Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Já leram as notícias de hoje?

E as de ontem?
Pois, entendo, têm muito trabalho em frente ao nariz, se vos serve de consolo eu também e, vai daí, as notícias de ontem e as de hoje ainda não as li.
Só sei que o meu rural, ou seja o meu Funchal está, outra vez, a ser falado, e desta feita por boas razões daquelas que enchem o peito de ar e apetece sair daqui e ir "simbora" pá cidade beijar cada pedra da calçada.
Sim, darlingues, eu sei que não tenho costas para isso e até ficaria feio andar de rabinho no ar a beijar, mas há outras formas, não hã?, sem ser de rabo como alemães na guerra?
Prontos, comecei a fazer uma canja e já vai num ensopado... Se me permitem, vou ler as notícias de ontem antes das de hoje, assim a modos de ter um fio condutor...

1 comentário:

  1. Ando tão aborrecida que não me tenho virado para as notícias...mas fiquei curiosa!

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