Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Viver à conta do governo é tão bom!

Que o diga os meus vizinhos, um casal cá da urbe que nada faz a nível profissional, e que faz-me pensar que quem vive à sombra dos que trabalham (e por isso descontam para estes) é que são uns felizardos.
Além de não se apoquentarem com as tarefas inerentes ao trabalho que, como todos sabeis, dão cabo da saúde e desgastam o cérebro, além de não cumprirem horários, além de não terem tarefas de cozinha uma vez que os filhos passam o dia na escola e por lá almoçam têm dinheiro suficiente para ter um Iphone 7.
Iphone7 é uma careza, senhores! Há muita gente que trabalha e não pode comprar este equipamento!

Mas por outro lado penso que uma vez que vivem em casa do governo com renda baixa, ou sem pagar, nem sei!,  uma vez que por isso os filhos têm apoio social, uma vez que auferem um rendimento social, esse é para as futilidades e para comprar um telemóvel topo de gama e andar a fazer "ciganas" a quem não tem.
Por isso, digo e redigo: mais vale viver de esmola do governo do que trabalhar....
Burra, otária que sou em não ter pensado nisso!

terça-feira, 1 de março de 2016

Dez anos é muito tempo

Dizem os cientistas da Universidade do Porto que, "parar dez anos para que a sardinha seja reposta em stoque".
Ora bem, eu que até gosto de sardinhas, embora deteste o cheiro que prevalece durante dias no corpo, nos lençóis, na casa, acho que não aguento dez anos sem comer uma boa sardinhada.
Entendo que se pescarmos desenfreadamente como tem acontecido nem daqui a cinquenta anos se come uma bela pratada delas e, adeus são João e todas as festividades onde a sardinha é rainha. Mas dez anos é muito tempo.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

O que faria se visse um homem de 65 anos a casar com uma menina de doze?

É o vídeo que está a circular nas redes sociais,como forma de consciencialização para o casamento de crianças com homens adultos e idosos acrescento.
Em pleno praça em Nova Iorque um homem passeia de braço dado com uma menina de doze anos vestida de noiva mas, com cara de quem está a ser obrigada ao acto.
As pessoas olham incrédulas e há até quem se intrometa fazendo perguntas.
Assistam ao video (aqui).
"De acordo com as estimativas mais recentes, a cada dia que passa há 33 mil meninas a serem casadas contra a vontade, perdendo a hipótese de serem crianças e vendo negados os seus direitos à educação e a toda uma vida em liberdade."

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A Polícia também faz milagres

Lá nas terras das américas do sul a polícia opera milagres que nem Deus nem os Santos conseguem.
Um amputado consegue andar. Um mudo falar...
Vejam o vídeo, (aqui) do cambado (como se diz em madeirense), a andar. Que milagre, Mê Dês!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Sou só eu que reparo nestas coisas?

Salta-me aos olhos, estes meus olhos que vêem mais do que é permitido, a beiça insuflada das mulheres que esticam o maxilar superior, numa de atenuar as rugas, Que coisa!, parece que levaram um murro na boca e inchou de seguida,até querem falar e não conseguem, lembro-me daqueles rolinhos de algodão que o dentista collca na nossa boca, parece que têm isso. Pois, é isso! E, atão de lado é mesmo desagradável de ver, aquela protuberância...
Mas se elas acham que ficam lindas deixá-las, tomara eu ter carcanhol e retirava era estas rugas de expressão (pois rio-me muito), dos olhos, mas inchar o maxilar nunca. Jamé!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Quem muito fala pouco acerta

A minha tia, que já prestou contas a Deus, dizia esta frase. Não sei porquê mas hoje deu-me para pensar nela (bem, todos os dias penso nela), nas frases que dizia, nos seus ensinamentos.
Lembrei-me porque presenciei uma pessoa a falar alto, a gesticular que até julguei que ia bater em alguém devido ao esbracejar em demasia, mas não bateu, por sorte não passou ninguém e, realmente, a pessoa em questão falava consigo mesma, alto sem interromper, mas no findo não dizia coisa com coisa. Expressava-se, atabalhoadamente, sem respirar frases sem nexo. Parecia nervoso. Ainda pensei recomendar um Xanax, passe a publicidade, mas com a exaltação em que se encontrava ainda me mandava lamber sabão. E detesto sabão!
Eu e as minhas manias de que sozinha dou conta do recado.

Levar os filhos a uma morte anunciada

Uma mulher deu a mão às suas filhas, uma de quatro anos e uma de vinte meses e levou-as até à beira-mar numa noite escura e fria. Era sua pretensão desaparecer...
A bebé morreu na praia não tendo sequer hipótese de reanimação, a de 4 anos continua desaparecida no mar. A mãe foi resgatada com vida. Espera-lhe uma vida de arrependimento e dor. Era para morrer, na passada noite. Por uma ironia do destino, e ele faz estas partidas, ela vive, as filhas morreram.
Não imagino o estado de espírito desta mãe, agora, que a tragédia teve lugar. Não consigo sequer imaginar o cenário de vida desta mãe após esta tragédia. Melhor seria ter partido também - era essa sua ideia, porque a partir de ontem a sua vida deixa de fazer sentido.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Assumam-se em vez de disfarçar...

Hoje li uma reportagem sobre o Dia dos Namorados em que falavam duas mulheres madeirenses que eram casadas. Acho que sim, é de uma determinação profunda assumir-se perante a sociedade numa sociedade ainda preconceituosa.
Isto fez-me ver que há mulheres conscientes e sinceras e, nada as demove de se apresentarem como casadas ou como unidas pela união de facto, assumindo a sua orientação sexual e o amor por uma pessoa do mesmo sexo.
E, ao mesmo tempo que lia veio-me ao pensamento certas mulheres que vivem juntas e, para "disfarçar" a sua condição, tentam deitar poeira para os olhos da família e da sociedade, como se todos fossem otários e não percebessem, dizendo que "são primas" ou "trabalham juntas" ou, ainda, são "muito amigas".
Assumam-se é mais correcto do que fingir que o não são. Mas, no fundo, são aquilo que parecem.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Ele vai ser ouvido? Mais valia ser fuzilado!

O homem que matou com facadas o filho de seis meses vai ser ouvido hoje. Eu pergunto: para quê? Ele é que devia ouvir e das boas e levar também umas facadinhas.
Quando a equipa chegou ao locar o bebé ainda tinha uma faca espetada no coração. O pai fez uma vídeo chamada para a mãe a mostrar a faca e o bebé na cama. Logo de seguida esfaqueou-o até à morte. Tudo porque a mãe pediu a separação.
Masoquista, este mundo tornou-se um antro de masoquistas? Como pode um pai (acho que nem se deve chamar pai a esta criatura), pegar numa faca e ter a capacidade e a coragem de enfiá-la no coração de um bebé?
Por mim, colocava-o numa cela de criminosos que detestam assassinos de crianças pra que brinquem com ele como se fossem artistas de circo. Lançador de facas: ele no centro de uma roda e os outros a jogar facas tentando não acertar...fora da roda.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Descalça a bota

Estava eu falando de um avô que leva a neta à natação, e que paciência para a vestir e despir, sempre sozinho, um homem mais velho que eu, quiçá, com mais de sessenta e cinco anos embora tenha um físico de fazer inveja a muita gente mais nova.
Mas dizia eu que falava da sua netinha de apenas quatro anos, criança engraçada, mas um pouco tímida...
E aquele avô que sempre sozinho vai buscar a netinha à escola, vai à natação, despe, veste, lava, enxuga e vai pô-la a casa... Ainda há dias estava com dificuldade em lhe vestir os collants...
Quando a pessoa com quem falava me pergunta se me referia ao senhor que acabara de passar por nós com a criança pela mão. Respondo que sim; era a ele. Admiro-o, sempre com a neta...
Neta!? Neta!? Não. É filha. Filha dele e de uma jovem brasileira que o deixou com a menina...
Há um buraco onde me meter, há?

As pessoas andam confusas

Que grande confusão! Mas digo, dei o primeiro sorriso ao mundo quando vi e li.
E ainda o tenho, na cara.
Bom dia, minhas aquelas e meus aqueles que por aqui andam.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Marido traído é pior que sarna

Se há uns que matam outros há com uma dose de masoquismo.
Um marido descobre a mulher em flagrante delito, ou seja a consumar o acto com um amigo. Atão, cola-os um ao outro e obriga-os a correr pelas ruas completamente nus
Cá p'ra mim que não me ouve, quiçá, foi até ele que filmou e colocou o vídeo na internet. Que cena, mê dês, que cena!
Confiram, entrando por Aqui se faz favor.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Estou numa de...

...reclamar.
Detesto ser tomada por otária e, sendo assim, quando vejo chicos-espertos lá estou eu a demonstrar o meu desacordo e desagrado.
Hoje, reclamei e, estou assim, a modos que, aliviada.
Não me tomem por tonta porque, tem dias em que faço-me mas é só nos dias começados por "p". Hoje não foi o dia. E se voltar a acontecer lá estarei.
Precedentes abertos só por que é Beltrano Sicrano ou Pantreano não é comigo.

Quem diria!

Quem acredita que o povo holandês é plagiador, por favor, dê um passo em frente e ao mesmo tempo levanta o bracinho e diz: "eu" "eu"
Atão não é que plagiaram a cantiga do Quim Barreiros "A garagem da vizinha"?
Não sei se já viram o vídeo clip, mas até o boneco é uma réplica do cantor português.
Depois da música dos DAMA, não ficaram quietinhos lá no seu burgo, nada disso, ouviram a do Quim e acharam que ali havia produto para cópia. Se assim pensaram assim o fizeram.
Olha lá que agora descobriram Portugal...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Atenção autocaravanistas

Uma pergunta pa queijinho. É que desejo fazer um passeio de autocaravana mas há coisas que m' atormentam.
Ouvi dizer, e dito por alguém que é, ou julga-se ser, o sumo pontífice do autocaravanismo que, a sanita das auto caravanas é assim tipo bibelot, não é para sujar.
A solução? Ora tão fácil e higiénica.
Coloca-se um saco de plástico a forrar a dita e evacua-se lá para dentro. Sim, darlingues, para dentro do saco, convém verificar se as asas do saquito estão de fora pois vão precisar delas. Depois da evacuação, ata-se com um nó apertado, não vá o produto sair, e coloca-se na janela, por fora, entenda-se, para os outros cheirarem, ementes se toma o pequeno-almoço na paz do Senhor. Depois, atravessa-se o parque de auto caravanas com dois sacos de coisa-e-tal na não, dois sacos que "já agora, levas o meu também" e vamos deitar o produto evacuado, no primeiro balde de lixo que se encontra mesmo que esteja a mais de duzentos metros, cumprindo as regras de higiene e civismo, claro, nem para isso atravesse a cidade com um saco, ou dois de...posso dizer merda?, na mão.
É assim, queridos autocaravanistas de serviço, a sanita não é para ser usada? Também vocês fazem assim como relatei? Será comum?
Que nojo mê dês! Se é assim recuso-me, desde já, a compactuar com esta cena.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Aquele momento do dia

Aquele instante do dia em que te dá uma paz, uma serenidade. E se há momentos em que me sinto romântica é ao entardecer, no preciso intervalo de tempo em que o dia dá lugar à noite.
Sou uma incorrigível nostálgica! Hoje pelas dezoito e vinte e oito, como comprova o gugule era este o ocaso do sol.

18:28
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016 (WET)
Pôr-do-sol em São Gonçalo

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Quando as crianças são os reis da casa. E mandam e desmandam

Quando os príncipes e princesas, como agora se banalizou, são reis e rainhas da casa e decidem o que fazer sobre assuntos de adultos.
Bole-me com o sistema nervoso central quando presencio pais a deixarem a decisão para as crianças sobre assuntos da vida familiar.
Entendo que elas sintam a necessidade de se sentirem presentes com a sua opinião mas deixar a decisão para crianças de tenra idade é dar-lhes uma tarefa, um peso, demasiado pesado para transportar. E sofrem por não poderem solucionar os problemas da família.
Excelente artigo este que li, hoje, e não posso deixar passar sem partilhar.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Digam-me só uma coisinha!

É, a modos que, uma dúvida que m'atormenta!
Ora aqui vai disto...Quando vocês por um motivo qualquer que para aqui pouco importa, deixam de se relacionar com alguém, chegando ao ponto de cortar com a relação, cortam também com os membros da família ou esses ficam isentos do corte?
É que, pelo que me apercebi há pessoas que deixam de falar com todos os membros da família, quando cortam o elo de amizade com um.
É assim?
É, sem dúvida, uma dúvida que m' assola o espírito.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Eh, pá ca nojo!

Em tempos idos almoçava com uma colega que tinha por hábito falar com a boca cheia e eu, que me mete nojo estas cenas, tinha de ver o bolo alimentar desfeito antes de descer pela goela abaixo.
Um certo dia era canja ao almoço. Mais valia ter vindo para casa com as tripas coladas às costas para não ter de ficar enojada com o que vi.
E que viste tu, mulher do demo, perguntam vocês?
Ora o que vi eu!
Ela adorava chupar os pescoços do frango e atão muniu-se de todos os que nadavam na panela. Até aqui nada de mal, embora a chupada irritasse até o diabo. Mas ela chupava os ossinhos do triste do frango e falava ao mesmo tempo. Ca nojo, caramba! Depois...
Bem, depois deitava dentro da taça da canja os ossos já chupados. Sim, na taça onde continuava a comer...
Esta mania que tenho de embirrar com gente que chupa, mastiga de boca aberta, lambuza os dedos, palita os dentes e por aí fora...