Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Dia de folga

As Minhas Pulgas deram-me um dia de folga e aproveitei para as trocas de Natal.
Não sou apologia de trocar o que se oferece, costumo ficar com a prenda, mas quando já tenho, claro que troco, obviamente.

"Para a minha irmã", livro de leitura obrigatória para quem, como eu, adora um bom enredo. Mas já o tinha. Oferecido por alguém a quem muito estimo e que já não se encontra entre nós.

Mulher traída

Falando com alguém cujo marido salta a cerca de casa e vai comprar cigarros ao quiosque lá da esquina, dizia-me ela que "todas as noites deito-me com o meu marido na mesma cama".
Oras, uma coisa é estar deitada com uma pessoa outra coisa é ter o espírito dessa pessoa, tê-la completamente não só o corpo presente.
Ela sabe que ele dá umas curvas e até sabe o nome da curva, mas perante a sociedade são uns queridos que socializam juntos que se apertam e se beijam e dizem frases amorosas.
Não sei não, mas a esta que vos escreve faz uma certa brotoeja. E que não consigo compactuar com cenas da sociedade. Nem consigo fingir que "vivemos num conto de fadas" quando afinal a vida trata de mostrar o oposto.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Vai dar quase ao mesmo...

Baixinha, a minha neta de oito anos esperta que nem um alho (não sei a razão deste dito, mas também pouco importa para o caso), perguntou-me se tenho o "Cheróme" na lambreta (nome carinhoso com que trato o meu tablet).
"Cheróme"? Não sei quekogo é esse.
Jogo? Qual jogo avó! É para pesquisar...
Pesquisar....cheróme...ah, pois. Era o Chrome.

Ora bem, ai pois, o feicebuque

Muito se fala desta rede social, dos efeitos negativos na vida das pessoas, das fotografias de crianças, da vida-alheia, das intrigas, das falsidades and so on...
Critica-se os que lá coloca todos os momentos da sua vida, como também se crítica quem só lá vai para ver a vidinha dos outros. E, geralmente, são estes que os criticam os que lá colocam toda a sua vida.
Mas o feicebuquet em coisas boas, uma delas é a possibilidade de ter grupos fechados.
Ora, o que é isto? Muito simples. Neste grupo só quem está inscrito é que vê e pode publicar comentários.
Oras, eu e mais uns quantos amigos temos um grupo onde se coloca as fotos que tiramos em conjunto (uma forma de mostrar e partilhar com as pessoas que fazem parte da fotografia, uma vez que nem sempre estamos juntos) o que faz com que as fotografias captadas nos momentos especiais,aqueles momentosemque somos apanhados desprevidos, a mexer no nariz,a coçar certos sítios, entemdem? sejam vistas e comentadas por todos os intervenientes do tal grupo fechado.
O Feicebuque quando usado convenientemente é uma boa ferramenta na vida social.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Existo por isso penso

É por pensar que decido escrever. É que tenho tantos pensamentos cá dentro e, antes que chegue o primo alemão, o Alzaimer, quero deixar registado todos os meus bons e maus pensamentos.
A vida é demasiado curta para se dar atenção a mesquinhices de segundo nível.

Oras, no natal, numa das minhas viagens alguém a quem prezo muito, disse que sentia saudades dos meus registos (das minhas parvoíces, quiça), do meu sentido de humor e acima de tudo da forma metafórica como escrevo. Isso começou a mexer cá dentro e um desejo mórbido de recomeçar fez com que deixasse de parte certas cenas menos boas e mostrar ao mundo que ainda estou viva e com vontade de partir a loiça toda.
Por isso meus aqueles e aquelas aqui, perante vós, de joelho ao chão numa forma de remissão de pecados passados, estou pronta a estoirar os dedos e as unhas pintadas de vermelho-sangue com a batida nas teclas e escrever até meter dó...
Bem-vindos de novo e bem-vinda eu...

domingo, 8 de janeiro de 2017

Não morri...

...e vou regressar.
Não sei quando.
Obrigada pela preocupação....não mereço tanto carinho. Sou grata por isso. Nunca devia ter abandonado sem uma palavra...
Peço desculpa. Vou recomeçar porque...
Esta sou eu e não há tempo para mudar. Nem quero.