Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

São onze

Para a passagem de ano estão esperados onze barcos na baía do Funchal. Na foto vêem-se oito, mas foi captada às três da tarde, de uma bela tarde, onde os milhares de turistas despem-se para receber os raios de sol.
E será novamente uma noite memorável.

E chegou o dia

Hoje é o último dia de 2015, daqui a nadinha os barcos na Pontinha anunciarão o início do novo ano.
Tanto sonho por realizar, tanta tarefa por fazer, mas não há tempo.
Eu, AvoGi, dona deste belisco, e as Minhas Pulgas desejamos um Ano Novo repleto de saúde, e que nunca nos falte um sorriso para alegrar os momentos em que estamos juntos.
Feliz Ano Novo. Que 2016 seja aquele, o desejado, o que nos vai trazer paz, amor compreensão e, acima de tudo, harmonia.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

As voltas que a vida dá

As voltas que eu dei hoje só para satisfazer uma pessoa.
Primeiro pede dióspiros, assim como se eu fosse a reencarnação de uma vida passada a dar estes frutos; depois lembra-se de pedir anonas, quivis, papaias, goiabas, assim como se eu tivesse uma barraca ou uma pequena superfície comercial.
Atão eu e Moi-Même deitámos pernas à rua e "foice" procurar as frutas. Moi-Même inda resmungou, como sempre faz a biteche e disse que, quiçá pode não haver dióspiros...e não é que ela - Moi-Même acertou como se estivesse a jogar no jogo do bicho e desse o cavalo em vez do porco?
Dióspiros....pois dióspiros... aquela fruta do demo que me faz saltar de um para outro ramo, perdão super, até descobrir quatro, senhores, quatro já meio moles e maduros como o diacho!
Agora jazo aqui à espera c' as unhas sequem para vestir a roupa nova c'o pai natal deu. Mentira foi mê senhor.


E depois há os otários

Ontem um dia lindo de sol e, como as Pulgas tinham os capacetes para estrear, foi-se em modo "carro de ciganos a caminho da feira" sem ofensa, para Santa Cruz e, se não sabem onde é digo que é onde se encontra o "orioporto".
Atão três Pulgas, três bicicletas, três capacetes, três casacos, três pares de olhos e dois pares a cuidar, sim, que Pulgas não são carneiros por isso não andam atrás uma das outras e por isso tenho de pôr olhos tipo radar...
Parou-se o bólide no parque, pagou-se o "ero" para uma hora e beira-mar passear.
Ai que coisa boa é passear à beira-mar ouvindo o barulho dos aviões com o sol a bater na cara e as Pulgas a tirarem o casaco e a avó a carregar! Parecia um bengaleiro!
Sentados na esplanada nem demos pelo tempo a passar e passou tão rápido que ao chegar ao carro ementes mê senhor fazia o inverso de quando parou, ou seja mete bicicletas, mete capacetes...eu, rapariga dada a observar o redor vejo um papel na montra do carro. Ai, que este passeio saiu caro! Ai que o estapilha dos parcómetros pecou por excesso de zelo!
Resumindo: por dez minutos a mais o castigo é pagar como se estivesse lá o dia todo parado. Oito euros. Coisa pouca, caramba! Ainda sugeri deixar lá o carro parado até à meia noite...mas Santa Cruz não é, propriamente, ali ao virar da esquina.
Ainda disse aos pais das Pulgas que coisa e tal mas eles não tinham dinheiro à mão (brincadeirinha, oquei?).

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Diz a viúva

"Eu queria tanto estar lá para me fazer explodir!"
Quem proferiu esta célebre frase foi a viúva do terrorista morto no Bataclan. E eu pergunto: ela não sabia ao que ele ia? Atão porque não foi ao seu lado com um cinto de explosivos? Olha sempre estariam ligados na vida e na morte e que Deus me perdoe por esta barbaridade que vou dizer, mas era uma terrorista a menos.
Deve ser uma sensação fixe para eles, os que espalham terror, esta de se fazer explodir! Pum, já fostes! Menos um!

Eu sou assim. Nada a acrescentar...

Com a varinha mágica na não e, depois de misturar o leite com o pó para fazer a mouse de chocolate, reparo que ela deixou de trabalhar. Intento novamente e nada. Levanto a vara da taça da mouse para olhar as pás e certificar-me se sim ou sopas. Carrego no botão e não é que a estapilha da vara funciona?
Preciso de dizer que chegou chocolate a Marrocos? Preciso de dizer que deixei de ver porque tinha mais mouse na caixa d' óculos que na taça? Preciso de dizer ou já constataram que esta cabeça já não é o que era?
Chiça, caneco, está coisa dos "sessenta" tem-me dado cabo dos fusíveis.