Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Mais de 24 horas a jogar

Por aqui, no meu rural há um certame que se intitula "24 a bailar" mas não é sempre o mesmo bailarino, mas adiante...
 Um taiwanês morreu depois de, num cibercafé, ter estado a jogar, ininterruptamente, um jogo de combate. Como era de hábito jogar dias inteiros sem parar, os empregados julgavam que dormia. Também os colegas da jogatina. Só passadas 36 horas é que acharam de acordá-lo quando reparam que, em vez de quentinho do calor do café, estava frio e rígido.
É o segundo do caso que leio de homens que nem para ir à casa de banho se intervalam, e para isso usam fraldas...
Há cada louco...

2 comentários:

  1. Faz-me um pouco de impressão as pessoas que se agarram tanto a esses "desafios" que se esquecem de viver....

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  2. Os asiáticos têm um vício terrível como o jogo, todos os jogos.
    Bjs

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