Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

E hoje vi "A Condessa"

Ando numa onda cinéfila e a beber tudo o que passa na televisão. Não posso fazer todos os dias porque tenhoa Pulga, a maiveilha, para almoçar, mas à noite quando o silêncio impera ponho a televisão alta e...não alta, que eu não a tiro de onde ela está para a colocar mais acima, "alteio" o som (não tanto como estão a pensar, e não venham os maldizentes anónimos dizer que há a lei contra o ruído) é assim "maizómenos" e vejo os filmes que gravo.
Que querem? Agora deu-me para isto e podia ter-me dado para pior!
E atão como estava a dizer, gravei e vi: "A condessa"

Sinopse:
Baseado na história real daquela que foi recentemente incluída no Guinness Book of Records como a maior assassina de todos os tempos. Elizabeth Bathory sacrificou tudo por amor. E sacrificou outros por beleza. The Countess é um filme sobre a condessa Erzebet Bathory. É o terceiro trabalho de direcção de Julie Delpy, que também estrela o filme, no papel da Condessa. Delpy tem dito, do projecto  que ele "soa como uma história gótica, mas é mais um drama. É mais centrada sobre a psicologia dos seres humanos quando lhes é dado poder.

O filme é um drama de época sobre a Condessa Bathory, cuja lenda diz que ela acreditava que se manteria jovem banhando-se no sangue de virgens e, para isso, assassinou mais de 650 pessoas, a maioria mulheres jovens e virgens.

Se quiserem saber a sua história é só seguir este caminho

Ontem vi o "Cavalo de Guerra"

E, porque já tinha tudo limpo e arrumado cá em casa (mentira, tenho montes de pó debaixo da cama e dos tapetes) resolvi ter um afére (inglês) com o sofá, e colocar-me em cima dele para uma sessão.
Depois de passar a lista de todos os filmes gravados à espera de um dia em que estivéssemos sozinhos, eu o e o sofá, quedei-me pelo "Cavalo de guerra".
Pensava eu que era cenas de guerra e cavalos, mas não. É a história de uma paixão acavalassadora (se é por um cavalo!) de um rapaz por um cavalo.

Sinopse
Em Devon, Inglaterra, enquanto a Primeira Guerra Mundial eclodia, "Joey", o cavalo de Albert Narracott, é vendido para a Cavalaria do Exército e enviado para França. Joey serviu nas Forças Armadas do Reino Unido e da Alemanha, e é pego por fogo inimigo; morte, doenças e o destino levam-no a uma verdadeira odisseia, servindo em ambos os lados do conflito antes de parar sozinho no meio da Terra de ninguém. Mas Albert não se esqueceu de Joey e, ainda jovem demais para se alistar no Exército, ele embarca em uma perigosa missão para encontrar seu cavalo e trazê-lo de volta para casa em Devon.


Cavalo de guerra 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O discurso do rei

Sinopse
Desde os 4 anos, George (Colin Firth) é gago. Este é um sério problema para um integrante da realiza britânica, que frequentemente precisa fazer discursos. George procurou diversos médicos, mas nenhum deles trouxe resultados eficazes. Quando sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter), o leva até Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala de método pouco convencional, George está desesperançoso. Lionel se coloca de igual para igual com George e atua também como seu psicólogo, de forma a tornar-se seu amigo. Seus exercícios e métodos fazem com que George adquira autoconfiança para cumprir o maior de seus desafios: assumir a coroa, após a abdicação de seu irmão David (Guy Pearce).

Vi e gostei. Disseram-me: "não gostei nada, vi e dormi em todo o filme"; outra pessoa disse-me também que a meio do filme "pescou bodiões" e saiu.
 Arrisquei ver e sabem? Adorei. Tola e sentimental como sou, sempre com a gota no canto do olho até chorei no final. Moi-Même sentada ao meu lado (mas não é que sempre que me sento ela "embuseira"-se também?) olhou de esguelha para mim e entre dentes, resmungou: "esta parva, há-se chorar sempre a ver um filme!" Só depois é que constatei que ela enxugava uma rebelde que teimava em escorrer.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O Rapaz do pijama às riscas

 Sinopse

Um rapaz de oito anos, Bruno, é o protegido filho de um agente nazi cuja promoção leva a família a sair da sua confortável casa em Berlim para uma despovoada região onde Bruno não encontra nada para fazer nem ninguém com quem brincar. Esmagado pelo aborrecimento e traído pela curiosidade, Bruno ignora os constantes avisos da mãe para não explorar o jardim, por detrás da casa, e dirige-se à quinta que viu ali perto. Nesse local, Bruno conhece Shmuel, um rapaz da sua idade que vive numa realidade paralela, do outro lado da vedação de arame farpado. O encontro de Bruno com este rapaz de pijama às riscas vai arrancá-lo da sua inocência e resultar no despontar da sua consciência sobre o mundo adulto que o rodeia. Os repetidos e secretos encontros com Shmuel desaguam numa amizade com consequências inesperadas e devastadoras.

Passou ontem no canal Hollywood pelas 21:30. Não vi, pois a essa hora há outras riscas para fazer como por exemplo: jantar, mas gravei e, como estava de nada agora mesmo (não, só roubei um pouco de tempo ao trabalho) e visualizei-o. Recomendo a quem ainda não viu. Ainda houve tempo para uma breve reflexão e o coração apertou em vários momentos não deixando soltar a lágrima. Eu sei, sou uma chorona compulsiva e choro por tudo e por nada. Mas este tema - Holocausto bole-me com os nervos.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Eu e elas: As Serviçais


E o canal TvCine passou na noite de anteontem o filme "As Serviçais" a uma hora bem do agrado de quem gosta de uma boa noite de filme, uma boa sessão de cinema: 2:50.

Hã? Como? Devem estar a perguntar. Exactamente às dez para as três da madrugada (como se diz por cá) ou como se diz no Continente às três menos dez.

Ora, eu que a partir da meia-noite já não funciona muito bem, e por mais que esforçasse os olhos e a mente, não ia aguentar até àquela hora para ver o filme. Atão gravei.
E vi ontem de tarde. Sozinha em casa, com o sofá todo para mim, a lastro, como se diz por cá.
 E gostei, claro. Mas há temas que me deixam com um amargo de boca. E este é um deles.
Se não viram, ainda, recomendo.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Megan is missing. E eu no sofá

E quando dizem: não vejas, não olhem, não é aconselhável, é quando suscita mais curiosidade.
Foi assim que aconteceu.

A Ana FVP  do blogue: Laranjaverderosa" publicou um poste (este, concretamente) acerca do filme "Megan is missing" com recomendações do género:...terror psicológico puro...assusta os pais e as criancinhas...bandidos que aparecem na internet...poupem-se a um aperto no coração...pesadelos nocturnos....filme pesado..


Prontes!  Caldo entornado! Sabem o que se faz nese caso, não sabem? Foi excatmente isso que fiz. Aquela vontade mórbida de ver o filme, de ter a minha opinião, fez com que roubasse logo da net e, à noite, sentada que de pé ia-me dar a "cangueira" nas pernas, vi.

É baseado em factos verídicos (foi este o motivo que impulsionou a minha curiosidade). E, de verdade, quando há filhos adolescentes e um computador ligado à net ao seu dispor todo o cuidado é pouco. 

domingo, 4 de março de 2012

Eu e o Albert Nobbs sozinhos em casa

Jantar de sábado foi uma reunião de jovens (eu incluída) de madeirenses. Madeirenses estes que saíram do seu rural para virem estudar no continente, entre eles uma antiga aluna minha.

Comida caseira e bem nossa: milho cozido com peixe. E foi mais ou menos assim: "minha mãe vai cozer milho, queres?" Resposta: "Eu adoro milho! Saudades! Conta comigo. E éramos sete mais a "madame" (projecto quase nora).
Um "panelão" de milho, uma travessa de pescada e muito molho (de cebolada), sim, que madeirense não come só o milho, tem de ter molho para pô-lo a nadar. E molhar cada colher na "molhanga" antes de a meter na boca. Foi literalmente um ataque ao molho.

Depois foram para a naite (inglês).Vamos? perguntaram-me. Eu sou jovem, sinto-me jovem, aliás ainda aguento uma noitada, mas...
- Não. Tenho um filme para ver - respondi.

E vi: Albert Nobbs.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

666 e o Génio do Mal

Seiscentos e sessenta seis é o número da Besta,  do Diabo, vá lá. Do Anti-Cristo.
Dizem que: O Anticristo será um homem que surgirá em meio às crises mundiais existentes, de forma que sua aparição surpreenderá o mundo. Seu governo se tornará, num curto espaço de tempo, num forte governo mundial unificando com sucesso todos os blocos de relações económicas e políticas existentes no momento. Com a finalidade de trazer a paz".

Isto a propósito dos filmes que tenho visto nestas noites num canal da televisão. Mas caramba, eu sei e não acredito em bruxas ( mas tendo em atenção o que diz Cervantes...), nem em bonecos diabólicos, mas causa-me sempre um mal-estar ver estes filmes.
Vi o "Génio do Mal". (Aliás dois de seguida. Acabou um começou outro, nem deu tempo a respirar). Aquele que o rapazinho chama-se Damien e tem o 666 no couro cabeçudo, e mata sem dó nem piedade: mãe e pai?

Ainda ontem era um boneco ventríloquo que matava pessoas. Eu vejo, mas depois sinto um arrepio que percorre desde o alto da cabeça até à ponta dos pés. Assim como um choque, uma descarga eléctrica. O pior é que tapo-me toda até ao nariz (deixo-o de fora para pode respirar, mas tapo a boca para não gritar, estou a caçoar) . Começo a olhar para o tecto do quarto e já vejo baratas, sombras que se movem, ruídos de fundo, bafo no pescoço. "Almas do outro mundo", penso. Fico cagadinha de medo, mas não consigo desligar a televisão ou simplesmente mudar de canal. Não. Eu vejo até final e quando chega ao fim, dá-me aquela vontade fazer um chichi e não saio da cama.
Portanto tenho medo, mas não admito que tenho.

E isto porque olhei para o número de seguidores e vi 666. Vá de retro Santanás.

terça-feira, 9 de março de 2010

A conspiração da aranha

Este filme é essencialmente para quem adora filmes de assassinos psicopatas.
Já o vi várias vezes e embora sabendo o principio o meio e o final, fico grudada ao ecran por uma simples razão: Morgan Freeman.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

"Mulhers assassinas"

"Mulheres Assassinas" é o título de uma série que a FOXCRIME transmite às Terças-feiras, pelas 21:30. (Repete às quartas-feiras de tarde e às Segundas depois da meia noite).
É baseado em factos verídicos.
É um produto da televisão (POL.KA) de Buenos Aires, Argentina.
Cada episódio retrata uma mulher e obviamente o que ela fez para acabar na prisão.
Deitem o olhinho se puderem.
Ui, arrepia.
Há cada mulher...