aquela protuberância...
Mas se elas acham que ficam lindas deixá-las, tomara eu ter carcanhol e retirava era estas rugas de expressão (pois rio-me muito), dos olhos, mas inchar o maxilar nunca. Jamé!

No Texas é que é!

Atão não dá que no Texas os alunos podem, agora, levar armas para a escola?
"Aquilo" à que vai ser! A modos que os alunos vão trocar armas como trocam cromos e medir perícia. Houve uma altura em que mediam contas bancárias do género: "eu sou mais rico que tu".
Mas digam-me uma coisinha que não entendo: é normal? Será normal uma criança levar uma arma para a escola? Serei eu a tonta parva que está situação vai trazer muitos dissabores aos professores?

Só hoje

Meus e minhas, só hoje é que deitei o edredon na cama. Só está noite é que senti frio, sabem que caiu neve na serra, não sabem?, sabem também que sou friorenta, não sabem?, e sabem que frio e eu não pertencemos ao mesmo círculo de amizades, vai daí só agora pus o dito na cama. Ele até olhou para mim com aqueles olhos ramelosos e quase a perguntar "só agora?!". Antes que dissesse algo expliiquei-lhe como se explica a uma criança de dois anos que "a mamã tem frio, a mamã detesta o frio, atão a mamã permite que ele se estenda ao comprido na cama de casal.
Ele entendeu. Este meu edredon é tão esperto.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Saí de casa

Meus e minhas...saí de casa hoje para ver a neve, coisa rara aqui no meu rural (e, por isso, vai toda a gente até aos píncaros da serra para ver a branca mais branca não há). Cheguei lá ela não estava aliás estava mas não se podia ver. A bófia não permitia.
Olha, de raiva tomei uma poncha de frutos vermelhos, uma canja, e um picado de carne acompanhado por um Dom Ermelinda divinal. Ah, e pão com manteiga d' alho, "quilhos" empastados nele.
Não houve remédio. Fui de balde e vim de ceira ou seja neve cad' ela? Vocês viram? É que eu também não. Aquela coisiquita no lado da estrada, não conta, pois não?!

E, depois, não digam que não avisei

No espaço de uma semana encontrei dois telemóveis da marca Samsung ", ambos foram entregues ao seu legítimo proprietário. Mas, desde já, fica o aviso: o próximo não entrego, aliás, entrego sim, a alguém que sempre desejou ter um Samsung: Moi-Même, a minha empregada doméstica emigrante do Caribe a trabalhar, ilegalmente, na minha mansão. Se ela não quiser ofereço à Euzinha, a outra empregada, brasileira, com um bumbum do tamanho do mundo que às vezes substitui Moi-Même nas tarefas.
Por favor, não percam nenhum ao meu lado. Fica o aviso.

Mundo do avesso: pessoa tratada como cachorro e cachorro tratado como pessoa

Que palavras sábias! Que pérolas de sabedoria! Quem disse isto é realmente conhecedor deste mundo virado do avesso. Estou plenamente de acordo principalmente com a última frase, nunca se assistiu a tanto cachorro tratado como pessoa e pessoa tratada como cachorro. Crianças a decidir o seu dia a dia como se fossem adultos de plenos direitos.
Já os idosos, eles tornam- se por inerência da idade crianças.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Noras: aquelas que tiram a água do poço e as outras as que põem a cabeça a andar à nora

Bem, hoje foi dia de falar através do Feicebuque, com uma amiga de infância. O tema só podia ser: filhos, noras, netos. Não se falou de genros pois que esta minha amiga tem filhos, daí que lhe entrou pela porta dentro, mulheres.
E rásparta o demo, mulheres são complicadas como o catano! E noras..bem, nora é aquela coisa que nos leva o filho e molda-o, transforma-o, embrulha-o, e no final de temporada ainda o devolve já gasto, sem cabelo, sem dentes e com o dobro do tamanho.
Mas continua a ser nosso filho.

A escolher o destino das próximas férias

Porque no ano passado estava aqui.
O feicebuque, esse eterno malandro, fez questão de me lembrar. E hei-de voltar sempre aos lugares que me fazem feliz.

Mais uma prova de que sou inteligente

Rir de mim comigo mesma é o meu lema de vida. E passo a vida nisto. E que seja assim para toda a vida.
Como detesto gente que ri dos outros! E dos que compactuam com as suas gargalhadas!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Poupe água, ela não cai do céu

Eis a prova de que não é bem assim...
Ela cai do céu ali para os lados da Madalena do Mar. É lindo, não? E tem dupla função: lava o carro e a alma!

Quem muito fala pouco acerta

A minha tia, que já prestou contas a Deus, dizia esta frase. Não sei porquê mas hoje deu-me para pensar nela (bem, todos os dias penso nela), nas frases que dizia, nos seus ensinamentos.
Lembrei-me porque presenciei uma pessoa a falar alto, a gesticular que até julguei que ia bater em alguém devido ao esbracejar em demasia, mas não bateu, por sorte não passou ninguém e, realmente, a pessoa em questão falava consigo mesma, alto sem interromper, mas no findo não dizia coisa com coisa. Expressava-se, atabalhoadamente, sem respirar frases sem nexo. Parecia nervoso. Ainda pensei recomendar um Xanax, passe a publicidade, mas com a exaltação em que se encontrava ainda me mandava lamber sabão. E detesto sabão!
Eu e as minhas manias de que sozinha dou conta do recado.

Levar os filhos a uma morte anunciada

Uma mulher deu a mão às suas filhas, uma de quatro anos e uma de vinte meses e levou-as até à beira-mar numa noite escura e fria. Era sua pretensão desaparecer...
A bebé morreu na praia não tendo sequer hipótese de reanimação, a de 4 anos continua desaparecida no mar. A mãe foi resgatada com vida. Espera-lhe uma vida de arrependimento e dor. Era para morrer, na passada noite. Por uma ironia do destino, e ele faz estas partidas, ela vive, as filhas morreram.
Não imagino o estado de espírito desta mãe, agora, que a tragédia teve lugar. Não consigo sequer imaginar o cenário de vida desta mãe após esta tragédia. Melhor seria ter partido também - era essa sua ideia, porque a partir de ontem a sua vida deixa de fazer sentido.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

A ilha da eterna primavera

Não sabem onde fica? A CNN descobriu-a.
Mas eu sou rapariga simpática e gosto de divulgar aquilo que me faz feliz. Daí que essa "ilha da eterna primavera" é...
Exactamente. É onde me encontro. A minha Madeira.

(AQUI) podem ler o artigo todo.

Homem + homem = gravidez

Um indiano, casado e pai de dois filhos, saltou a cerca ou melhor, envolveu-se com outro homem e vai daí desenvolveu uma gravidez psicológica. E, pasmem-se, sentia o bebé a mexer e a barriga a crescer...
Claro que contou à sua esposa que estava grávido de outro homem, e ela, paciente, levou-o ao médico para lhe fazer crer que não estava grávido, aliás, não podia engravidar!
Confiram (AQUI) a notícia e vejam a barriguinha dele tão redondinha!
Há cada patologia!

Criança de nove anos conduziu uma carrinha porque os pais estavam podres de bêbedos

Nem preciso de dizer mainadinha! Lindos pais mas, acima de tudo, linda e pobre criança!

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Assumam-se em vez de disfarçar...

Hoje li uma reportagem sobre o Dia dos Namorados em que falavam duas mulheres madeirenses que eram casadas. Acho que sim, é de uma determinação profunda assumir-se perante a sociedade numa sociedade ainda preconceituosa.
Isto fez-me ver que há mulheres conscientes e sinceras e, nada as demove de se apresentarem como casadas ou como unidas pela união de facto, assumindo a sua orientação sexual e o amor por uma pessoa do mesmo sexo.
E, ao mesmo tempo que lia veio-me ao pensamento certas mulheres que vivem juntas e, para "disfarçar" a sua condição, tentam deitar poeira para os olhos da família e da sociedade, como se todos fossem otários e não percebessem, dizendo que "são primas" ou "trabalham juntas" ou, ainda, são "muito amigas".
Assumam-se é mais correcto do que fingir que o não são. Mas, no fundo, são aquilo que parecem.

O poder da anona

Diz que a anona é 10.000 mais potente que a quimioterapia.
É das frutas que mais gosto e tenho uma anoneira plantada no meu terreno. Sei que, em adolescente, dava-me uma dor no lado direito, ao mesmo tempo que me dava também um medo terrível de ser operada. Tomei litros de chá de folha de anoneira para evitar uma cirurgia ao apêndice.
A sério, nunca mais tive essa tal dor.
Se fez efeito, não sei. Mas mentalizei-me que sim. Por isso, acredito no poder da anona.
Hoje comi estas que a fotografia apresenta.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

E, ontem, perdi as pernas

Verdade! Foram tão intensos os exercícios na aula de ginástica que fiquei com a sensação que deixei as pernas no ginásio.
Foi engraçado ver os alunos à saída com os joelhos a tremelicar, as pernas a bambolear e uns a segurar-se à parede. Eu ria-me de mim comigo.
Lá ontem foi puxado, poxa! E hoje nem tossir nem espirrar que tudo desde a ponta dos pés até aos ilíacos, doía. O professor bem disse que íamos trabalhar as pernas. Estou à espera do dia em que trabalhe os abdominais, é sinal que durante dois dias não me levanto da cama. Nem como.
Tenho, assim, umas manias que só eu entendo.

Há quem não resista a um molhe de grelos

E se vier acompanhado de pimpinelas, vaginha e alface ainda melhor.
Comendo o que a terra dá. Frescos de hoje.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Nem parece que vivemos no mesmo país

Oiço falar em chuva, mau tempo, cheias, frio. Vejo o jogo na Catedral da Luz e chove canivetes. Nas notícias aconselham cuidados que a temperatura vai ficar negativa neste fim de semana.
Ora, eu vivo em Portugal, mas nem parece. Nós, por cá, até temos sol à noite (brincadeira), e uma temperatura que mais parece que estamos no Rio de Janeiro.
Ai querem sol? Só há uma forma de o terem. Vinde até aqui. E deliciem-se com esta temperatura agradável de uns míseros vinte graus e....chuva qu' adela? Niqueles...

O que me mete mais nojo é ter amigos destes

Ora minhas e meus amigos que aqui entram, tenho uma pergunta para vos fazer.
Digam o que mete mais nojo, que seja caso para franzir a testa e com aquela cara de "mete nojo" dizer que repugna e, pegar nela como se fosse um escarro verde: uma mola do cabelo em cima de uma mesa ou os tapetes do chão em cima de sofás colocados lá para varrer o chão?
É que, a pessoa que me disse para tirar a mola de cima da mesa que lhe metia nojo é a mesma que coloca os tapetes em cima dos sofás, e atravessa a cidade com um saco de fezes acabadas de fazer para deitar num balde de lixo.
Acontece-me cada uma!

Nem Nossa Senhora de Fátima está sossegada

Um jovem de 24 anos entrou conduzindo um carro a alta velocidade no recinto do Santuário de Fátima e foi de encontro à Capelinha das Aparições, destruindo o muro. Não satisfeito, o jovem sai do carro e munido de um artefacto tentou destruir a redoma da imagem, mas foi intercedido pelos guarda do santuário.
Seria um acto de vandalismo ou desespero pela não concretização do pedido a Nossa Senhora de Fátima, funcionando como retaliação?
Só ele o saberá. Mas que culpa tem uma imagem de Nossa Senhora? Por não ter alcançado a graça pedida (e vai-se lá saber porquê), não é motivo para tamanha agressividade. Agora peça a Deus que lhe dê juízo já que santos...tá visto, que não fazem milagres.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Até acho que deviam jantar e dormir na escola

Comássim, até podiam facultar cama no mesmo espaço em que estudam. E iam ao fim semana a casa só numa de não se esquecer o caminho.
Isto a propósito das crianças poderem ficar na escola até às sete e meia. Aplaudo de pé o idiota que teve esta brilhante ideia. E aplaudo os pais e mães que não trabalhando são os primeiros a aplaudir de pé esta ideia e neste momento esfregam as mãos de contente.
Coitadas das crianças!

Virgens, deixam de ser virgens!

Atão não dá que agora temos treze signos em vez de doze?
Pois não sabiam. Agora já sabem e o novo situa-se antes de sagitário e chama-se Sepentário. Eu, como sagitariana, mulher fiel, fico no mesmo. Continuo sagitariana. Agora os  carneiros, num de repente passam a peixes...
O pior é para os meus aqueles e as minhas aquelas que fizeram uma tatuagem do seu signo na nádega esquerda, agora vão ter de fazer uma nova na nádega direita.
Cada loucura! Até os signos?!
E sabem, quando a minha filha nasceu a família ofereceu uma medalha em ouro com o signo carneiro, e agora?, prontus, vou derreter e mandar fazer uns peixes.
O pior são as virgens! De repente deixam de ser!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Divisão de bens

Na rua, enquanto passeávamos, as Pulgas - os meus três lindos netos, decidiam o que queriam ter, a modos que uma divisão de bens em vida, mesmo antes daqui da avó bater as botas ou seja, fechar os olhos para o mundo.
O mê Gugu dizia que o jipe era para ele. A Baixinha escolheu a casa, esta é esperta, a Maiveilha estava indecisa...
Eu, a um determinado momento disse que ainda estava viva e queria saber quem vai cuidar de mim quando fôr velhinha, de fralda, a precisar de ajuda para comer, alguém para me levar a passear na cadeira de rodas...
Nem acabei, Baixinha interrompe e disse logo:
- A mana- e apontava, de dedo bem espetado quase a tocar na irmã, para não haver dúvidas.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Poncha da Madeira

Seja ela Regional, de Maracujá, de Hortelã, Tomate Inglês ou Laranja mais que duas dá piela. Mas o amendoim enxuga...
Por isso consumir com moderação. Eu tomei duas: uma de tomate inglês e uma de Hortelã, não sei, mas estou a modos que constipada e a hortelã faz milagres. Não sei é o aguardente!...

Há muito muito tempo era eu...

...uma rapariga que vivia o carnaval em toda a plenitude.
Era com alegria e ansiedade que começávamos logo após o natal a preparar os trajes para o cortejo alegórico do sábado, e desfiles nos hotéis.
Eram dias e dias a trabalhar nos fatos, à noite, pois que durante o dia a vida seguia igual. Era mulher, mãe, docente, dona de casa com todos os trajectos necessários para que as actividades corressem da melhor forma. À noite era outra pessoa.
Durante mais de trinta anos fizemos carnaval. Mesmo grávida participava no cortejo, dançava até ser dia, a barriga nunca me atrapalhou nem pesou (a minha filha nasceu em Abril o mê Bisalho em Agosto, por isso, no carnaval estava grávida). A gravidez não me inibia de dançar e participar no cortejo.
Depois, os caminhos divergiram, o grupo acabou, o bichinho que roía o corpo morreu.
Ontem reunimos alguns membros e foi um reviver de emoções. Saudades que eu tinha de estar no sítio onde tudo começou! Parecia que sempre estiveramos ali, que os anos não tinham passado, que este interregno nunca existiu.
E, passados estes anos chego à conclusão que: não deixei de ser uma rapariga que vive o carnaval em toda a plenitude.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Pronto, estalou o verniz

Mazêu, tonta do demo, sabendo que hoje tenho uma festa de carnaval e preciso das unhas pintadas vou tirar ervas dos cântaros. Sou mesmo tantã. A sério!?, como dizem ass minhas Pulgas!
Agora tenho de retocar uma unha e esta coisa dá maçada. Dá o primer, depois a base, depois o verniz mais uma camada e por fim o top, sendo que se cada vez vai ao catalisador. Posto isto só mesmo eu com esta cabeça de melancia é que tira ervas e mexe na terra sabendo que...

Cão que ladra não morde, só mostra os dentes

Sem dúvida!

domingo, 7 de fevereiro de 2016

As barbas do vizinho a arder

Lá diz o ditado popular: "se vires as barbas do teu vizinho a arder põe as tuas de molho". Nada mais certo. E acrescento: prepara-te que "se rires porque alguém teu amigo goza de uma pessoa de seguida riem-se de ti".
A reter e aprender: nunca gozes de ninguém com alguém que goza de ti.

Eu vi a Eva de mini-saia...

...e também vi as "Minhas Pulgas" de máscara.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

A minha tia é que tinha razão

Há uns tempos tenho me lembrado da minha tia-velha que faleceu há quase cinco anos e que faz-me tanta falta.
Ela e o marido tinham um casamento à maneira antiga, ora o que é um casamento à maneira antiga, perguntam vocês meus amigos, e eu respondo com toda a sinceridade. É um casamento que prima pela longevidade, onde os intervenientes não se falam ou falam muito pouco. O meu tio era um homem reservado, de poucas falas, pouco comunicativo até mesmo para a mulher.
A minha tia dizia que se davam bem e eu, na brincadeira, dizia: "pudera, se vocês pouco ou nada falam!"
Hoje, acho que o segredo de um casamemto duradoiro não é a comunicação mas sim a falta dela. O silêncio. Quanto menos se falar um com o outro menos nos magoamos mutuamente.
Não sei se são as "minhas armonas", ou a falta delas, ou a entrada nos sessenta que me deixa nostálgica!

Língua galega e não me refiro a um prato típico!

Conheço alguém que diz que os galegos falam "portunhol". Por mais que se lhe diga que galego é um idioma juntamente com o catalão, o castelhano e o basco essa criatura continua a dizer, principalmente, quando ouve um galego a falar, que é portunhol.
Ora, eu se fosse galega mandava logo uma "parrillada à la plancha" com umas "patatas a murro ao estilo galego" acompanhado de uma "boteia" de vino da Rioja. Era dose!
Acho desagradável estar a falar com um galego e dizer-lhe que ele "está hablando portunhol".
Ele que experimente dizer isso a um catalão ou a um basco. O catalão era caso para um referendo um basco...bem,  nem quero pensar no que nos etarras...
A reter e não esquecer: galego é galego e não "portunhol".

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Mãos ao ar isto é um assalto

Hoje o meu primeiro assalto de carnaval. Por aqui, no meu rural, dizemos que é "um assalto" quando disfarçados chegamos à casa de alguém.
Por isso só passo aqui de raspão para deixar desejos de Bom Carnaval.
Espera-me uma bela jantarada...e como alguém há dias dizia-me: "ainda bem que gastas o que comes, canão rebolavas tipo bola de catchu."
Agradeci o elogio uma vez que sinto-me bem com aquilo que como e com o que desgasto.
Au revuárre, bai bai, saionara, ofedevidarzê para aqueles e aquelas que não hablam português...só portunhol...

Eis aqui a fotografia daquele amor

E perguntam vocês, meus aqueles e aquelas que me visitam: ainda falas nisso? Mas eu prometi, lembrai-vos? Eu prometi que assim que o galo m'acordasse ia eu a caminho do céu tirar a fotografia do dito.
E como se diz em madeirense: "eilhos", em cima, a encabeçar o poste. Os tais amores de Burro planta daninha que se prega à roupa.

Culpado até se provar inocência

Àcerca do monstro que meteu uma faca no coração do seu bebé de seis meses.
Antes de o fazer manda vídeo à mãe a mostrar como vai matar o bebé, uma forma de a castigar pela separação. Depois...vai à tasca e toma um vinho do Porto. E gaba-se do feito.
Um pai dá a vida não tira a vida de um filho. O papel dele é dar-lhes, amor, segurança e nunca fazer-lhe mal....
Qualquer réu merece advogado de defesa, aceito. Mas este já disse que o fez. Confessou, há dúvidas? Nem atenuantes.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Amor de Burro, ai não sabeis!?

Cunquentão, não sabeis o que é Amor de Burro!
Não estou a chamar burro ao amor nem a dizer que o amor é burro; somente fiquei cheia de amor de burro. Quiçá tem nome científico, eu não sei, mas no meu rural é assim que chamamos a uma erva daninha que por aqui abunda.
Quem sabe o que é estique o dedo, sim?
E digo, em boa verdade vos digo, se eu fosse boa pequena ia já agora tirar a fotografia, mas está escuro, estou de pijama, estou ca manta a aquecer os pés e não sou boa pequena, por isso, estejam atentas e atentos c' amanhã coloco aqui uma fotografia do dito.

Estou cheia dele

Meus aqueles e aquelas que andam por aqui, estou farta dele, ou melhor deles. Se um é terrível dois ou mais nem falo.
Subi na vida, mentira subi mas foi as escadas para chegar ao topo do céu, outra vez mentira, cheguei ao topo do terreno para apanhar umas couvinhas para o jantar e fiquei cheia deles. Era no casaco, nas calças, até nos pêlos do braços. Irra, que irritante. Desci as passadas a correr que quase caía, desejosa de me despir e poder arrancar esta praga que se cola à roupa.
Só sei que é o diabo para tirar, nem sacudi do! Só mesmo tirando um a um. Oras, eu sou uma rapariga ocupada e sem pachorra de me pôr a fazer este trabalho.
Tomei uma resolução: na próxima vez que suba para apanhar umas couves vou nua. Nuínha só com véu. E se mesmo assim esta coisa se colar ao véu?

Ele vai ser ouvido? Mais valia ser fuzilado!

O homem que matou com facadas o filho de seis meses vai ser ouvido hoje. Eu pergunto: para quê? Ele é que devia ouvir e das boas e levar também umas facadinhas.
Quando a equipa chegou ao locar o bebé ainda tinha uma faca espetada no coração. O pai fez uma vídeo chamada para a mãe a mostrar a faca e o bebé na cama. Logo de seguida esfaqueou-o até à morte. Tudo porque a mãe pediu a separação.
Masoquista, este mundo tornou-se um antro de masoquistas? Como pode um pai (acho que nem se deve chamar pai a esta criatura), pegar numa faca e ter a capacidade e a coragem de enfiá-la no coração de um bebé?
Por mim, colocava-o numa cela de criminosos que detestam assassinos de crianças pra que brinquem com ele como se fossem artistas de circo. Lançador de facas: ele no centro de uma roda e os outros a jogar facas tentando não acertar...fora da roda.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Casar com um morto

Estou ainda de boca aberta! E não consigo fechar! Não, não foi jeito, foi o que li e deixou-me, assim a modos, que parva!
Atão não é que na França o casamento póstumo é permitido? Pode-se casar com um morto e passar a ser viúva e se o morto fôr rico além de viúva, rica? Queredo, c' arrepio me dá!
Um mundo louco este onde vivo.
Confira AQUI a notícia.

Mê rico genro

Um genro violou a sogra de 88 anos até à morte. Dizem que, quando estava sério era boa pessoa, mas quando bebia ficava louco. Já tinha dado umas investidas à sogra que, certa vez, saiu nua para a rua, a fim de fugir dele.
As coisas que oiço! E como as pessoas ficam quietas no seu espaço sem acusar!
No meu rural, mais precisamente no Farrobo, São Jorge, no norte da ilha também há cenas destas.
Cada vez mais desmotivada com a humanidade.

Há quem não saiba o que fazer com a vagina

Por isso pergunta. Eu sugeria uma omolete. Ou um cozido. Não, esperem, vai bem com amêijoas...

De pé ainda vá que não vá

Detesto calças de pijama, e se tiveram pensamentos obtusos acerca do título isso deve-se à vossa mente que logo salta para outras paragens. Não me peçam desculpa.
Mazé, minhas e meus aqueles que andam por aqui, de pé ainda sou capaz de dar-lhes o prazer de se colarem às minhas pernas ao mesmo tempo que fazem a sua função: aquecer; agora, quando me coloco na horizontal e, geralmente é na cama, aí a coisa muda de figura. Elas que deviam mantem-se esticadas até ao tornozelo enrolam-se e transformam-se numas bermudas. E ficam ali a roçar os joelhos. Irrita-me. Só me apetece estraçalhá-las, transformá-las em mini calções.
Que shite.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Descalça a bota

Estava eu falando de um avô que leva a neta à natação, e que paciência para a vestir e despir, sempre sozinho, um homem mais velho que eu, quiçá, com mais de sessenta e cinco anos embora tenha um físico de fazer inveja a muita gente mais nova.
Mas dizia eu que falava da sua netinha de apenas quatro anos, criança engraçada, mas um pouco tímida...
E aquele avô que sempre sozinho vai buscar a netinha à escola, vai à natação, despe, veste, lava, enxuga e vai pô-la a casa... Ainda há dias estava com dificuldade em lhe vestir os collants...
Quando a pessoa com quem falava me pergunta se me referia ao senhor que acabara de passar por nós com a criança pela mão. Respondo que sim; era a ele. Admiro-o, sempre com a neta...
Neta!? Neta!? Não. É filha. Filha dele e de uma jovem brasileira que o deixou com a menina...
Há um buraco onde me meter, há?

Animal é honroso

Um padastro tomava conta da enteada de 35 anos enquanto a mãe trabalhava. Bom homem, um coração de ouro, uma vez que a enteada estava confinada a uma cadeira de rodas - era deficiente motora além de deficiente mental.
Numa cadeira sem sem mexer e este animal violou-a repetidamente até que a engravidou.
Poderei chamar-lhe animal que não soube respeitar uma deficiente motora e mental?
Cadeia é pouco, mutilação dos genitais com uma lima afiada era o ideal.

As pessoas andam confusas

Que grande confusão! Mas digo, dei o primeiro sorriso ao mundo quando vi e li.
E ainda o tenho, na cara.
Bom dia, minhas aquelas e meus aqueles que por aqui andam.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Duas gibas é tipo "Areias, o camelo"*

A minha Baixinha, a busica de sete anos, vivaça como só ela, depois de ouvir a mana mais velha pedir uma pen ao avô, para um trabalho de pesquisa, e depois de terem visto várias de vários tamanhos e falado sobre os megas e os baites, diz-me.
-Avó, o avô vai emprestar à mana uma pen grande - e aqui faz com o polegar e indicador o tamanho da dita - mas é de duas "gibas".

* porque em madeirense "giba" é corcunda.

Fevereiro, aqui tão perto e como o detesto!

Não é por nada, mas Fevereiro não é o meu mês. Adoro Abril, Maio, Junho, Julho, Agosto, Setembro e, claro, Dezembro.
Detesto Janeiro, Fevereiro, Março, Novembro.
Hummmm, reparo que adoro os meses de Primavera e Verão. Serei eternamente uma amante do Verão.
Dezembro, já devem ter reparado e pensado:"esta velha tá senil, cada vez mais tonta! Pensa que Dezembro é Verão ou Primavera. É mesmo burrinha!"
Não, minhas aqueles e minhas aquelas eu ainda sei que Dezembro é mês de inverno, mas há uma razão. Não, há duas: Natal e anos, os meus claro!

De que falam as mulheres eu sei agora de que falam os homens...

Numa reunião de pessoas amigas, como foi o caso de ontem, pois que a Pulga- a Maiveilha fez 10 anos (JÁ!?!), há uma tendência para se formar dois grupos: o dos homens e o das mulheres.
Será pelo tipo de conversas? Não sei. Sei é que sem querermos lá estão os machos em grupo e as mulheres a formarem um subgrupo também.
De que falam as mulheres sei eu. Falamos de filhos. Sempre este tema tão presente. Falamos dos nossos e sem querer falamos dos outros.
Mas de que falam os homens? Das suas mulheres!? Das dos outros?!
Um dia vou espevitar as orelhas, colocar os aparelhos dos ouvidos no pico mais alto e vou estar com uma orelha no grupo de homens outra no grupo das mulheres.
Depois conto, sim? Ou então, mulheres da minha vida coloquem os vossos ouvidos em posição para depois relatarem a todas nós.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Que seja assim para toda a vida

Que belo pensamento.
Infelizmente há quem use o volume para se fazer ouvir porque as suas frases não têm sentido. Geralmente são os fracos.
Conheço quem fala alto e, infelizmente, nada se aproveita do que diz.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Escape from polygamy

A ver...pela segunda ou terceira vez e de cada vez cismo com a decisão de uma mulher gostar de viver com um homem que já tem outras mulheres.
Não compreendo a poligamia, principalmente, a facilidade com que as mães entregam as filhas adolescentes ao Profeta, homem já possuidor de outras mulheres jovens.
Sinceramente, não entendo esta seita. Entregam as filhas a homens idosos e detentores de várias mulheres. Sexo com crianças, casamentos forçados entre parentes (tios e primos), abusos físicos e mentais tudo é permitido a troco de uma religião quiçá com promessa de vida eterna.
E quando alguém tenta sair do rancho sabe que é o fim...

Marido traído é pior que sarna

Se há uns que matam outros há com uma dose de masoquismo.
Um marido descobre a mulher em flagrante delito, ou seja a consumar o acto com um amigo. Atão, cola-os um ao outro e obriga-os a correr pelas ruas completamente nus
Cá p'ra mim que não me ouve, quiçá, foi até ele que filmou e colocou o vídeo na internet. Que cena, mê dês, que cena!
Confiram, entrando por Aqui se faz favor.

"Matar por amor" ou antes "não és minha não és de mais ninguém"

Um homem mata amulherrna via pública diz-se que "matou por amor", pois amava-a que não suportava a distância. Estavam separados diga-se, não sei os motivos mas para aqui pouco ou nada importa. Matou-a.
Por amor faz-se tudo até tirar a vida da outra pessoa.
Mas há algo que não entendo: este sujeito vivia com outra mulher. Como pode viver com alguém e ter estes pensamentos assassinos para com a antiga?
Eu, no meu fraco entender é mais numa de: "ai, não queres viver comigo que sou um violento (não sei se é, estou a hiperbolizar), e de mim não queres nada, é isso? Ai já andas a deitar a asa a outro? Ai é? Atão toma lá um balázio e vê se aprender que se "não és minha não és de mais ninguém".
Esta morte não foi por amor foi por despeito, ofendido por ter sido preterido.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Ai, que ventania! Eu ainda voo tipo bruxa!

Até tenho medo de sair à rua, leve como sou, ainda vou pelos ares. Se tivesse uma vassoura passava por bruxa.
Eu sabia que iam franzir o sobrolho de admiração ao lerem "leve como sou". Riam, mas é a verdade. Sou leve como uma pena. Pena tenho eu de não ser, ainda, mais leve.
Mas também se assim fosse não teria piada este pneu que introduzi no abdómen, a modos que uma bóia de praia, antes do Natal e tenho tanto prazer nele. Sinal de que comi. Não muito mas o bastante para embutir o dito. Isto não vai nem com lima! E o vento continua lá fora.

A Patologista

Ando a ver esta série e, não sei se é por causa dela que sonho com mortos, ou quiçá vivos mas penso que estão mortos.
Fico sem saber se a pessoa com quem sonhei, na realidade, morreu se ou se foi eu que a matei.
Bolas, confundir a realidade com a ficção é tramado, faz com que corra a ler a necrologia no diário. Esta minha cabeça de abóbora, senhores, só tem pevides!

Que belo castigo! Olh' agora comes quarenta bananas p' aprenderes!

Não me perguntem onde foi, quem foi e a que horas foi que a minha cabeça não fixa tudo, sim?, só digo que ouvi de raspão e ri-me a bom rir enquanto imaginava a situação.
Ora bem, um ladrão rouba uns míseros anéis, colares e pulseiras de pedras preciosas, nada de muito valioso, coisa pouca portantus, mas foi descoberto quando estava c' a boca na botija, ou seja a desviar...
Assim que se viu descoberto teve a brilhante ideia de meter na boca e engolir. Rapaz esperto, ladrão brilhante no quadro de honra da Escola Profissional de Ladroagem. Foi logo metido no calabouço, obrigaram-no a comer de seguida 40 bananas, e não era banana madeirense que é pequena mas boa, era tipo plátano. Quarenta bananocas de enfiada e esperaram que lhe desse da chorrica, diarreia para os não são madeirenses, para que no produto líquido viesse o sólido. E veio. Recuperaram o roubo.
Agora não me perguntem quem esteve de plantão à obra, quem separou o líquido do sólido e se lavaram de seguida que eu não sei, não vi não estava lá, oquei?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Que susto do caneco!

Estava eu estacionada num parque, perpendicular com um passeio, virada para a estrada enquanto um outro carro estava parado ao meu lado mas virado para o passeio, por conseguinte de costas para a estrada, entendem? Não me apercebi que, a dado momento, ambos encetávamos a manobra de saída, só sei que estava ainda com o pé no travão, sem ligar o motor quando...
"Mê Dês, este filha da mãe está a andar para trás, vou entrar pela padaria dentro!".
Por mais que carregasse no travão o estapilha continuava a andar! Entrei em pânico, e só pensava na vergonha da cena que ia causar uma vez que toda a gente no dito conhece-me.
De repente parou, só então apercebi-me que o carro que estava ao lado de costas para a estrada andava. " Ah, pois, tu é que tás a andar seu estapor!" Enquanto ele andava eu tremia como varas verdes a pensar que estúpida que sou e que sensação malvada esta de não termos confiança em nós e como a ilusão óptica é tramada.
Eu a pensar que era o meu bólide que andava para trás quando era o outro é que estava andando. Paradinha da Silva eu estava, Atrasadinha é sem dúvida o meu sobrenome!
Olhem prás minhas mãos...Ainda estou práqui a tremer! Shite, cu cagaço c' apanhei!

Adoro quando me chamam cabra

Não sei, sinto-me como se fôssemos família e partilhássemos os mesmos genes.
Sinto-me ligada à pessoa que me chamou como se fôssemos gémeas idênticas, geradas dentro do mesmo saco. Siamesas talvez...sem se saber distinguir uma da outra.
Cabra, é realmente um epíteto muito usual. Em falta de outro. E lembrei-me de quando adolescente usarmos a frase: "se sou não tenho fama, mas...(aqui colocavamos a palavra dita pela outra pessoa) é quem me chama."

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Estou numa de...

...reclamar.
Detesto ser tomada por otária e, sendo assim, quando vejo chicos-espertos lá estou eu a demonstrar o meu desacordo e desagrado.
Hoje, reclamei e, estou assim, a modos que, aliviada.
Não me tomem por tonta porque, tem dias em que faço-me mas é só nos dias começados por "p". Hoje não foi o dia. E se voltar a acontecer lá estarei.
Precedentes abertos só por que é Beltrano Sicrano ou Pantreano não é comigo.

Quem diria!

Quem acredita que o povo holandês é plagiador, por favor, dê um passo em frente e ao mesmo tempo levanta o bracinho e diz: "eu" "eu"
Atão não é que plagiaram a cantiga do Quim Barreiros "A garagem da vizinha"?
Não sei se já viram o vídeo clip, mas até o boneco é uma réplica do cantor português.
Depois da música dos DAMA, não ficaram quietinhos lá no seu burgo, nada disso, ouviram a do Quim e acharam que ali havia produto para cópia. Se assim pensaram assim o fizeram.
Olha lá que agora descobriram Portugal...

Adoro surpresas

E ontem tive uma.
Sou uma rapariga dada a estas coisas. Não sei, sinto-me bem quando tenho demonstrações de carinho. É isso e quando me convidam para jantar. E, ontem, foi dois em um, é assim a modos que muito bom.
Aliás, é bom ter quem gosta de nós, alguém que pede a nossa presença assim que chega à terrinha. E dá aquele abraço forte que nos enche de alegria. Adoro abraços. E beijos. E carinhos...
Bem, vou acabar por aqui, canão, derramo baba como o caracol.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Uma razia!

Finais de Janeiro e a sala de ginástica parece que alargou tipo elástico. Um grupo espectacular agora. Menos gente, por isso, mais espaço, o suficiente para alongar. Maravilha!
E ficam os persistentes. Os outros, bahhhhh não fazem falta.

Atenção autocaravanistas

Uma pergunta pa queijinho. É que desejo fazer um passeio de autocaravana mas há coisas que m' atormentam.
Ouvi dizer, e dito por alguém que é, ou julga-se ser, o sumo pontífice do autocaravanismo que, a sanita das auto caravanas é assim tipo bibelot, não é para sujar.
A solução? Ora tão fácil e higiénica.
Coloca-se um saco de plástico a forrar a dita e evacua-se lá para dentro. Sim, darlingues, para dentro do saco, convém verificar se as asas do saquito estão de fora pois vão precisar delas. Depois da evacuação, ata-se com um nó apertado, não vá o produto sair, e coloca-se na janela, por fora, entenda-se, para os outros cheirarem, ementes se toma o pequeno-almoço na paz do Senhor. Depois, atravessa-se o parque de auto caravanas com dois sacos de coisa-e-tal na não, dois sacos que "já agora, levas o meu também" e vamos deitar o produto evacuado, no primeiro balde de lixo que se encontra mesmo que esteja a mais de duzentos metros, cumprindo as regras de higiene e civismo, claro, nem para isso atravesse a cidade com um saco, ou dois de...posso dizer merda?, na mão.
É assim, queridos autocaravanistas de serviço, a sanita não é para ser usada? Também vocês fazem assim como relatei? Será comum?
Que nojo mê dês! Se é assim recuso-me, desde já, a compactuar com esta cena.

domingo, 24 de janeiro de 2016

E pronto...

...já temos presidente. Vamos ter muita "sopinha de massa" para comer. Mas pelo menos fala não murmura.
E que seja o presidente.

E vocês, já fizeram a boa acção de hoje?

Eu ainda não.
Estou a modos que sem paciência para fazer o que quer que seja. Ai está moleza do caracol....
Até parece que vivo no Porto Santo!
Não sei se vá ou se não vá. Só "dilhemas" esta minha vida, só "dilemas"...

sábado, 23 de janeiro de 2016

Estou em retiro

Incontactável. Estou em preparação para a grande Picanha na casa de amigos e em repouso absoluto. Até almocei "mal e porcamente" como se diz no meu rural a guardar o estômago para o jantar.
E se há coisas que gosto é isso mesmo: picanha.
Aquieta-te estômago, pára de resmungar, daqui a pouco já te alimentas. Ca roeza, mê dês!
E segue-se, daqui a dias, uma sopa de trigo feita pelas mãos habilidosas de uma jovem com oitenta anos.
Ainda são Festas, não são?

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Sarna em Cascais?

?????????????????????
Ouvi dizer que sim...
Foram estas interrogações que fiz, aliada a uma cara de espanto que nem mostro quando ouvi a notícia, além de ter esbugalhado os olhos e franzido o sobrolho. Não pode ser!!!!!
E as tias também vão coçar!? Ou serão só os alunos e professores?
Sarna em Cascais!!?!?!? ? Isso não é coisa de pobre?

Entendam-se, para que me entenda também

Li que os peixes ricos em Ómega 3 tais como salmão, espada, atum e halibute têm elevada concentração de metais pesados (arsénio, chumbo, mercúrio e cádmio) e por isso são cancerígenos.
Ora bem, no mesmo artigo dizia para se abusar das carnes vermelhas. E de romãs? Romãs!? Vou passar o dia a trincar....romãs!?
Fico sem saber o que comer, uma vez que, ainda há dias, havia celeuma por causa das carnes vermelhas.
Sabendo que o atum e a espada fazem parte da alimentação dos madeirenses como pão com pêra-abacate, deixa-me surpreendida e indecisa no cardápio a apresentar semanalmente às Minhas Pulgas.
Corta-se no salmão de cativeiro, corta-se na carne de vaca, nos enchidos (que são a minha fraqueza, malditos!), e agora é para cortar no peixe-espada e atum?
E voltar às carnes vermelhas?
Shite, entendam-se, ó pessoal que anda sempre com o nariz na investigacão, e digam de uma vez por todas que não devemos comer nada, e inventem uma pastilha para colocar debaixo da lingua em substituição de alimentos sólidos.
Poça! Já nem sei o que comer!

Causa-me estranheza

Alguém que não visita um familiar hospitalizado nem se incomoda em perguntar se ele está bem, mas visita amigos ao domicílio e no próprio hospital. É estranho!
Pronto, poderão dizer que, por vezes, há amigos que são mais chegados que a própria família. Mas familía é partilha de sangue e genes, amigos é partilha de convívio social. Família fica amigos vão e voltam.
Mas há gente estranha neste mundo!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Uma certa comichão

Basta falar em piolhos e lêndeas e seus familiares mais próximos para eu, avoGi da Silva Bettencourt de Saraiva e Heredia da Costa Silveira (nome pomposo este), começar a sentir os ditos e ditas a correr na minha cabeça. Sinto, sim, umas corridas desenfreadas a fugir do meu dedo...
Ainda há pouco, munida de um pente fino, deitei esta enorme cabeleira de Rapunzel na pia, ou melhor, no lava mãos e dentes, a ver se algum escorregava. Nada. Devem estar colados com Super Glo à cabeça ou então dão-se bem neste calorzinho.
Não posso ouvir nem falar e atão se vir alguém a coçar a cabeça aí sim, desato também no coça-coça até fazer sangue.
Malvados piolhos! Acho até que vai haver criação devido à forma como sinto o piolho a correr atrás da piolha!

A propósito de "encher o peito de ar"...

Está calor e uma humidade que não se aguenta. Em Janeiro com esta humidade o que acontecerá em Fevereiro e por aí adiante até chegar ao verão?
Encho o peito de ar mas não fico satisfeita, apetecia-me, assim, uma coisa mais fresca, uma ida até Braga que, quanto sei, está semenos...

Já leram as notícias de hoje?

E as de ontem?
Pois, entendo, têm muito trabalho em frente ao nariz, se vos serve de consolo eu também e, vai daí, as notícias de ontem e as de hoje ainda não as li.
Só sei que o meu rural, ou seja o meu Funchal está, outra vez, a ser falado, e desta feita por boas razões daquelas que enchem o peito de ar e apetece sair daqui e ir "simbora" pá cidade beijar cada pedra da calçada.
Sim, darlingues, eu sei que não tenho costas para isso e até ficaria feio andar de rabinho no ar a beijar, mas há outras formas, não hã?, sem ser de rabo como alemães na guerra?
Prontos, comecei a fazer uma canja e já vai num ensopado... Se me permitem, vou ler as notícias de ontem antes das de hoje, assim a modos de ter um fio condutor...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Aquele momento do dia

Aquele instante do dia em que te dá uma paz, uma serenidade. E se há momentos em que me sinto romântica é ao entardecer, no preciso intervalo de tempo em que o dia dá lugar à noite.
Sou uma incorrigível nostálgica! Hoje pelas dezoito e vinte e oito, como comprova o gugule era este o ocaso do sol.

18:28
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016 (WET)
Pôr-do-sol em São Gonçalo

Já não sabia como era...

...andar de autocarro.
E, hoje, foi o dia. Ainda telefonei ao mê senhor e ao mê genro, mas eles trabalham, caramba, e não me podiam dar uma boleia.
Não há volta a dar, tenho de viajar de camioneta.
Entro e procuro um lugar no "rabo da lancha" como se costuma dizer, pois que à frente estavam os velhos - com licença, os cambados, as grávidas. Mas é para trás que vão os adolescentes de telemóvel em riste, os alcoólicos a cheirar a vinho e os de meia-idade que falam alto, além dos desdentados, e de um mulher que tresandava a mijo e fez o obséquio de se sentar ao meu lado. E começou a fazer perguntas, Juro que com a falta de dentes, o mau hálito e o cheiro que deitava do corpo, não me apetecia nada encetar conversa com ela, então tirei o meu brinquedo - a lambreta e toca a fazer um Candy Crush. Mas a trambolhada da mulher não se calava. Ainda bem que saiu duas paragens após o início da viagem. Juro que, pela minha cabeça, passou-me uma vontade de lhe apertar o pescoço.

Sento-me e sinto-me aliviada. Tiraram-me um peso das costas

Uma "amiga" do feicebook ofendeu-me durante uns tempos, nada se passou com ela mas, a relação de amizade que eu tinha com os pais dela simplenamente acabou, por cenas, atitudes e comportamentos que não são admissíveis em pessoas ditas "amigas". Ela, por ser filha do casal, achou de defender os seus, sabendo só e tomando conhecimento das cenas passadas pela parte deles, portanto, só ouviu, se assim se pode dizer, uma parte e tomou logo partido.
O feicebook era o lugar comum onde me ofendia sendo as Minhas Pulgas, o mote de escárnio, como se elas tivessem algo a ver com o que se passou. Eram frases, fotografias, tudo com uma baixeza de atitudes, mas também, conhecendo, agora, os seus progenitores como os conheço, acredito que tem a quem sair.
Mas continuámos " amigas" no feice e porque não?, não é por isso que se estraga uma amizade. Ela agiu de forma incorrecta, é certo, mas, para ficar a bem os pais tomou a iniciativa de partir para a ofensa barata e sem conteúdo com alguém que sempre a defendeu quando os seus pais diziam cobras e lagartos da sua própria filha, numa época em que não se falavam. Mas é assim, não é!?
Ontem bloqueou-me. Agora sim estou serena, sei contudo e seguramente que da parte dela não verei mais nada no feice a me ofender.
Obrigada, amiga, estimei. Agora posso abrir o feicebook sem ser bombardeada com palavras e atitudes que tornam um ser humano abjecto. Fica bem

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Há dois anos nesta relação

Fez dois anos que encetei uma relação com ele. Assim, sem mais nem menos, meteu-me na cabeça que gostava de o ter, e sempre que o via através da vitrina, babava e mentalmente dizia: "ai se tivesse dinheiro era já".
Passava o tempo e o dinheiro não entrava, mas também não saía melhor dizendo, e eu desesperava por tê-lo no meu colo, a tocar-lhe, a esfregar o dedo...
Nada, shite, mas para que queres agora aquilo? Perguntavam-me. Ora, e porque não?! Náo é por ser entrada na idade que já me esqueci de como é bom amaciar, procurar, descobrir novas técnicas, ter algo só meu para brincar.
Até que um pouco antes de fazer 58 anos já desesperada ele veio aos meus braços: a minha lambreta querida do coração oferecida pelos meus filhos, genro, nora, netos e claro, o mê senhor.
Minha lambreta, meu tablet, meu pequeno brinquedo que, tal como uma criança de dois anos não vive sem o ter. E como diz o mê Gu-Gu: "é o que sempre sonhei."
E há dois anos que dura e dura...

Quando as crianças são os reis da casa. E mandam e desmandam

Quando os príncipes e princesas, como agora se banalizou, são reis e rainhas da casa e decidem o que fazer sobre assuntos de adultos.
Bole-me com o sistema nervoso central quando presencio pais a deixarem a decisão para as crianças sobre assuntos da vida familiar.
Entendo que elas sintam a necessidade de se sentirem presentes com a sua opinião mas deixar a decisão para crianças de tenra idade é dar-lhes uma tarefa, um peso, demasiado pesado para transportar. E sofrem por não poderem solucionar os problemas da família.
Excelente artigo este que li, hoje, e não posso deixar passar sem partilhar.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Olha, ouvi dizer...

...que, hoje, é o dia mais triste do ano. É verdade, sim senhora. Já olhei para a conta do banco e ainda não caiu nada lá. Além de ser triste é um dia de tesos, de mal-humorados e ansiosos que caia lá no sítio do costume a dita coisa que faz os ânimos levantar, dá alegrias e faz sorrir.
Eu estou com um humor de cachorro, não por ser o dia depressivo mas por não ter cacau...
Ai como me sabia bem um cacau! Quente, espumoso e docinho!

domingo, 17 de janeiro de 2016

Pronto, está explicado

Diz que "filhos de mães mais chatas têm mais sucesso".
De acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, os filhos de mães mais rígidas e exigentes têm mais sucesso a nível profissional do que os educados por mães mais "macias".
Coitados dos meus filhos que foram educados por uma mãe déspota, malévola e autoritária. Pobres sim, mas com muito sucesso a nível profissional, e ricos de sentimentos. Só que com a genética não se brinca. Coitados dos meus netos!
Oladilha!

Digam-me só uma coisinha!

É, a modos que, uma dúvida que m'atormenta!
Ora aqui vai disto...Quando vocês por um motivo qualquer que para aqui pouco importa, deixam de se relacionar com alguém, chegando ao ponto de cortar com a relação, cortam também com os membros da família ou esses ficam isentos do corte?
É que, pelo que me apercebi há pessoas que deixam de falar com todos os membros da família, quando cortam o elo de amizade com um.
É assim?
É, sem dúvida, uma dúvida que m' assola o espírito.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Vai de mal a pior, agora é para trabalhar 35 horas?

Ora muito bom dia que esteja tudo bem, assim espero. Venho cá só mesmo para desabafar, aliás, acordei desabafada, com imenso frio e por isso vou continuar desabafada e com uma vontade mórbida de torcer o pescoço a uma galinha. E vou mostrar a minha indignação, se me permitem.
Ouvi dizer, que agora vamos trabalhar 35 horas? Mas, querem-me obrigar a trabalhar? E logo 35 horas!? Mas esclareçam-me: é por dia, por mês ou por ano?
É que por ano ainda "dou um jeitinho", como diz a dona Ana, a minha cabeleireira, sempre que vou lá, uma vez por ano, se tanto. Por mês já vai custar e por dia será impossível.
Eu estava bué de satisfeita por trabalhar, menos que isso e ouvi dizer com estas orelhas surdas com 'um poço sem água que retine por todo o lado c' agora é para trabalhar 35 horas?!
Mal-injusto! Eu que estava bem assim a modos que com pouca coisa... Entendam: não quero trabalhar 35 horas. Recusado. Entendido?

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Estou num dilema

Aliás é mais que isso, poderia dizer num decilema, uma vez que são dez os candidatos à Presidência da República, um leque tão diversificado de nomes, profissões, idades e ando aqui à espera que surja o ideal. Tipo el rei Dom Sebastião-o Desejado.
Não sei em quem votar, quiçá a mistura de todos, desse o perfeito mas, para isso, teria de os meter todos no liquidificador e aproveitar o que de lá saísse.
Ingrato, não?

Gente bem com a vida

Há dias li que gente bem com a vida não inferniza a vida alheia, gente bem com a vida parabeniza, fica feliz quando um outro está feliz, não interfere nas atitudes das pessoas, não, desculpem, chateia os demais.
Gente bem resolvida esteja onde estiver irradia felicidade, gente que não precisa de esmiuçar o que os outros fazem, como fazem e porque fazem, com instintos de malvadez, para serem aceites...
Gente bem com a vida não faz de vítima para que se sinta pena.
Gente bem com a vida é feliz e faz os outros felizes.
Eu vivo rodeada de gente bem resolvida. Faço por isso. Tento afastar aqueles que vivem mal com a vida e que estragam a dos outros. Tento, vá!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Quando alguém rabiça...

...dentro da piscina toca a tirar a canalha toda de lá de dentro, mandar-eles pá outra, pá grande, pa limpar o rabiçado.
E foi assim c' aconteceu, depois de meia hora a nadar há uma buzica que se lembra de abrir a boca e aqui vai disto...
É ver-eles todos a tremer ca água da piscina "dos grandes" é fria pa déu-déu.
Taditas das Minhas Pulgas!

Tenho uma coisa a vos dizer...

...mas de momento não posso. Fica para depois, sim? Porque agora é hora de calar a boca e fechar para que não saia a tal coisa... E quase rebento!

Eh, pá ca nojo!

Em tempos idos almoçava com uma colega que tinha por hábito falar com a boca cheia e eu, que me mete nojo estas cenas, tinha de ver o bolo alimentar desfeito antes de descer pela goela abaixo.
Um certo dia era canja ao almoço. Mais valia ter vindo para casa com as tripas coladas às costas para não ter de ficar enojada com o que vi.
E que viste tu, mulher do demo, perguntam vocês?
Ora o que vi eu!
Ela adorava chupar os pescoços do frango e atão muniu-se de todos os que nadavam na panela. Até aqui nada de mal, embora a chupada irritasse até o diabo. Mas ela chupava os ossinhos do triste do frango e falava ao mesmo tempo. Ca nojo, caramba! Depois...
Bem, depois deitava dentro da taça da canja os ossos já chupados. Sim, na taça onde continuava a comer...
Esta mania que tenho de embirrar com gente que chupa, mastiga de boca aberta, lambuza os dedos, palita os dentes e por aí fora...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Admirados!?

Eu também. Hoje é dia de...
Engomar, engomar e depois de engomar vou engomar.
E se calhar, se tiver um tempinho livre vou passar a roupa a ferro. Mas isto só depois de engomar.
Uma mãozinha dava tanto jeito uma vez que as minhas duas vão estar ocupadas!
A engomar, pois tá claro! Atão, que mais!
E, se estivesse aqui, junto a mim, o George Colunas diria com a sua voz melosa: what else!
Vamilhá a pôr as mãozinhas na tábua...

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Dá-me uma comichão no céu da boca

Estando eu sentada na galeria das piscinas vendo as Pulgas na aula, estando eu num banco e havendo outros bancos disponíveis, estando eu a desejar espaço eis que vem uma senhora e pergunta se pode sentar-se. Se o banco fosse meu diria que não, mas como pertence às piscinas e é público não fiz questão.
Mas mais valia ter dito que procurasse outro! A dita senhora -mamã de um criança que estava na água não parou de dar dicas ao filho...."estica o braço, bate os pés, endireita a touca..."
Que irritante, ainda mais que ele estava na presença do monitorno decorrer de uma aula. Mas ela é que percebia do assunto. E se vos disser que estávamos a mais de vinte metros acima da piscina? E se vos disser que ela gritava para se destacar no meio do ruído da água, mais os assobios do monitor, mais a algarviada das crianças?
Queredo! Há mães que subestimam os filhos. E os professores. E a sociedade em geral.
Eu, farta do assunto e com o céu da boca a arder de comichão levantei-me e procurei um espaço mais sossegado

Uma má imagem!

Para quem acompanha o campeonato de futebol da Liga Portuguesa sabe que, muitas vezes os encontros entre Nacional, União com outras equipas não se realizam devido ao nevoeiro. Um esclarecimento que se impõe: a Choupana fica situada no alto da montanha, não é de todo o melhor sítio para um estádio, mas adiante...
Sabendo que a Madeira é uma ilha montanhosa, e que é no alto das montanhas que se forma mais densidade de água, pode estar a nevar no Pico do Areeiro, pode nevoeirar na Choupana e não em toda a ilha. Os micro-climas fazem estas diferenças.
Por isso, minhas darlingues, custa-me ler o que dizem sobre o nevoeiro e a Madeira e a ligação que fazem uma com a outra.
A região é cheia de micro-climas. No mesmo dia numa saída de passeio apanhamos com as quatro estações.
Por isso, minhas e meus darlingues não julguem que por estar nevoeiro na Choupana está em todo sítio. É desagradável constatar a generalização do micro-clima da Choupada para toda a ilha.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Poncha de tomate inglês

Este fruto é uma delícia, agora imaginem uma poncha feita com esta maravilha. Delícia reforçada.
Esta que aqui está foi feita por mim, servida nestes copos do meu casamento - por isso têm 38 anos e só saem à rua nas datas festivas.
Estão fora do armário isto quer dizer que houve festa.

"Uora" se o hábito faz o monge!

Era de hábito o relógio da sala estar na parede em cima do móvel da televisão mas eu, rapariga dada a mudanças e, uma vez que não posso mudar a casa (por ser imóvel, canão já tinha sido), tudo o que seja móvel eu arrasto de um sítio para outro.
Ora, como estava a dizer antes de me perder nos entretantos, mudei não o relógio, embora não seja imóvel, mas o aparato onde está a televisão. Uma mudança de ano novo. Agora é ver-me olhar infinitamente para cima da televisão a fim de ver as horas e minutos.
Ainda dizem que o hábito não faz o monge! Atão porque razão sinto-me como se fosse...

Nunca mas nunca mais!

Como referi, pintei as unhas ontem ao fim da tarde já com a luz da lamparina acesa enquanto esticava as canelas na cozinheira do quarto de jantar.
Hoje, ao olhar para elas pintadas de "vermelho-benfica", pronto, vermelho-diabo, até me deu uma volta nas tripas e uma vontade mórbida de bater em mim mesma.
Atão não é que estão tão mal pintadas como se tivessem sido pintadas pelas Minhas Pulgas? Caramba, que falta de vista! Ou melhor dizendo: que falta de jeito!
Não senhora e não senhor - se houver por aqui algum, não ponho a fotografia...eu sei que querem ver (gozar) mas não vos dou esse prazer. Nunca na vida!
A minha cabeça e a minha precisão já são só vestígios...

Muito m' admira!

Fico assim a modos que parva quando vejo críticas ao estilo de vida dos outros, quando a sua própria vida é - quanto a mim e aqui mando umas postas - insossa. Pessoas que julgam a dos outros mas, olhando de fora, tal qual eu a vejo a delas é, também, sem cor. Tão negra e branca! Será inveja esta mania de negativar o que se faz ou não, denegrindo o que se coloca nas redes sociais? A vida como as pessoas entendem de a levar só a cada um diz respeito.
Façam uma introspecção, olhem-se bem no espelho, julguem a sua antes de achar que a vida dos outros é mal vivida.
A inveja por não ter a vida que lê/vê nas redes sociais é o mote para a falácia que se vê nas mesma redes sociais.
E nunca acaba!

domingo, 10 de janeiro de 2016

Eu estou e vocês?

Unhas feitas, pintadas de vermelho assim como se quer e se gosta (sou mulher que ataca nos vermelhos e não se cansa), pijama vestido, manta nas pernas, televisão ligada mas nem estou a ver nada (estou a escrever não!?), roupa na máquina para tirar e colocar no estendal, jantar por fazer mas já se remedeia "calquercoisinha", domingo a ir...
E, como sempre aquela moleza do caracol a penetrar...
Nada a fazer, estou feita numa lontra... e pronta para descansar! Vamos a isso!

Primeiro mata e depois reanima

Um médico russo matou com um único soco um paciente no hospital que havia desrespeitado uma enfermeira. Já com o paciente morto no chão, ele - o medico desata aos murros e pontapés num outro que entrara no gabinete, passando, até pir cima do paciente esticado no chão, num total desresorito oela vida. Depois, quando viu que ele jazia inanimado no chão e, quiçá, com a cabeça fria, reflectiu na atitude e tenta reanimar o doente. Aí sim, ficou aflito e chama por ajuda. Inglório.
Já estava morto e, desculpem, bem morto como se costuma dizer.
Mas para onde caminhamos Senhor? Que foi feito da tua infinita bondade?
Cada vez mais atónita com o ser humano!
Confiram o vídeo aqui.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Acabou, ufa c'alívio

Estava deserta de ver o pinheiro desmontado e arrumado.
O Pai Natal descansa dentro da caixa ou, quiçá, foi de volta à sua terra-natal.
Adeus berloques da Festa, adeus época natalícia, adeus tudo o que se refere a Natal.
Tudo arrumado em caixinhas, caixotes, caixões...
Até pró ano, perdão até Dezembro porque "Natal é em Dezembro".

Ortorexia, sabem o que é?

Vamos por partes, orto quer dizer correcto, orexia significa apetite.
É, basicamente, um distúrbio mental e há cada vez mais pessoas com este transtorno alimentar.
A busca pelo corpo perfeito, o medo das doenças, a obsessão patologica por uma alimentação saudável, por uma dieta rígida, a rejeição de alimentos considerados "não saudaveis" com o objectivo de atingir uma saúde perfeita desenvolve a ortorexia nervosa.
Este distúrbio faz-se observar na população mais informada, levando a que seja uma obsessão com a análise e leitura de rótulos, contagem de calorias..
Portanto, um distúrbio dos nossos dias e dos que tentam seguir uma linha de alimentação saudável esquecendo que o nosso corpo precisa de todos os nutrientes pecando por excesso de preocupação.
Já dizia meu sogro, homem sabedor que, todos os excessos são prejudiciais. Ou, em linguagem vulgar, usando um adágio popular: " Nem tanto ao mar nem tanto à serra".

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Estou possessa

Tenho um convite para jantar, já confirmei a presença, aliás, telefonei a perguntar se sempre era hoje. Resposta confirmativa.
E sabem?, esta chuva deixa-me desadorada, com uma pachorra de lontra...
Mas vou, "uora" se vou nem que para isso mande um fax ao meu amigo Pedrocas a pedir de joelho no chão que pare esta treta ementes eu saio de casa, depois pode chover a granel...
São manias são, pensem isso se vos aprover, mas depois de uma certa idade a gente cria umas cenas foleiras, perdão parvas.

Saiam da frente se faz favor!

Estou com um humor de cão, nada pode tirar este irritamento que tenho em todo o corpo. Hoje estou a modos que "para o diabo me levar" de tanta raiva. Por isso saíam da frente que vou começar a ser agressiva, vai a soco e pontapé, logo eu que sou lave pice ande rapinesse (em inglês, pelise).
Uma raiva poderosa que se alastra minuto após minuto e sempre que olho para a rua.
Atão não é que hoje, aqui, neste pedaço de céu, chove facas e canivetes? E vocês, minhas darlingues, sabem do meu (mau) relacionamento com a estúpida da chuva. Esta parva cai do céu sem um esteio pelo meio. E o meu (mau) humor aumenta consoante a carga d' água que cai das nuvens.
Rásparta, como detesto chuva! E nevoeiro e frio!
Dilemas de quem se acostumou a viver ao sol e assim que vê uma gota de chuva fica possessa como o demo.
Mas isto não fica assim! Ai não não...Vai piorar...o mau humor e a chuva!

Em Madaya não há cães nem gatos

É uma cidade síria situada a 25 quilómetros de Damasco onde não há cães ou gatos. Foram comidos pelas pessoas.
Esta notícia choca-me tanto e nem consigo imaginar a pobreza, o grau de destruição e a miséria em que estes seres vivem. A Cruz Vermelha confirma que já há pessoas a comer plástico. E só penso nas crianças e idosos, seres sem defesas...
Só hoje é que o governo autorizou a entrada da ajuda humanitária.
Que mundo este e de que forma faz a guerra!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Parece que foi ontem!

Pois parece, mas foi há 38 anos que dei um nó tão forte com o meu parceiro que não se consegue desatar.
Foi no dia sete de Janeiro de 1978 que eu, na altura com vinte e dois anos, casei.
E parece que foi ontem!

Estou deserta

Agora é o novo termo da juventude.
Ainda há dias uma adolescente da família dizia-me que: " ele (o namorado) está deserto por conhecer a tia".
Deserto?, perguntei. "Sim, tia." E logo na minha mente procurei o significado e, lembrando o deserto pensei que era vazio, solitário, mas não fazia sentido.
Achei que "deserto" substituía desejoso, entusiasmado por algo que vai acontecer. E acho que sim significa "desejoso, expectante".
E hoje estou deserta para que chegue o dia de arrumar a lapinha, o pinheiro, as gambiarras, as bolas, sinos, espiguilhas e tudo o que faz parte da Festa.
Mas, como se dizia antes, "estou morta por arrumar". E farta de ver, fartinha...e deserta...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Pais!? Para onde foram?!

Não se pode chamar pai ou mãe a quem tira a vida a um filho, quanto muito progenitores, ou dador de células...
Ainda ontem referi que um bruta-montes senta-se em cima do filho até matá-lo, um outro mata por não poder jogar um jogo na consola, e hoje, aqui, na minha terra, neste pedaço de céu uma mãe mata o filho, com produto tóxico depois ingere ela própria o mesmo.
Não entendo a humanidade nem estes actos tresloucados de progenitores dadores de células.
A sério, onde estava o bom-senso o amor pelo filhos nesta altura em que um pai ou mãe deliberadamente tira a vida a quem deu a vida? A quem devia proteger a vida com a sua vida?

Momento "EURECA"

Aquele preciso momento em que percebes que perdeste belas e velhas amizades por teres andado, durante um tempo, com pessoas que não valem nada.
O que é mau desintegra-se sozinho, egoístamente só. Ou a dois.
Ou, então, o momento "Poça, Caramba o que perdi".

O segredo de uma noite bem passada?

Rir é a resposta. E foi isso que aconteceu. Uma excelente noite na companhia de excelentes amigos com comida para lá de boa, para não repetir excelente.
O encontro de velhas mas (excelentes) boas amizades onde só vale rir e reviver momentos passados em conjunto. E o relógio que não dá tréguas a lembrar que hoje é dia de trabalho, mas o companheirismo é mais forte e ficámos, esquecendo as horas e comemorando as Festas.
Uma noite excelente, caramba, não me ocorre outro adjectivo, com uma temperatura agradável e risos, muitos risos porque quando revivemos cenas antigas dá vontade de rir. Porque éramos (e somos) alegres e temos muito para reviver.
E já se marcou a próxima! Porque até o "Varrer dos Armários" é Natal.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Oiço falar em frio. O que é isso!?

Já li que, hoje e nestes dias, tem chovido muito por esse Portugal Continental que até já nasce lodo debaixo dos braços.
Queridas darlingues digo o que disse ainda há pouco a uma antiga colega que trocou o belo céu e o fantástico clima da Madeira pelo de Portugal: Aqui, neste pedaço de céu andei todo o dia, e ainda estou, agora que sete da noite, de mangas curtas. As Minhas Pulgas de calções e blusinha.
Queridas darlingues, não sei, ainda o que é frio, pois que, no mês de Dezembro a temperatura rondou os vinte graus e, diz o Diário, que foi o mês mais quente desde 1950.
Portantes, chuva e frio nada.
Venhem praquí caqui à qué bom, como se diz em bom madeirense.

A foto que está no cabeço é de hoje às 13:30. Vêem três Pulgas?

Um bom pai, sem dúvida, é aquele que se senta em cima do filho!

Um bom pai é aquele que, pesando 122 quilos, se senta em cima do filho como castigo por não querer ir para a cama e mesmo com os gritos da criança a incomodar continua sentadito, só quando ela pára de gritar é que se levanta e vai até à garagem com a sua digníssima esposa fumar um cigarrito. "Ah, já te calaste!", deve ter pensado o homem magrito de 122 quilos mal pesados ao regressar a casa. "Aprendeste a tar calado e a não desobedecer ao daddy". Mas reparam que o menino está azulado, então chamam a ambulância. Nada a fazer.
Agora está sentadito, não em cima do filho, mas na cadeia à espera da sentença, que quanto a mim devia ser tão leve como o seu peso.
Mas leio cada coisa! Até me dá um nó nas tripas certos comportamentos...
Leiam tudo entrando por aqui.

Na tação ou na tacinha?

Se ontem foi dia de ginástica hoje é dia de natação. São as tais resoluções de Ano Novo.
Prometi a Moi-Même- a tal empregada doméstica do Caribe que limpa a mansão cá desta escriba,  que juntas havíamos de ter um corpo, não de iogurte mas de Sophia Loren. Ah, não sabem quem é?! Oquei, explicou noutro para não me perder do que "iva" (como dizia uma antiga aluna, castelhana de nascença) a dizer.
Pois, então, hoje é dia de natação! Rima até, que coisa gira...
Mas a natação não é para mim, não comecem a pensar que eu endoideci e passei a ser louca por desporto, nada disso darlingues, a natação é para as Pulgas, eu vou somente ajudar no despe-veste; despe-lava-enxuga-veste. E fico sentada na plateia a saborear o prazer que tenho de ver os outros felizes.
E as Minhas Pulgas são felizes.
Vamilhá, então, nadar na tacinha que na tação não é para mim nem para Moi-Même.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

E foi dia de saltos e cambalhotas

Estou enferrujada. Reiniciei as aulas de ginástica mas, caramba, os ossos rangiam como portas com falta de óleo, parecia um filme de terror. Ainda olhei para mim a ver se me desmembrava, se saía algum osso ou cartilagem...
E digo a vocês que eu emagreci neste Natal, hip hip hurra...
E são dois a menos. Mas mesmo, com estas dores de estômago e a sensação de enfartada como posso comer?
Não interessa, digo e afirmo que para emagrecer só mesmo pondo uma presilha na boca e mais não digo.
Querem emagrecer, aí querem? Não comam.