Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sábado, 14 de janeiro de 2017

O varrer dos armários




Aqui, no meu rural, o Dia de Santo Amaro marca o fim das Festas, o dia em que se desmancha o pinheiro e se guarda todos os ornamentos do Natal.
Ontem e hoje é dia de varrer os armários ou seja, comer tudo o que restou do Natal. É o momento de guardar os frascos de licor.
Por esta época as pessoas reunem-se em casas de amigos para dar fim das iguarias da Festa.
Como manda a tradição, e eu sou rapariga de cumprir à risca, logo vou a casa de amigos para "varrer os armários".
Ora bem, aqui deixo umas quadras da época

Dá-nos licença de entrar
Ó minha rica vizinha
Queremos varrer os restos
Que sobraram da lapinha

Vamos varrer a lapinha
Deixai-nos entrar senhora
Trazemos connosco a pá
E também a vassoura

É o Santo Amaro
Que hoje aqui vem
Varrer dos armários
Os restos que tem.

Por isso meus e minhas darlingues hoje é dia de festejar o santo. O Santo Amaro.

2 comentários:

  1. Todas de licor, Giselda ?
    É preciso ser muito amarga, caneco !...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ahhhhhhhh, tá boa amigo.
      Mas lembra: tambem ha licor amargo
      Kis:=)

      Eliminar

Como? O que disse?
Não ouvi nada.
É melhor escrever...