Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quinta-feira, 3 de março de 2016

Eu ponho-me a jeito para isso...

Adoro fazer-me de inculta e, por vezes, tonta para atinar e brincar com as minhas Pulgas quando me fazem perguntas. Para constatar se elas sabem a resposta, digo que não sei, muitas vezes são assuntos de escola, por exemplo: contas de somar, sons de letras, reis, rios, metade dobro e por aí adiante...
Há dias o mê Gugu, na mesa, ao almoço, dizia ao avô ao mesmo templo que saboreava o lombo de porco com nozes que: "a avó é boa a fazer comidas não não é boa da inteligência" e com o dedo indicador fazia círculos na têmpora.
Burra sim, mas com mãozinhas de fada para as tarefas domésticas. Ao ponto que cheguei! Mas pronto, pus-me a jeito de ouvir...

3 comentários:

  1. As crianças são cruelmente sinceras :)))
    Bestial!!
    Beijinhos, bfds

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  2. Toma lá que almoçaste!
    Bj.
    Du

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