Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sábado, 30 de janeiro de 2016

Que seja assim para toda a vida

Que belo pensamento.
Infelizmente há quem use o volume para se fazer ouvir porque as suas frases não têm sentido. Geralmente são os fracos.
Conheço quem fala alto e, infelizmente, nada se aproveita do que diz.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Escape from polygamy

A ver...pela segunda ou terceira vez e de cada vez cismo com a decisão de uma mulher gostar de viver com um homem que já tem outras mulheres.
Não compreendo a poligamia, principalmente, a facilidade com que as mães entregam as filhas adolescentes ao Profeta, homem já possuidor de outras mulheres jovens.
Sinceramente, não entendo esta seita. Entregam as filhas a homens idosos e detentores de várias mulheres. Sexo com crianças, casamentos forçados entre parentes (tios e primos), abusos físicos e mentais tudo é permitido a troco de uma religião quiçá com promessa de vida eterna.
E quando alguém tenta sair do rancho sabe que é o fim...

Marido traído é pior que sarna

Se há uns que matam outros há com uma dose de masoquismo.
Um marido descobre a mulher em flagrante delito, ou seja a consumar o acto com um amigo. Atão, cola-os um ao outro e obriga-os a correr pelas ruas completamente nus
Cá p'ra mim que não me ouve, quiçá, foi até ele que filmou e colocou o vídeo na internet. Que cena, mê dês, que cena!
Confiram, entrando por Aqui se faz favor.

"Matar por amor" ou antes "não és minha não és de mais ninguém"

Um homem mata amulherrna via pública diz-se que "matou por amor", pois amava-a que não suportava a distância. Estavam separados diga-se, não sei os motivos mas para aqui pouco ou nada importa. Matou-a.
Por amor faz-se tudo até tirar a vida da outra pessoa.
Mas há algo que não entendo: este sujeito vivia com outra mulher. Como pode viver com alguém e ter estes pensamentos assassinos para com a antiga?
Eu, no meu fraco entender é mais numa de: "ai, não queres viver comigo que sou um violento (não sei se é, estou a hiperbolizar), e de mim não queres nada, é isso? Ai já andas a deitar a asa a outro? Ai é? Atão toma lá um balázio e vê se aprender que se "não és minha não és de mais ninguém".
Esta morte não foi por amor foi por despeito, ofendido por ter sido preterido.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Ai, que ventania! Eu ainda voo tipo bruxa!

Até tenho medo de sair à rua, leve como sou, ainda vou pelos ares. Se tivesse uma vassoura passava por bruxa.
Eu sabia que iam franzir o sobrolho de admiração ao lerem "leve como sou". Riam, mas é a verdade. Sou leve como uma pena. Pena tenho eu de não ser, ainda, mais leve.
Mas também se assim fosse não teria piada este pneu que introduzi no abdómen, a modos que uma bóia de praia, antes do Natal e tenho tanto prazer nele. Sinal de que comi. Não muito mas o bastante para embutir o dito. Isto não vai nem com lima! E o vento continua lá fora.

A Patologista

Ando a ver esta série e, não sei se é por causa dela que sonho com mortos, ou quiçá vivos mas penso que estão mortos.
Fico sem saber se a pessoa com quem sonhei, na realidade, morreu se ou se foi eu que a matei.
Bolas, confundir a realidade com a ficção é tramado, faz com que corra a ler a necrologia no diário. Esta minha cabeça de abóbora, senhores, só tem pevides!

Que belo castigo! Olh' agora comes quarenta bananas p' aprenderes!

Não me perguntem onde foi, quem foi e a que horas foi que a minha cabeça não fixa tudo, sim?, só digo que ouvi de raspão e ri-me a bom rir enquanto imaginava a situação.
Ora bem, um ladrão rouba uns míseros anéis, colares e pulseiras de pedras preciosas, nada de muito valioso, coisa pouca portantus, mas foi descoberto quando estava c' a boca na botija, ou seja a desviar...
Assim que se viu descoberto teve a brilhante ideia de meter na boca e engolir. Rapaz esperto, ladrão brilhante no quadro de honra da Escola Profissional de Ladroagem. Foi logo metido no calabouço, obrigaram-no a comer de seguida 40 bananas, e não era banana madeirense que é pequena mas boa, era tipo plátano. Quarenta bananocas de enfiada e esperaram que lhe desse da chorrica, diarreia para os não são madeirenses, para que no produto líquido viesse o sólido. E veio. Recuperaram o roubo.
Agora não me perguntem quem esteve de plantão à obra, quem separou o líquido do sólido e se lavaram de seguida que eu não sei, não vi não estava lá, oquei?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Que susto do caneco!

Estava eu estacionada num parque, perpendicular com um passeio, virada para a estrada enquanto um outro carro estava parado ao meu lado mas virado para o passeio, por conseguinte de costas para a estrada, entendem? Não me apercebi que, a dado momento, ambos encetávamos a manobra de saída, só sei que estava ainda com o pé no travão, sem ligar o motor quando...
"Mê Dês, este filha da mãe está a andar para trás, vou entrar pela padaria dentro!".
Por mais que carregasse no travão o estapilha continuava a andar! Entrei em pânico, e só pensava na vergonha da cena que ia causar uma vez que toda a gente no dito conhece-me.
De repente parou, só então apercebi-me que o carro que estava ao lado de costas para a estrada andava. " Ah, pois, tu é que tás a andar seu estapor!" Enquanto ele andava eu tremia como varas verdes a pensar que estúpida que sou e que sensação malvada esta de não termos confiança em nós e como a ilusão óptica é tramada.
Eu a pensar que era o meu bólide que andava para trás quando era o outro é que estava andando. Paradinha da Silva eu estava, Atrasadinha é sem dúvida o meu sobrenome!
Olhem prás minhas mãos...Ainda estou práqui a tremer! Shite, cu cagaço c' apanhei!

Adoro quando me chamam cabra

Não sei, sinto-me como se fôssemos família e partilhássemos os mesmos genes.
Sinto-me ligada à pessoa que me chamou como se fôssemos gémeas idênticas, geradas dentro do mesmo saco. Siamesas talvez...sem se saber distinguir uma da outra.
Cabra, é realmente um epíteto muito usual. Em falta de outro. E lembrei-me de quando adolescente usarmos a frase: "se sou não tenho fama, mas...(aqui colocavamos a palavra dita pela outra pessoa) é quem me chama."

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Estou numa de...

...reclamar.
Detesto ser tomada por otária e, sendo assim, quando vejo chicos-espertos lá estou eu a demonstrar o meu desacordo e desagrado.
Hoje, reclamei e, estou assim, a modos que, aliviada.
Não me tomem por tonta porque, tem dias em que faço-me mas é só nos dias começados por "p". Hoje não foi o dia. E se voltar a acontecer lá estarei.
Precedentes abertos só por que é Beltrano Sicrano ou Pantreano não é comigo.

Quem diria!

Quem acredita que o povo holandês é plagiador, por favor, dê um passo em frente e ao mesmo tempo levanta o bracinho e diz: "eu" "eu"
Atão não é que plagiaram a cantiga do Quim Barreiros "A garagem da vizinha"?
Não sei se já viram o vídeo clip, mas até o boneco é uma réplica do cantor português.
Depois da música dos DAMA, não ficaram quietinhos lá no seu burgo, nada disso, ouviram a do Quim e acharam que ali havia produto para cópia. Se assim pensaram assim o fizeram.
Olha lá que agora descobriram Portugal...

Adoro surpresas

E ontem tive uma.
Sou uma rapariga dada a estas coisas. Não sei, sinto-me bem quando tenho demonstrações de carinho. É isso e quando me convidam para jantar. E, ontem, foi dois em um, é assim a modos que muito bom.
Aliás, é bom ter quem gosta de nós, alguém que pede a nossa presença assim que chega à terrinha. E dá aquele abraço forte que nos enche de alegria. Adoro abraços. E beijos. E carinhos...
Bem, vou acabar por aqui, canão, derramo baba como o caracol.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Uma razia!

Finais de Janeiro e a sala de ginástica parece que alargou tipo elástico. Um grupo espectacular agora. Menos gente, por isso, mais espaço, o suficiente para alongar. Maravilha!
E ficam os persistentes. Os outros, bahhhhh não fazem falta.

Atenção autocaravanistas

Uma pergunta pa queijinho. É que desejo fazer um passeio de autocaravana mas há coisas que m' atormentam.
Ouvi dizer, e dito por alguém que é, ou julga-se ser, o sumo pontífice do autocaravanismo que, a sanita das auto caravanas é assim tipo bibelot, não é para sujar.
A solução? Ora tão fácil e higiénica.
Coloca-se um saco de plástico a forrar a dita e evacua-se lá para dentro. Sim, darlingues, para dentro do saco, convém verificar se as asas do saquito estão de fora pois vão precisar delas. Depois da evacuação, ata-se com um nó apertado, não vá o produto sair, e coloca-se na janela, por fora, entenda-se, para os outros cheirarem, ementes se toma o pequeno-almoço na paz do Senhor. Depois, atravessa-se o parque de auto caravanas com dois sacos de coisa-e-tal na não, dois sacos que "já agora, levas o meu também" e vamos deitar o produto evacuado, no primeiro balde de lixo que se encontra mesmo que esteja a mais de duzentos metros, cumprindo as regras de higiene e civismo, claro, nem para isso atravesse a cidade com um saco, ou dois de...posso dizer merda?, na mão.
É assim, queridos autocaravanistas de serviço, a sanita não é para ser usada? Também vocês fazem assim como relatei? Será comum?
Que nojo mê dês! Se é assim recuso-me, desde já, a compactuar com esta cena.

domingo, 24 de janeiro de 2016

E pronto...

...já temos presidente. Vamos ter muita "sopinha de massa" para comer. Mas pelo menos fala não murmura.
E que seja o presidente.

E vocês, já fizeram a boa acção de hoje?

Eu ainda não.
Estou a modos que sem paciência para fazer o que quer que seja. Ai está moleza do caracol....
Até parece que vivo no Porto Santo!
Não sei se vá ou se não vá. Só "dilhemas" esta minha vida, só "dilemas"...

sábado, 23 de janeiro de 2016

Estou em retiro

Incontactável. Estou em preparação para a grande Picanha na casa de amigos e em repouso absoluto. Até almocei "mal e porcamente" como se diz no meu rural a guardar o estômago para o jantar.
E se há coisas que gosto é isso mesmo: picanha.
Aquieta-te estômago, pára de resmungar, daqui a pouco já te alimentas. Ca roeza, mê dês!
E segue-se, daqui a dias, uma sopa de trigo feita pelas mãos habilidosas de uma jovem com oitenta anos.
Ainda são Festas, não são?

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Sarna em Cascais?

?????????????????????
Ouvi dizer que sim...
Foram estas interrogações que fiz, aliada a uma cara de espanto que nem mostro quando ouvi a notícia, além de ter esbugalhado os olhos e franzido o sobrolho. Não pode ser!!!!!
E as tias também vão coçar!? Ou serão só os alunos e professores?
Sarna em Cascais!!?!?!? ? Isso não é coisa de pobre?

Entendam-se, para que me entenda também

Li que os peixes ricos em Ómega 3 tais como salmão, espada, atum e halibute têm elevada concentração de metais pesados (arsénio, chumbo, mercúrio e cádmio) e por isso são cancerígenos.
Ora bem, no mesmo artigo dizia para se abusar das carnes vermelhas. E de romãs? Romãs!? Vou passar o dia a trincar....romãs!?
Fico sem saber o que comer, uma vez que, ainda há dias, havia celeuma por causa das carnes vermelhas.
Sabendo que o atum e a espada fazem parte da alimentação dos madeirenses como pão com pêra-abacate, deixa-me surpreendida e indecisa no cardápio a apresentar semanalmente às Minhas Pulgas.
Corta-se no salmão de cativeiro, corta-se na carne de vaca, nos enchidos (que são a minha fraqueza, malditos!), e agora é para cortar no peixe-espada e atum?
E voltar às carnes vermelhas?
Shite, entendam-se, ó pessoal que anda sempre com o nariz na investigacão, e digam de uma vez por todas que não devemos comer nada, e inventem uma pastilha para colocar debaixo da lingua em substituição de alimentos sólidos.
Poça! Já nem sei o que comer!

Causa-me estranheza

Alguém que não visita um familiar hospitalizado nem se incomoda em perguntar se ele está bem, mas visita amigos ao domicílio e no próprio hospital. É estranho!
Pronto, poderão dizer que, por vezes, há amigos que são mais chegados que a própria família. Mas familía é partilha de sangue e genes, amigos é partilha de convívio social. Família fica amigos vão e voltam.
Mas há gente estranha neste mundo!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Uma certa comichão

Basta falar em piolhos e lêndeas e seus familiares mais próximos para eu, avoGi da Silva Bettencourt de Saraiva e Heredia da Costa Silveira (nome pomposo este), começar a sentir os ditos e ditas a correr na minha cabeça. Sinto, sim, umas corridas desenfreadas a fugir do meu dedo...
Ainda há pouco, munida de um pente fino, deitei esta enorme cabeleira de Rapunzel na pia, ou melhor, no lava mãos e dentes, a ver se algum escorregava. Nada. Devem estar colados com Super Glo à cabeça ou então dão-se bem neste calorzinho.
Não posso ouvir nem falar e atão se vir alguém a coçar a cabeça aí sim, desato também no coça-coça até fazer sangue.
Malvados piolhos! Acho até que vai haver criação devido à forma como sinto o piolho a correr atrás da piolha!

A propósito de "encher o peito de ar"...

Está calor e uma humidade que não se aguenta. Em Janeiro com esta humidade o que acontecerá em Fevereiro e por aí adiante até chegar ao verão?
Encho o peito de ar mas não fico satisfeita, apetecia-me, assim, uma coisa mais fresca, uma ida até Braga que, quanto sei, está semenos...

Já leram as notícias de hoje?

E as de ontem?
Pois, entendo, têm muito trabalho em frente ao nariz, se vos serve de consolo eu também e, vai daí, as notícias de ontem e as de hoje ainda não as li.
Só sei que o meu rural, ou seja o meu Funchal está, outra vez, a ser falado, e desta feita por boas razões daquelas que enchem o peito de ar e apetece sair daqui e ir "simbora" pá cidade beijar cada pedra da calçada.
Sim, darlingues, eu sei que não tenho costas para isso e até ficaria feio andar de rabinho no ar a beijar, mas há outras formas, não hã?, sem ser de rabo como alemães na guerra?
Prontos, comecei a fazer uma canja e já vai num ensopado... Se me permitem, vou ler as notícias de ontem antes das de hoje, assim a modos de ter um fio condutor...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Aquele momento do dia

Aquele instante do dia em que te dá uma paz, uma serenidade. E se há momentos em que me sinto romântica é ao entardecer, no preciso intervalo de tempo em que o dia dá lugar à noite.
Sou uma incorrigível nostálgica! Hoje pelas dezoito e vinte e oito, como comprova o gugule era este o ocaso do sol.

18:28
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016 (WET)
Pôr-do-sol em São Gonçalo

Já não sabia como era...

...andar de autocarro.
E, hoje, foi o dia. Ainda telefonei ao mê senhor e ao mê genro, mas eles trabalham, caramba, e não me podiam dar uma boleia.
Não há volta a dar, tenho de viajar de camioneta.
Entro e procuro um lugar no "rabo da lancha" como se costuma dizer, pois que à frente estavam os velhos - com licença, os cambados, as grávidas. Mas é para trás que vão os adolescentes de telemóvel em riste, os alcoólicos a cheirar a vinho e os de meia-idade que falam alto, além dos desdentados, e de um mulher que tresandava a mijo e fez o obséquio de se sentar ao meu lado. E começou a fazer perguntas, Juro que com a falta de dentes, o mau hálito e o cheiro que deitava do corpo, não me apetecia nada encetar conversa com ela, então tirei o meu brinquedo - a lambreta e toca a fazer um Candy Crush. Mas a trambolhada da mulher não se calava. Ainda bem que saiu duas paragens após o início da viagem. Juro que, pela minha cabeça, passou-me uma vontade de lhe apertar o pescoço.

Sento-me e sinto-me aliviada. Tiraram-me um peso das costas

Uma "amiga" do feicebook ofendeu-me durante uns tempos, nada se passou com ela mas, a relação de amizade que eu tinha com os pais dela simplenamente acabou, por cenas, atitudes e comportamentos que não são admissíveis em pessoas ditas "amigas". Ela, por ser filha do casal, achou de defender os seus, sabendo só e tomando conhecimento das cenas passadas pela parte deles, portanto, só ouviu, se assim se pode dizer, uma parte e tomou logo partido.
O feicebook era o lugar comum onde me ofendia sendo as Minhas Pulgas, o mote de escárnio, como se elas tivessem algo a ver com o que se passou. Eram frases, fotografias, tudo com uma baixeza de atitudes, mas também, conhecendo, agora, os seus progenitores como os conheço, acredito que tem a quem sair.
Mas continuámos " amigas" no feice e porque não?, não é por isso que se estraga uma amizade. Ela agiu de forma incorrecta, é certo, mas, para ficar a bem os pais tomou a iniciativa de partir para a ofensa barata e sem conteúdo com alguém que sempre a defendeu quando os seus pais diziam cobras e lagartos da sua própria filha, numa época em que não se falavam. Mas é assim, não é!?
Ontem bloqueou-me. Agora sim estou serena, sei contudo e seguramente que da parte dela não verei mais nada no feice a me ofender.
Obrigada, amiga, estimei. Agora posso abrir o feicebook sem ser bombardeada com palavras e atitudes que tornam um ser humano abjecto. Fica bem

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Há dois anos nesta relação

Fez dois anos que encetei uma relação com ele. Assim, sem mais nem menos, meteu-me na cabeça que gostava de o ter, e sempre que o via através da vitrina, babava e mentalmente dizia: "ai se tivesse dinheiro era já".
Passava o tempo e o dinheiro não entrava, mas também não saía melhor dizendo, e eu desesperava por tê-lo no meu colo, a tocar-lhe, a esfregar o dedo...
Nada, shite, mas para que queres agora aquilo? Perguntavam-me. Ora, e porque não?! Náo é por ser entrada na idade que já me esqueci de como é bom amaciar, procurar, descobrir novas técnicas, ter algo só meu para brincar.
Até que um pouco antes de fazer 58 anos já desesperada ele veio aos meus braços: a minha lambreta querida do coração oferecida pelos meus filhos, genro, nora, netos e claro, o mê senhor.
Minha lambreta, meu tablet, meu pequeno brinquedo que, tal como uma criança de dois anos não vive sem o ter. E como diz o mê Gu-Gu: "é o que sempre sonhei."
E há dois anos que dura e dura...

Quando as crianças são os reis da casa. E mandam e desmandam

Quando os príncipes e princesas, como agora se banalizou, são reis e rainhas da casa e decidem o que fazer sobre assuntos de adultos.
Bole-me com o sistema nervoso central quando presencio pais a deixarem a decisão para as crianças sobre assuntos da vida familiar.
Entendo que elas sintam a necessidade de se sentirem presentes com a sua opinião mas deixar a decisão para crianças de tenra idade é dar-lhes uma tarefa, um peso, demasiado pesado para transportar. E sofrem por não poderem solucionar os problemas da família.
Excelente artigo este que li, hoje, e não posso deixar passar sem partilhar.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Olha, ouvi dizer...

...que, hoje, é o dia mais triste do ano. É verdade, sim senhora. Já olhei para a conta do banco e ainda não caiu nada lá. Além de ser triste é um dia de tesos, de mal-humorados e ansiosos que caia lá no sítio do costume a dita coisa que faz os ânimos levantar, dá alegrias e faz sorrir.
Eu estou com um humor de cachorro, não por ser o dia depressivo mas por não ter cacau...
Ai como me sabia bem um cacau! Quente, espumoso e docinho!

domingo, 17 de janeiro de 2016

Pronto, está explicado

Diz que "filhos de mães mais chatas têm mais sucesso".
De acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, os filhos de mães mais rígidas e exigentes têm mais sucesso a nível profissional do que os educados por mães mais "macias".
Coitados dos meus filhos que foram educados por uma mãe déspota, malévola e autoritária. Pobres sim, mas com muito sucesso a nível profissional, e ricos de sentimentos. Só que com a genética não se brinca. Coitados dos meus netos!
Oladilha!

Digam-me só uma coisinha!

É, a modos que, uma dúvida que m'atormenta!
Ora aqui vai disto...Quando vocês por um motivo qualquer que para aqui pouco importa, deixam de se relacionar com alguém, chegando ao ponto de cortar com a relação, cortam também com os membros da família ou esses ficam isentos do corte?
É que, pelo que me apercebi há pessoas que deixam de falar com todos os membros da família, quando cortam o elo de amizade com um.
É assim?
É, sem dúvida, uma dúvida que m' assola o espírito.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Vai de mal a pior, agora é para trabalhar 35 horas?

Ora muito bom dia que esteja tudo bem, assim espero. Venho cá só mesmo para desabafar, aliás, acordei desabafada, com imenso frio e por isso vou continuar desabafada e com uma vontade mórbida de torcer o pescoço a uma galinha. E vou mostrar a minha indignação, se me permitem.
Ouvi dizer, que agora vamos trabalhar 35 horas? Mas, querem-me obrigar a trabalhar? E logo 35 horas!? Mas esclareçam-me: é por dia, por mês ou por ano?
É que por ano ainda "dou um jeitinho", como diz a dona Ana, a minha cabeleireira, sempre que vou lá, uma vez por ano, se tanto. Por mês já vai custar e por dia será impossível.
Eu estava bué de satisfeita por trabalhar, menos que isso e ouvi dizer com estas orelhas surdas com 'um poço sem água que retine por todo o lado c' agora é para trabalhar 35 horas?!
Mal-injusto! Eu que estava bem assim a modos que com pouca coisa... Entendam: não quero trabalhar 35 horas. Recusado. Entendido?

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Estou num dilema

Aliás é mais que isso, poderia dizer num decilema, uma vez que são dez os candidatos à Presidência da República, um leque tão diversificado de nomes, profissões, idades e ando aqui à espera que surja o ideal. Tipo el rei Dom Sebastião-o Desejado.
Não sei em quem votar, quiçá a mistura de todos, desse o perfeito mas, para isso, teria de os meter todos no liquidificador e aproveitar o que de lá saísse.
Ingrato, não?

Gente bem com a vida

Há dias li que gente bem com a vida não inferniza a vida alheia, gente bem com a vida parabeniza, fica feliz quando um outro está feliz, não interfere nas atitudes das pessoas, não, desculpem, chateia os demais.
Gente bem resolvida esteja onde estiver irradia felicidade, gente que não precisa de esmiuçar o que os outros fazem, como fazem e porque fazem, com instintos de malvadez, para serem aceites...
Gente bem com a vida não faz de vítima para que se sinta pena.
Gente bem com a vida é feliz e faz os outros felizes.
Eu vivo rodeada de gente bem resolvida. Faço por isso. Tento afastar aqueles que vivem mal com a vida e que estragam a dos outros. Tento, vá!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Quando alguém rabiça...

...dentro da piscina toca a tirar a canalha toda de lá de dentro, mandar-eles pá outra, pá grande, pa limpar o rabiçado.
E foi assim c' aconteceu, depois de meia hora a nadar há uma buzica que se lembra de abrir a boca e aqui vai disto...
É ver-eles todos a tremer ca água da piscina "dos grandes" é fria pa déu-déu.
Taditas das Minhas Pulgas!

Tenho uma coisa a vos dizer...

...mas de momento não posso. Fica para depois, sim? Porque agora é hora de calar a boca e fechar para que não saia a tal coisa... E quase rebento!

Eh, pá ca nojo!

Em tempos idos almoçava com uma colega que tinha por hábito falar com a boca cheia e eu, que me mete nojo estas cenas, tinha de ver o bolo alimentar desfeito antes de descer pela goela abaixo.
Um certo dia era canja ao almoço. Mais valia ter vindo para casa com as tripas coladas às costas para não ter de ficar enojada com o que vi.
E que viste tu, mulher do demo, perguntam vocês?
Ora o que vi eu!
Ela adorava chupar os pescoços do frango e atão muniu-se de todos os que nadavam na panela. Até aqui nada de mal, embora a chupada irritasse até o diabo. Mas ela chupava os ossinhos do triste do frango e falava ao mesmo tempo. Ca nojo, caramba! Depois...
Bem, depois deitava dentro da taça da canja os ossos já chupados. Sim, na taça onde continuava a comer...
Esta mania que tenho de embirrar com gente que chupa, mastiga de boca aberta, lambuza os dedos, palita os dentes e por aí fora...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Admirados!?

Eu também. Hoje é dia de...
Engomar, engomar e depois de engomar vou engomar.
E se calhar, se tiver um tempinho livre vou passar a roupa a ferro. Mas isto só depois de engomar.
Uma mãozinha dava tanto jeito uma vez que as minhas duas vão estar ocupadas!
A engomar, pois tá claro! Atão, que mais!
E, se estivesse aqui, junto a mim, o George Colunas diria com a sua voz melosa: what else!
Vamilhá a pôr as mãozinhas na tábua...

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Dá-me uma comichão no céu da boca

Estando eu sentada na galeria das piscinas vendo as Pulgas na aula, estando eu num banco e havendo outros bancos disponíveis, estando eu a desejar espaço eis que vem uma senhora e pergunta se pode sentar-se. Se o banco fosse meu diria que não, mas como pertence às piscinas e é público não fiz questão.
Mas mais valia ter dito que procurasse outro! A dita senhora -mamã de um criança que estava na água não parou de dar dicas ao filho...."estica o braço, bate os pés, endireita a touca..."
Que irritante, ainda mais que ele estava na presença do monitorno decorrer de uma aula. Mas ela é que percebia do assunto. E se vos disser que estávamos a mais de vinte metros acima da piscina? E se vos disser que ela gritava para se destacar no meio do ruído da água, mais os assobios do monitor, mais a algarviada das crianças?
Queredo! Há mães que subestimam os filhos. E os professores. E a sociedade em geral.
Eu, farta do assunto e com o céu da boca a arder de comichão levantei-me e procurei um espaço mais sossegado

Uma má imagem!

Para quem acompanha o campeonato de futebol da Liga Portuguesa sabe que, muitas vezes os encontros entre Nacional, União com outras equipas não se realizam devido ao nevoeiro. Um esclarecimento que se impõe: a Choupana fica situada no alto da montanha, não é de todo o melhor sítio para um estádio, mas adiante...
Sabendo que a Madeira é uma ilha montanhosa, e que é no alto das montanhas que se forma mais densidade de água, pode estar a nevar no Pico do Areeiro, pode nevoeirar na Choupana e não em toda a ilha. Os micro-climas fazem estas diferenças.
Por isso, minhas darlingues, custa-me ler o que dizem sobre o nevoeiro e a Madeira e a ligação que fazem uma com a outra.
A região é cheia de micro-climas. No mesmo dia numa saída de passeio apanhamos com as quatro estações.
Por isso, minhas e meus darlingues não julguem que por estar nevoeiro na Choupana está em todo sítio. É desagradável constatar a generalização do micro-clima da Choupada para toda a ilha.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Poncha de tomate inglês

Este fruto é uma delícia, agora imaginem uma poncha feita com esta maravilha. Delícia reforçada.
Esta que aqui está foi feita por mim, servida nestes copos do meu casamento - por isso têm 38 anos e só saem à rua nas datas festivas.
Estão fora do armário isto quer dizer que houve festa.

"Uora" se o hábito faz o monge!

Era de hábito o relógio da sala estar na parede em cima do móvel da televisão mas eu, rapariga dada a mudanças e, uma vez que não posso mudar a casa (por ser imóvel, canão já tinha sido), tudo o que seja móvel eu arrasto de um sítio para outro.
Ora, como estava a dizer antes de me perder nos entretantos, mudei não o relógio, embora não seja imóvel, mas o aparato onde está a televisão. Uma mudança de ano novo. Agora é ver-me olhar infinitamente para cima da televisão a fim de ver as horas e minutos.
Ainda dizem que o hábito não faz o monge! Atão porque razão sinto-me como se fosse...

Nunca mas nunca mais!

Como referi, pintei as unhas ontem ao fim da tarde já com a luz da lamparina acesa enquanto esticava as canelas na cozinheira do quarto de jantar.
Hoje, ao olhar para elas pintadas de "vermelho-benfica", pronto, vermelho-diabo, até me deu uma volta nas tripas e uma vontade mórbida de bater em mim mesma.
Atão não é que estão tão mal pintadas como se tivessem sido pintadas pelas Minhas Pulgas? Caramba, que falta de vista! Ou melhor dizendo: que falta de jeito!
Não senhora e não senhor - se houver por aqui algum, não ponho a fotografia...eu sei que querem ver (gozar) mas não vos dou esse prazer. Nunca na vida!
A minha cabeça e a minha precisão já são só vestígios...

Muito m' admira!

Fico assim a modos que parva quando vejo críticas ao estilo de vida dos outros, quando a sua própria vida é - quanto a mim e aqui mando umas postas - insossa. Pessoas que julgam a dos outros mas, olhando de fora, tal qual eu a vejo a delas é, também, sem cor. Tão negra e branca! Será inveja esta mania de negativar o que se faz ou não, denegrindo o que se coloca nas redes sociais? A vida como as pessoas entendem de a levar só a cada um diz respeito.
Façam uma introspecção, olhem-se bem no espelho, julguem a sua antes de achar que a vida dos outros é mal vivida.
A inveja por não ter a vida que lê/vê nas redes sociais é o mote para a falácia que se vê nas mesma redes sociais.
E nunca acaba!

domingo, 10 de janeiro de 2016

Eu estou e vocês?

Unhas feitas, pintadas de vermelho assim como se quer e se gosta (sou mulher que ataca nos vermelhos e não se cansa), pijama vestido, manta nas pernas, televisão ligada mas nem estou a ver nada (estou a escrever não!?), roupa na máquina para tirar e colocar no estendal, jantar por fazer mas já se remedeia "calquercoisinha", domingo a ir...
E, como sempre aquela moleza do caracol a penetrar...
Nada a fazer, estou feita numa lontra... e pronta para descansar! Vamos a isso!

Primeiro mata e depois reanima

Um médico russo matou com um único soco um paciente no hospital que havia desrespeitado uma enfermeira. Já com o paciente morto no chão, ele - o medico desata aos murros e pontapés num outro que entrara no gabinete, passando, até pir cima do paciente esticado no chão, num total desresorito oela vida. Depois, quando viu que ele jazia inanimado no chão e, quiçá, com a cabeça fria, reflectiu na atitude e tenta reanimar o doente. Aí sim, ficou aflito e chama por ajuda. Inglório.
Já estava morto e, desculpem, bem morto como se costuma dizer.
Mas para onde caminhamos Senhor? Que foi feito da tua infinita bondade?
Cada vez mais atónita com o ser humano!
Confiram o vídeo aqui.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Acabou, ufa c'alívio

Estava deserta de ver o pinheiro desmontado e arrumado.
O Pai Natal descansa dentro da caixa ou, quiçá, foi de volta à sua terra-natal.
Adeus berloques da Festa, adeus época natalícia, adeus tudo o que se refere a Natal.
Tudo arrumado em caixinhas, caixotes, caixões...
Até pró ano, perdão até Dezembro porque "Natal é em Dezembro".

Ortorexia, sabem o que é?

Vamos por partes, orto quer dizer correcto, orexia significa apetite.
É, basicamente, um distúrbio mental e há cada vez mais pessoas com este transtorno alimentar.
A busca pelo corpo perfeito, o medo das doenças, a obsessão patologica por uma alimentação saudável, por uma dieta rígida, a rejeição de alimentos considerados "não saudaveis" com o objectivo de atingir uma saúde perfeita desenvolve a ortorexia nervosa.
Este distúrbio faz-se observar na população mais informada, levando a que seja uma obsessão com a análise e leitura de rótulos, contagem de calorias..
Portanto, um distúrbio dos nossos dias e dos que tentam seguir uma linha de alimentação saudável esquecendo que o nosso corpo precisa de todos os nutrientes pecando por excesso de preocupação.
Já dizia meu sogro, homem sabedor que, todos os excessos são prejudiciais. Ou, em linguagem vulgar, usando um adágio popular: " Nem tanto ao mar nem tanto à serra".

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Estou possessa

Tenho um convite para jantar, já confirmei a presença, aliás, telefonei a perguntar se sempre era hoje. Resposta confirmativa.
E sabem?, esta chuva deixa-me desadorada, com uma pachorra de lontra...
Mas vou, "uora" se vou nem que para isso mande um fax ao meu amigo Pedrocas a pedir de joelho no chão que pare esta treta ementes eu saio de casa, depois pode chover a granel...
São manias são, pensem isso se vos aprover, mas depois de uma certa idade a gente cria umas cenas foleiras, perdão parvas.

Saiam da frente se faz favor!

Estou com um humor de cão, nada pode tirar este irritamento que tenho em todo o corpo. Hoje estou a modos que "para o diabo me levar" de tanta raiva. Por isso saíam da frente que vou começar a ser agressiva, vai a soco e pontapé, logo eu que sou lave pice ande rapinesse (em inglês, pelise).
Uma raiva poderosa que se alastra minuto após minuto e sempre que olho para a rua.
Atão não é que hoje, aqui, neste pedaço de céu, chove facas e canivetes? E vocês, minhas darlingues, sabem do meu (mau) relacionamento com a estúpida da chuva. Esta parva cai do céu sem um esteio pelo meio. E o meu (mau) humor aumenta consoante a carga d' água que cai das nuvens.
Rásparta, como detesto chuva! E nevoeiro e frio!
Dilemas de quem se acostumou a viver ao sol e assim que vê uma gota de chuva fica possessa como o demo.
Mas isto não fica assim! Ai não não...Vai piorar...o mau humor e a chuva!

Em Madaya não há cães nem gatos

É uma cidade síria situada a 25 quilómetros de Damasco onde não há cães ou gatos. Foram comidos pelas pessoas.
Esta notícia choca-me tanto e nem consigo imaginar a pobreza, o grau de destruição e a miséria em que estes seres vivem. A Cruz Vermelha confirma que já há pessoas a comer plástico. E só penso nas crianças e idosos, seres sem defesas...
Só hoje é que o governo autorizou a entrada da ajuda humanitária.
Que mundo este e de que forma faz a guerra!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Parece que foi ontem!

Pois parece, mas foi há 38 anos que dei um nó tão forte com o meu parceiro que não se consegue desatar.
Foi no dia sete de Janeiro de 1978 que eu, na altura com vinte e dois anos, casei.
E parece que foi ontem!

Estou deserta

Agora é o novo termo da juventude.
Ainda há dias uma adolescente da família dizia-me que: " ele (o namorado) está deserto por conhecer a tia".
Deserto?, perguntei. "Sim, tia." E logo na minha mente procurei o significado e, lembrando o deserto pensei que era vazio, solitário, mas não fazia sentido.
Achei que "deserto" substituía desejoso, entusiasmado por algo que vai acontecer. E acho que sim significa "desejoso, expectante".
E hoje estou deserta para que chegue o dia de arrumar a lapinha, o pinheiro, as gambiarras, as bolas, sinos, espiguilhas e tudo o que faz parte da Festa.
Mas, como se dizia antes, "estou morta por arrumar". E farta de ver, fartinha...e deserta...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Pais!? Para onde foram?!

Não se pode chamar pai ou mãe a quem tira a vida a um filho, quanto muito progenitores, ou dador de células...
Ainda ontem referi que um bruta-montes senta-se em cima do filho até matá-lo, um outro mata por não poder jogar um jogo na consola, e hoje, aqui, na minha terra, neste pedaço de céu uma mãe mata o filho, com produto tóxico depois ingere ela própria o mesmo.
Não entendo a humanidade nem estes actos tresloucados de progenitores dadores de células.
A sério, onde estava o bom-senso o amor pelo filhos nesta altura em que um pai ou mãe deliberadamente tira a vida a quem deu a vida? A quem devia proteger a vida com a sua vida?

Momento "EURECA"

Aquele preciso momento em que percebes que perdeste belas e velhas amizades por teres andado, durante um tempo, com pessoas que não valem nada.
O que é mau desintegra-se sozinho, egoístamente só. Ou a dois.
Ou, então, o momento "Poça, Caramba o que perdi".

O segredo de uma noite bem passada?

Rir é a resposta. E foi isso que aconteceu. Uma excelente noite na companhia de excelentes amigos com comida para lá de boa, para não repetir excelente.
O encontro de velhas mas (excelentes) boas amizades onde só vale rir e reviver momentos passados em conjunto. E o relógio que não dá tréguas a lembrar que hoje é dia de trabalho, mas o companheirismo é mais forte e ficámos, esquecendo as horas e comemorando as Festas.
Uma noite excelente, caramba, não me ocorre outro adjectivo, com uma temperatura agradável e risos, muitos risos porque quando revivemos cenas antigas dá vontade de rir. Porque éramos (e somos) alegres e temos muito para reviver.
E já se marcou a próxima! Porque até o "Varrer dos Armários" é Natal.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Oiço falar em frio. O que é isso!?

Já li que, hoje e nestes dias, tem chovido muito por esse Portugal Continental que até já nasce lodo debaixo dos braços.
Queridas darlingues digo o que disse ainda há pouco a uma antiga colega que trocou o belo céu e o fantástico clima da Madeira pelo de Portugal: Aqui, neste pedaço de céu andei todo o dia, e ainda estou, agora que sete da noite, de mangas curtas. As Minhas Pulgas de calções e blusinha.
Queridas darlingues, não sei, ainda o que é frio, pois que, no mês de Dezembro a temperatura rondou os vinte graus e, diz o Diário, que foi o mês mais quente desde 1950.
Portantes, chuva e frio nada.
Venhem praquí caqui à qué bom, como se diz em bom madeirense.

A foto que está no cabeço é de hoje às 13:30. Vêem três Pulgas?

Um bom pai, sem dúvida, é aquele que se senta em cima do filho!

Um bom pai é aquele que, pesando 122 quilos, se senta em cima do filho como castigo por não querer ir para a cama e mesmo com os gritos da criança a incomodar continua sentadito, só quando ela pára de gritar é que se levanta e vai até à garagem com a sua digníssima esposa fumar um cigarrito. "Ah, já te calaste!", deve ter pensado o homem magrito de 122 quilos mal pesados ao regressar a casa. "Aprendeste a tar calado e a não desobedecer ao daddy". Mas reparam que o menino está azulado, então chamam a ambulância. Nada a fazer.
Agora está sentadito, não em cima do filho, mas na cadeia à espera da sentença, que quanto a mim devia ser tão leve como o seu peso.
Mas leio cada coisa! Até me dá um nó nas tripas certos comportamentos...
Leiam tudo entrando por aqui.

Na tação ou na tacinha?

Se ontem foi dia de ginástica hoje é dia de natação. São as tais resoluções de Ano Novo.
Prometi a Moi-Même- a tal empregada doméstica do Caribe que limpa a mansão cá desta escriba,  que juntas havíamos de ter um corpo, não de iogurte mas de Sophia Loren. Ah, não sabem quem é?! Oquei, explicou noutro para não me perder do que "iva" (como dizia uma antiga aluna, castelhana de nascença) a dizer.
Pois, então, hoje é dia de natação! Rima até, que coisa gira...
Mas a natação não é para mim, não comecem a pensar que eu endoideci e passei a ser louca por desporto, nada disso darlingues, a natação é para as Pulgas, eu vou somente ajudar no despe-veste; despe-lava-enxuga-veste. E fico sentada na plateia a saborear o prazer que tenho de ver os outros felizes.
E as Minhas Pulgas são felizes.
Vamilhá, então, nadar na tacinha que na tação não é para mim nem para Moi-Même.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

E foi dia de saltos e cambalhotas

Estou enferrujada. Reiniciei as aulas de ginástica mas, caramba, os ossos rangiam como portas com falta de óleo, parecia um filme de terror. Ainda olhei para mim a ver se me desmembrava, se saía algum osso ou cartilagem...
E digo a vocês que eu emagreci neste Natal, hip hip hurra...
E são dois a menos. Mas mesmo, com estas dores de estômago e a sensação de enfartada como posso comer?
Não interessa, digo e afirmo que para emagrecer só mesmo pondo uma presilha na boca e mais não digo.
Querem emagrecer, aí querem? Não comam.

Cansada! E com um camadão (de olhado)!

 É como me sinto hoje.
Ando com dor no estômago, quiçá, da variedade e mistura de comidas da Festa ou então é "um camadão de olhado"* que tenho.
Sabem a que me refiro, não? Conhecem a sensação de ter um olho mau a nos perseguir que nos deseja mal? É isso.
Vou mazé fazer uma cura e como se faz?, perguntam vocês.
Ora bem, eu nasci para vos ensinar...
Deitam cascas de alho e ramos de alecrim seco num tacho, pegam lume mas, cuidado para não ir a casa pelos ares, deixam queimar e inspiram o odor a perfume de alecrim. Limpa o olhado, perfuma e purifica a casa.
Poças, mais parece que tenho uma nuvem negra de inveja em cima de mim. E me persegue!
Rásparta!

*É recorrente usarmos esta expressão, principalmente quando alguém boceja constantemente.

Na minha cama com ela

Ela voltou. Há já algum tempo que não a sentia tão próxima, mas esta noite ela fez-se sentir.
Deitei-me já com o sono nos olhos e depois numa reviravolta ele sai da cama e chega ela: a insónia. E fico ali à espera que ela dê lugar ao sono.
E enquanto ela permanece fico no limbo dos pensamentos. E tantas cenas da minha vida passam por mim, geralmente, aquelas que tento esquecer.
Está noite foi assim, um reviver de feitos passados! Porque a minha vida não é perfeita! Porque a gratidão é uma palavra que não existe no vocabulário de certas pessoas.
Mais valia ter passado a noite na revelia. A rir...

domingo, 3 de janeiro de 2016

O que faz a simpatia

Num passeio em que demos com um casal - que eram amigos na altura, o mê senhor quis ser simpático em passar as fotografias do cartão de memória da máquina fotográfica desse casal para o nosso computador porque o cartão estava cheio e não tinha outro para substituir. Até aqui tudo normal só que o cartão tinha vírus e imaginem quem ficou viruloso. Claro, o computador cá da gente. E, o mais engraçado, é que o palerma ainda se riu e gozou quando lhe dissemos que o computador teve de ser formatado devido ao vírus passado do seu cartão.
A gozar que "a máquina tinha virus". Parvo, o que tinha virus era o cartão não a máquina. Uma pessoa faz-se simpática em passar as fotografias, fica com o pc com virus, nem exige o dinheiro do conserto e ainda gozam. Com amigos destes...

Gémeos de anos e dias diferentes

Dois bebés gémeos nasceram um no dia 31 de Dezembro de 2015 e o outro a 1 de Janeiro de 2016. Mas que coisa insólita! Atão não apressavam ou retardavam o parto?
Só mesmo na América!
Em Portugal ao entrar no primeiro ciclo, aí sim, um entra num ano o outro no ano seguinte. E são gémeos.

Vá lá respondam

O mê Gugu, o busico de seis anos, perguntou-me, e juro não sei responder, porque razão o país Peru tem este nome. Se era por os habitantes comerem demasiado  - segundo ele, perú ou se o país tem a forma de um perú?
Por isso deixo aqui no ar a pergunta. Responda quem souber.
(Juro que já fui ao mapa ver a configuração do dito só numa de confirmar que não tem a forma de um perú).

sábado, 2 de janeiro de 2016

Meu rico filho!

Certamente deve ter dito esta expressão a minha amiga Dolores Aveiro à sua moda madeirense quando recebeu no dia 31 de Dezembro, dia em que fez 61 anos, um Porsche Boxster oferecido pelo seu filho, com um valor calculado em cem mil euros.
Caramba, eu não sou invejosa, mas desde já digo que também no final deste ano vou fazer 61 anos e seria uma bela prenda para receber da mão do mê Bisalho. Como disse não sou invejosa, e não preciso de um Porsche de cem mil euros, mas um Mercedes caía bem na mão. Aliás, eu não o deixaria cair...

Vou tentar...

Mas é difícil, não é?

Mas interessa?!

Estávamos na cama, eu entre as duas Pulgas mais velhas: eu a contar a história elas atentas ao romance e começo como todas as histórias começam...
"Era uma vez um princesa que vivia num palácio tão grande e com umas torres tão altas que ela demorava um ano a subir até elas."
Sou interrompida pela Baixinha, a de sete anos, espevitada como uma bimbi à moda antiga, que me diz que falta uma "coisinha".
O quê?, pergunto eu já à procura do detalhe que faltava.
"Não disseste se o ano era comum ou bissexto".

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Para que fique registado

De 1030 seguidores que tinha restam 961. O resto esfumou-se nas brumas da memória. Mas que raio de coisa aconteceu? Segundo o que ouvi dizer há mais blogues com esta cena de seguidores a desaparecer como Dom Sebastião no nevoeiro.
Alguém sabe, na realidade, o que se passa? Só numa de me "alucidarem"...

O que se faz no primeiro do ano faz-se todo o ano

Para fazer jus à frase e para que eu faça todo o ano o que fiz hoje resolvi não fazer nada, assim para justificar a ideia que as Minhas Pulgas têm de mim.
E digo: roupa para colocar na máquina um ror dela, roupa para dobrar outro ror, roupa para engomar mais um (hor)ror, regar, bem, o Pedrocas erncarregou-se, lavar a loiça é a tarefa do cabeça de casal, como dizem as Pulgas, e mais não digo, mas só digo que hoje foi a modos que passear as pernas e andar de baique, eu não gente, as PULGAS.
Portanto, o que se faz no primeiro do ano é para fazer todo o ano. Nada a fazer...

Nem tudo o que parece é

Ontem depois do fogo fomos em bando à cidade para a tradicional primeira fartura de  ano novo. Pulgas cheias de pica a saltar e reparam que num carro que passava a senhora sentada ao lado condutor dormia.
Eu digo que, quiçá, trabalhou durante o dia e está cansada.
"Mas estamos de férias" diz Gu-Gu. "Tu estás, a senhora não. É como vocês dizem que eu não faço nada, que sou reformada e por isso não posso dizer que estou cansada. Mas eu faço muito".
"Pois, vês televisão, jogas Candy Crush, vês a novela"...diz o rapaz de seis anos.
"Lavas a loiça"...salta em defesa a Maiveilha, de nove anos que ia dizer mais quando...
"Mana, quem lava a loiça é o avô", diz Baixinha, de sete. "Nem isso a avó faz".
Agora estou aqui desolada! Vou mazé fazer um joguinho sentada em frente à televisão, a ver Disney Channel, enquanto não dá a novela.
Avó sofre...