Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Causa-me estranheza

Alguém que não visita um familiar hospitalizado nem se incomoda em perguntar se ele está bem, mas visita amigos ao domicílio e no próprio hospital. É estranho!
Pronto, poderão dizer que, por vezes, há amigos que são mais chegados que a própria família. Mas familía é partilha de sangue e genes, amigos é partilha de convívio social. Família fica amigos vão e voltam.
Mas há gente estranha neste mundo!

7 comentários:

  1. Não costumo julgar estes comportamentos, porque há amigos mais fiéis do que muita família. Casos são casos

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    1. Dina, mas família é o porto de abrigo e um ou outro membro estará sempre de braços abertos para ajudar. Eu sei que há amigos melhores que alguns membros de família, mas numa reviravolta esses amigos deixam de o ser e à pessoa resta-lhe a família.
      Não estou a Julgar, mas causa-me estranheza que se visite pessoas conhecidas e se esqueça de alguem que nos pertence. kis:>}

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  2. Põe estranho nisso!
    Por aqui...visitamos sempre a família! Bj

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  3. Não concordo muito. Como já foi dito, casos são casos. Não sei o caso da pessoa em questão, mas conheço casos em que, como diz, numa reviravolta, a família foi-se (metaforicamente) e os amigos ficaram. Penso que não é por partilharmos genes que temos de ter uma corrente ligada à família. Se nunca mostraram respeito, carinho e amor, não é por termos a mesma árvore genealógica que temos de amar alguém à força. Mas se neste caso houve amor, carinho e tudo o mais e não é retribuído, aí também não entendo. Seja família ou amigo. Beijo :)

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  4. Não estranho...do meu lado nã, mas do lado contrário (madeirense) sempre foi assim.

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