Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Em Madaya não há cães nem gatos

É uma cidade síria situada a 25 quilómetros de Damasco onde não há cães ou gatos. Foram comidos pelas pessoas.
Esta notícia choca-me tanto e nem consigo imaginar a pobreza, o grau de destruição e a miséria em que estes seres vivem. A Cruz Vermelha confirma que já há pessoas a comer plástico. E só penso nas crianças e idosos, seres sem defesas...
Só hoje é que o governo autorizou a entrada da ajuda humanitária.
Que mundo este e de que forma faz a guerra!

3 comentários:

  1. E ainda nos queixamos nós do país e das condições que temos... Queixamos-nos de barriga cheia, é o que é...

    Beijinhos

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  2. Ouvi ontem a notícia. Só me lembrava da Idade Média e dos cercos que as cidades sofriam e dos relatos que ficaram feitos por cronistas contemporâneos...agora, vendo bem, século XXI, tanta atrocidade numa idade tecnológica e tão progressista...não se perdoa.

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Não ouvi nada.
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