Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Um dia acordo morta!

Vem a propósito de dormir tão bem que se a Morte me vier buscar nem dou por ela.

Estou constipada, fanhosa e por isso sempre a assoar este belo nariz que vai parecer a abóbora que carregou a Cinderela para a festa e, durante a noite nem acordei, nem me dei conta da bruta da constipação que dormiu comigo porque assim que boto este corpo de sereia no leito conjugal nada me acorda nem que uma bomba, salvo seja, detone aos pés da cama.
Por isso digo que um dia acordo morta num sítio diferente e nem sei que morri. Estranho, não é?

domingo, 29 de janeiro de 2017

Que notícia mais triste

Em Madagáscar, noivos e convidados que se dirigiam para a festa de casamento morreram quando o autocarro em que seguiam se despistou.
Que tristeza! Um momento que devia ser de alegria transforma-se em dor e mágoa.
Nem consigo comentar esta notícia de tão absurda que é!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Da Rússia com amor


Desenganem-se aqueles e aquelas que ao ler o título julgavam que eu ia falar do filme: "From Rússia with love"
Não. Não me refiro a um filme...
Trata-se de Justiça. A Rússia prepara-se para descriminalizar violência doméstica se esta acontecer uma vez por ano no seio da família.

Ora bem, vamos por partes: maridos, mulheres, filhos, avós e netos podem aquecer o pêlo (sim que por lá é frio, caramba), à família uma vez por ano, se for duas já dá cadeia. Até arrancar os dentes, desde que não vá para o hospital (faça o tratamento em casa, ora!).
Tanta coisa por causa de umas chapadas entre marido e mulher, uns puxões de orelha e castiguinhos de dormir ao relento na neve aos filhos e uns abanões ao pai e mãe. Até mesmo um neto lindo de sua avó dar uma martelada nos dedos gelados é violência? Nada disso. É para aquecer os dedos! É carinho, é amor é acima de tudo respeito.
Que mundo! Num país onde a cada 40 minutos morre uma mulher vítima de violência doméstica é um absurdo. Uma cultura onde o machismo faz parte da tradição.
Vamos à notícia...

"De acordo com a nova legislação, que tem vindo a ser debatida no parlamento russo, bater num filho, mulher ou avô - provocando-lhe hematomas e arranhões - deixa de ser crime punível com prisão, desde que o agressor não repita o ataque, e ao mesmo familiar, no prazo de um ano.
"Temos de diferenciar claramente as relações familiares dos casos de reincidência". 

Os deputados russos aprovaram esta quarta-feira, em segunda leitura, a nova legislação. A partir dessa data, as agressões ocasionais contra familiares na Rússia apenas incorrerão em responsabilidade administrativa, desde que não ocorram mais do que uma vez por ano.

"A descarada ingerência na família" pela justiça "é intolerável", considerou Vladimir Putin recentemente, ao responder a um ativista que o questionou sobre a conveniência de acabar com uma lei que permite "prender um pai só porque deu umas palmadas num filho porque o mereceu".
No entanto, o artigo 116 do Código Penal - que o governo russo quer agora despenalizar - não menciona bofetadas ou palmadas, mas sim "tareias", que podem deixar lesões como hematomas, arranhões e feridas superficiais.

E agora que faço? Deve ter perguntado ela ao ver o TGV a andar!

Uma jovem de 18 anos, ementes o combóio parou na estação de Lê Mans, saiu para dar atenção ao vício, deixando o seu bebé de seis meses na carruagem. Ora, o comboio não se compadece de quem por um instante vai "ali e já volta" e segue viagem. Quem se preocupou foram mesmo as restantes pessoas que estavam na carruagem e ainda puxaram o alarme, mas o TVG não podia voltar atrás nem parar.

Resta-me pensar que esta jovem deve ter apanhado um pequeno susto, ou seria grande susto!?, e daqui para a frente vai pensar duas vezes antes de puxar um cigarro e fumar deixando o seu rebento ao Deus dará. Ou na próxima vai a mãe e fica o pai sem vez de irem os dois. Mas que querem?, sabe bem uma passa a dois!
Este mundo de cão!

Se não chega o que escrevi leiam tudo, entrando aqui.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

The Big Picture

Não sei se acompanham este programa na RTP. Refiro-me ao The Big Picture. Cá para mim que ninguém me ouve ou me lê digo que parto-me a rir, deixem-me usar esta metáfora, ao ver a cultura geral dos concorrentes. Eu também não sou uma enciclopédia e a minha cabeça já não é o que era, mas sei que tenho 32 dentes na boca sem precisar de a abrir, meter o dedo indicador e contar em frente às câmaras...
E depois ainda duvidar da contagem, dizendo que na realidade são 36 pois faltam-lhe os do siso.
Mas a melhor foi nem ter essa opção nas alíneas. Posso rir?

Quem não lhes apertasse o pescoço!

Ora bem, há notícias que me transcendem, esta é uma delas.
Só desejo que as esposas destes senhores juízes leiam a notícia e aprendam e, na próxima lhes apertem o pescoço. Não uma mas várias vezes sem deixar marcas...Lentamente...Sem afectar a sua dignidade...A ver se eles na próxima entendam o papel de vítima!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Crianças transgénero

"Às vezes a ecografia mente: não são os órgãos genitais a definir o género, é o cérebro."
Sabemos é que há cada vez mais provas de que o género não é determinado pelos órgãos genitais (pelo que está entre as pernas), mas sim pelo cérebro e pela mente (ou seja, pelo que está entre os ouvidos). Na maioria das pessoas há uma concordância entre os dois. Em outras, essa ligação não faz sentido.

Transgénero é o termo comum, mas disforia de género é o termo técnico usado para definir a incompatibilidade entre o género com que nascemos e o género com que nos identificamos.

Eu costumo ver a série "I am Jazz" que acompanha a transição de um rapaz para o género feminino. Jennings foi diagnosticada com Transtorno de Identificação de Género Infantil, fazendo dela uma das mais jovens identificada como transgénero. Tem apenas 16 anos.

Eu, mulher de meia idade sou de opinião que  se mude de sexo se assim o desejar, mas entendo a transição ser precoce para crianças em crescimento. 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Hoje é o dia em que...


....A América comete um crime contra a Humanidade.
É o dia em que o povo superior, a grande potência mundial, demonstra uma fraqueza sem igual.
É o dia em que a América elege um déspota, um futuro Hitler, um líder sem respeito pelas pessoas.
Hoje é o primeiro dia do resto das nossas vidas com um presidente sem escrúpulos à frente de um país que comanda o mundo.
Que Deus nos acuda!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Viver à conta do governo é tão bom!

Que o diga os meus vizinhos, um casal cá da urbe que nada faz a nível profissional, e que faz-me pensar que quem vive à sombra dos que trabalham (e por isso descontam para estes) é que são uns felizardos.
Além de não se apoquentarem com as tarefas inerentes ao trabalho que, como todos sabeis, dão cabo da saúde e desgastam o cérebro, além de não cumprirem horários, além de não terem tarefas de cozinha uma vez que os filhos passam o dia na escola e por lá almoçam têm dinheiro suficiente para ter um Iphone 7.
Iphone7 é uma careza, senhores! Há muita gente que trabalha e não pode comprar este equipamento!

Mas por outro lado penso que uma vez que vivem em casa do governo com renda baixa, ou sem pagar, nem sei!,  uma vez que por isso os filhos têm apoio social, uma vez que auferem um rendimento social, esse é para as futilidades e para comprar um telemóvel topo de gama e andar a fazer "ciganas" a quem não tem.
Por isso, digo e redigo: mais vale viver de esmola do governo do que trabalhar....
Burra, otária que sou em não ter pensado nisso!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Conto do vigário, cuidado

Assiste-se, cada vez mais, a pessoas que caem no engano. E não são "só" os velhinhos há gente culta com boas bases de conhecimento que caem na cantiga de alguém sem escrúpulos (mas com boa lábia, desculpem o termo), para enganar os outros.
Há dias ouvi, numa conversa de circunstância, uma jovem a desabafar que caiu na aldrabice.
Nunca digam "ah, e tal, eu não caio nessa!" porque num momento mais desatento lá está o vigário a contar um conto tão verosímil que acreditamos. Porque as palavras do vigário chegam ao coração. Cuidado com os falsos profetas!
Quem nunca foi enganada diga "eu"...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Mulher traída

Falando com alguém cujo marido salta a cerca de casa e vai comprar cigarros ao quiosque lá da esquina, dizia-me ela que "todas as noites deito-me com o meu marido na mesma cama".
Oras, uma coisa é estar deitada com uma pessoa outra coisa é ter o espírito dessa pessoa, tê-la completamente não só o corpo presente.
Ela sabe que ele dá umas curvas e até sabe o nome da curva, mas perante a sociedade são uns queridos que socializam juntos que se apertam e se beijam e dizem frases amorosas.
Não sei não, mas a esta que vos escreve faz uma certa brotoeja. E que não consigo compactuar com cenas da sociedade. Nem consigo fingir que "vivemos num conto de fadas" quando afinal a vida trata de mostrar o oposto.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Ou o síndroma da pergunta/resposta

Infelizmente, é um mal desgastante no dia a dia. Ouvimos e no preciso momento já estamos desejosos que o outro acabe de falar para responder. Será tido como um direito de resposta?

quarta-feira, 2 de março de 2016

Nem todos nós reagimos com a mesma emotividade

Há pessoas que, perante uma fatalidade choram copiosamente, há quem tenha a lágrima fácil, como eu. Mas há os que tentam não mostrar a sua emoção perante um público e tentam a todo o custo reprimir ass suas emoções e as lágrimas. Eu também já fui assim. Tentava morder os lábios, fazia um esforço sobrenatural para não mostrá-las na presença de pessoas.
Hoje, choro em público, se fôr o caso, deixo as lágrimas rolarem quando elas afloram aos olhos, não me importo mininamnente que as vejam, embora guarde para mim o motivo e, se me fazem aquela pergunta retórica "estiveste a chorar?" digo que sim.
Isto a propósito das mães que, quando os filhos desaparecem, mantém-se sem emoção. Eu não as julgo porque eu, dependendo do meu estado de alma tanto choro como rio. Desalmadamente.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Implicâncias

Havia um lindo casal, ela dizia ser "o homem da sua vida" bem como toda a família assim achava. Foram namorados, acabaram, cada um seguiu a sua vida e voltaram a reencontrar-se passados uns anos já maduros, com vidas passadas, com filhos.
Mas tudo mudou. Ele que era "uma jóia" tornou-se numa jóia mas não preciosa. Começaram os maus-tratos, as ofensas mútuas, as mãos pelo ar, as vigias a ela e pior as perseguições.
A bebida. Quando ele bebe torna-se violento, dizia ela numa de tentar levar o casamento, como se fosse um barco, até a um bom porto. Não, não havia maneira de ele mudar!
Tomou uma iniciativa e, numa noite de inverno, fugiu. Ele andou perdido à procura dela. Perguntava a todos os amigos se a viram. Ninguém sabia, aliás alguém sabia. Eu sabia, mas guardarei este segredo até ao céu.
Ela está feliz longe dele, pelo menos assim demonstra. Ele continua perdido pelos caminhos à procura dela.
Implicâncias quem não as tem. Implicar com o outro é uma forma de sentir-se superior. E de inferioriar o elo mais fraco.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Mais de 24 horas a jogar

Por aqui, no meu rural há um certame que se intitula "24 a bailar" mas não é sempre o mesmo bailarino, mas adiante...
 Um taiwanês morreu depois de, num cibercafé, ter estado a jogar, ininterruptamente, um jogo de combate. Como era de hábito jogar dias inteiros sem parar, os empregados julgavam que dormia. Também os colegas da jogatina. Só passadas 36 horas é que acharam de acordá-lo quando reparam que, em vez de quentinho do calor do café, estava frio e rígido.
É o segundo do caso que leio de homens que nem para ir à casa de banho se intervalam, e para isso usam fraldas...
Há cada louco...

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Pensamento meu

Verdade! Infelizmente não se pode evitar que passam por nós e, ainda bem que passam e não ficam. Mas deixam a certeza de que não queremos ser como elas.