Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Não acreditem...

Li, nas voltas que dou na minha lambreta pela internet, que colocar uma colher de pau em cima da panela, assim atravessada, quando está ao lume a água não verte. Ai não?! Atão porque tenho tanta água na placa de indução!?

Olhem eu deixei a colher e fui à vida, mas sempre renitente nestas dicas, de vez em quando ia deitar o olho à panela. Meus queridos e minhas queridas...."Aquilho à que era! Era água... era sopa... era um dilúvio maior que o do Noé.
Nunca mais acredito!

2 comentários:

  1. Olá Avó Gi

    Não se pode acreditar em tudo o que se lê na Net. Eu também aprendi à minha custa. Ao princípio reenviava às amigas as dicas que recebia, mas logo me dei conta do mesmo que tu. Então passei a testar tudo. Gosto de experimentar para ver se dá certo, mas sempre "de sobreaviso". Não vá o diabo tecê-las e ficar como tu, com o fogão e a cozinha para limpar! Bom fim de semana. Bjs da Bombom

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  2. Sou Belga e gosto muito do seu humor
    Amo Portugal e adoro Madeira
    Escrevi sobre Madeira este curto texto com muito amor o seguinte

    Ao Senhor João Zarco, uma carta de agradecimento. Não o faço num pergaminho como era de costume em mil e quinhentos, mas por meio dum mail. Quiçá o Zarco abre a mensagem sem perder a calma. Afinal foi ele que descobriu a ilha da Madeira contra a vontade da tripulação que receava ser sugada pelo abismo. O rei recompensou-o generosamente e os Madeirenses honram o herói com estátuas imponentes. Também agradeço ao descobridor, porque tive férias maravilhosas.

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