Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
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domingo, 4 de outubro de 2015

Fuji ao voto e à presidência da mesa de voto

Estou mal-humorada hoje, porque queria tanto cumprir o meu dever cívico, mas que culpa tenho eu da indecisão da múmia, perdão do presidente, na marcação do acto eleitoral? Sim, cherries, estas mini-mini-férias já estão marcadas muito antes do demo acordar para a marcação das eleições.
Se me causa revolta? Sim, claro. Se queria mostrar o meu desagrado pelos sucessivos roubos ao meu mealheiro? Também. Mas a indecisão da múmia foi a culpada por estar longe da mesa de voto. E logo eu que era presidente numa delas! E tive de declinar e toda a gente ficou a saber que ia estar a quilómetros de distância!
Mas, por vivermos num país de tricacu, por eu ainda por cima viver numa ilha careira como o diacho as viagens são marcadas com muita antecedência a fim de ser mais baratinhas...
E a indecisão da múmia...corroi-me os intestinos...porque eu queria...eu devia...eu merecia...mostrar o desagrado!

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Já cheguei-já comi-já me desterrei

Eita, gente, isto é mesmo grave. Já cheguei e fui logo meter-me naquela loja do diacho, aquela do primo mark, mas quem manda
Bisalho desta mãe galinha viver em frente ao aglomerado de lojas? É que daqui vejo as luzinhas a piscarem e sempre que piscam eu lembro-me de que preciso de "calquercoisa". Assim que descansei a valise, e foi logo na entrada da porta, fui às carreiras à loja do primo, ementes madame-nora fazia um arrozinho de marisco. É que tinha uma "listrinha" de compras. Eram meias, cuecas, pantufas, e camisetas, mais peúgas, camisolas, cortinas, lençóis e afins.
Agora, descanso as canetas no sofá. Vida de ilhota é mesmo assim, sempre que sai para a grande cidade vem com lista de compras.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Outubro está ao virar da esquina

E o mês inicia-se da melhor forma. Com umas mini-mini-férias. Iupi!
Por isso...
Unhas pintadas (de pés e mãos), mala arrumada, roupa engomada, janelas fechadas, flores regadas, horta limpa, corpo lavado e perfumado, orelhas asseadas, sovacos rapados.
Amanhã é só tirar as lapas e a espada do congelador e meter na mala, fazer as sandes para comer no avião, pronto, eu sabia que aqui iam rir de gozo, mazé assim mesmo. No voo que vou não há aquela bela refeição servida atão eu, que sou pobre como Deus, faço as sandes e só se compra  one borde rote choclate, ai vida de pobre!
As omoletes para o almoço das Pulgas está em confecção, a roupa que vou vestir no cabide, meias e cuecas não preciso levar. Agora é só esperar que as unhas sequem e ir pós braços de Morfeu.
Olhem, se não nos virmos até lá boa viagem, sim? Gradecida!

domingo, 23 de agosto de 2015

Podem dizer, sem medos, o quão conveniente é!

Não se riam, mas tive de "mercar" ou seja comprar, um parzinho de sapatos, assim baratuchos para desenrascar os últimos dias aqui, na cidade do barroco, uma vez que as previsões são de chuva.
Ora, eu, mulher previdente, desta vez esqueci-me (e vá lá, já sei que estão com aquele sorriso trocista), de meter na valise um par de sapatos para a chuva. Ora, cá pra mim, Agosto é verão, sol, dias quentes, calor, mas o Pedrocas anda mal de la tête e desaba com listradas de água em cima de mim. Não houve remédio para isto senão dirigir-me até aquela loja que começa com "Pri" e acaba com "mark" e escolher algo que cobrisse os dedos dos pés e os calcanhares.
Comprei umas sabrinas. Prontos, era só isso. Mas quem manda Bisalho meu morar em frente do "shopes"?

sábado, 22 de agosto de 2015

Eu penso na vida...

...e nas belas férias que acabam. Não dizem que "o que é bom acaba depressa"?
Foi isso mesmo. Mas fica a certeza que neste momento já penso noutras, porque está sou eu e não tenho tempo para mudar. Nem quero.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Muito bem explicado

Na pastelaria pergunto o que são "frigideiras", pois que uma amiga aconselhou-me a comer quando estivesse em Braga.
"Olhe, são umas coisas redondas com carne."
Fiquei esclarecida.

E depois das Bolas de Berlim...

...uma bela e gulosa Paella de Mariscos, não sem antes petiscar uma dose de gambas e pimentos padron "foice". E onde se come a bela da paella? Pois tá claro como água cristalina...
Em Baiona à beira-mar vendo as gaivotas. Ai ancas perdoem-me, mas tinha que ser! Depois eu compenso-vos com uma dieta à la carte, mas agora não.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Uma mulher não é de ferro!

É de carne e osso e, além disso, precisa de se alimentar, para dar de comer aos vícios, vá lá. E como a vida já por si só é amarga, há que injectar uma dose de açúcar granulado e dissolvido. Mas poupei no café. Café sempre sem açúcar para não engordar.
E que mal faz uma bolinha de Berlim com recheio de frutos silvestres? Faz algum mal?
Não, não faz mal nenhum. Só pesa na consciência. E nas ancas.

domingo, 16 de agosto de 2015

Ele está doente

Só pode. Com estes esquecimentos com que me tem brindado ultimamente tem sido complicado entendê-lo. Promete chuva e dá vento, como diz o outro. Difícil mesmo.
Eu até já penso em Alzheimer, credo em cruz, estes pensamentos matam-me, mas uma dúvida assola-me ao pensamento. Será? Ou será sinilidade? É que ele é velho e com a idade vêm as maleitas, é a modo que pacote completo.
Olhem para o dia de hoje: Verão, Agosto, férias e mais parece outono. O gajo anda trocado. Pedrocas, estamos no hemisfério norte e, supostamente, é, ainda, verão. Estás baralhado, homem do demo!
Dá-me sol, calor, dias alegres, sim? Custa muito?

terça-feira, 9 de junho de 2015

Eu sei o quanto se preocupam comigo...

...e com as minhas maleitas.
Ainda ontem fui à farmácia ali pós lados de Barcelos porque o meu olho, aquele mundo lindo cor de violeta que eu uso para ver, teimava em inchar, eu já só via Bar...em vez de Barcelos...
Atão tirei a senha lá na farmácia e, parece-me que toda a gente tinha adoecido, tal era a quantidade...e assim que me aproximei do balcão disse logo, antes que ele me atacasse...
"Boa tarde, estou cá de férias e tenho o olho neste estado". O rapazinho até se arregalou todo!
"Tem aí uma infecção" (como se na madeira não houvesse infecções! Como se eu não soubesse!), e calou-se.
Dahhhhh, hello...quero algo para esfregar e andar...não tenho tempo para nhe-nhe-nhes.
E prontes, um antiinflamatório com antibiótico e hoje já leio as palavras: Riba de Ave, Vila Nova de Famalicão, Vila das Aves e Guimarães., além deste belo prato de Bacalhau com Broa.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Saibam o quanto é triste ser beijada por um lisboeta...

...ainda por cima em Amares.
E vai uma mulher atravessar o Atlântico para fazer umas pequenas férias, abraçar o filho, matar "soidades" (como diz a Sandra, conterrânea) e tá a traçar uma bifana e um cachorro num barraca da rua quando o alarme do "ponto vermelho" desata a berrar. Vai a rapariga da ilha, atravessa a rua como uma louca e vê um gajo, por sinal com boa figura, agarrado à cabeça a gritar que tinha batido neste carro e apontava para o meu.
Bem, resumindo e baralhando: o dito veio de Lisboa com uma banda e à pressa para ir buscar o artista principal afasta-se de duas madamas que iam atravessar e pimbas, vai à direita e encaixa-se no carrito parado.
Gajo de Lisboa, carrinha alugada, pressa para a banda, carro parado desvia da esquerda bate à direita. GNR chega tira medidas...identifica e o gajo de Lisboa que só falta chorar. Sopra o balão e diz: zero zero para mim é sempre zero/zero. Ah, pois, mas não foi.
Agora ando aqui com o pára lamas, pára choques porta tudo metido dentro.
Inveja...a invejidade ou melhor o invejanço acompanha-me.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Dá-me uma vontade de lhes ir à cara...

...e arrancar a burka daquelas mulheres de negro só com os olhos de fora. É que é um negrume da cabeça aos pés e até as mãos estão tapadas. Fico desconfiada, nunca se sabe se debaixo daquelas vestimentas não há uma "calachenicove" apontada... Medo muito medo. Delas e dos arabiques...

Se eu vivesse em Londres...

...em vez de pêlos no corpo teria lodo, tal a quantidade de água cai do céu. Em todos os dias sim, chove. Nos dias não, chove também.

Ora contem-me coisas...

...que eu ainda não saiba.
Sim, já estou afastada há uma semana e gostaria tanto de saber novidades. Digam lá...
o tempo está bom? E o governo continua a roubar? Sócrates continua no mesmo sítio? E os submarinos...as finanças, o Passos de Coelho...?
Estou assim a modos que sedenta de novidades.
Uma bilhardice sabia-me tão bem!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Esta vida de despe e veste

Na rua a temperatura ronda os cinco graus, dentro de casa, metro, lojas ronda os trinta. Não tenho corpo para estas variações, nem há óculos que aguente. Óculos, para quem usa este "adereço", como disse a funcionária da loja do cidadão quando lá fui fazer a cartão, mas é tema para outro poste, os óculos embaciam assim que se entra nas lojas, fico sem ver nada. Depois há todos os apetrechos para o frio. Gorro, cachecol, luvas, casaco que é necessário tirar, canão é sauna pela certa.
É um veste e despe que m'atormenta. E há o respirar à cavalo...

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Nem queiram saber o que me aconteceu!

À hora de ponta é um vendaval de gente a querer entrar mo metro, a toda a pressa que empurram quem estiver à frente. Ora,eu e mé senhor íamos apanhar o tubo, e na pressa eu sou cuspida para dentro e ele empurrado para fora. Imaginam a cena? Não imaginam! Eu dentro do metro ele na rua, porta fechada. Por sorte a minha bolsa ficou presa na porta, eu tentava abrir e não conseguia, até que, um lingrinhas magrinho, inglês, novinho, querido e bonitinho ao ver-me aflita, não por estar separada do mê senhor, mas por ter a bolsa presa e imaginar ir com ela meia dentro meia fora, bolsa essa que é da minha mana, emprestada com tanta recomendação, o inglezinho lourinho olho azul casaco preto comprido, conseguiu abrir a porta e o mê senhor entrou, juntamente com mais dez pessoas que felizes agradeciam por eu ter ficado presa com a bolsa na porta do tubo.