Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Agora só lá para 2015 é que cá venho...

...por isso, vou aproveitar o que o Velho tem para dar que o Novo ainda ninguém o viu nem sabe como vai ser. Só sei que é mais novo que o velho.
Até pró ano, meu pipol... E sigam o meu conselho: explorem bem este, ainda vão a tempo.
Atão voltamos a nos ver no ano que vem, sim?

Fim do Ano na Madeira

É assim a modos que único. E os barcos põem-se a jeito para que os milhares de turistas a bordo tenham um melhor ângulo de visão.
Que soltem os foguetes!

Boas Entradas e Boas Saídas

Eu, AvoGi e as Minhas Pulgas, desejamos que o Novo seja o ano esperado por todos nós, que nos traga aquela concretização que o Velho não soube dar. Que este seja O Ano de todas as realizações.
Feliz Ano.

Boas Entradas e Boas Saídas

Eu, AvoGi e as Minhas Pulgas, desejamos que o Novo seja o ano esperado por todos nós, que nos traga aquela concretização que o Velho não soube dar. Que este seja O Ano de todas as realizações.
Feliz Ano.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Recaída

Os médicos que estiveram doentes no dia de Natal voltam a estar na noite de Fim de Ano.
Coitados! Azar do caneco, dar a recaída uma semana depois! Só gostava de saber se melhoram a tempi de passar a noite num hotel de luxo a comemorar a passagem do ano. Melhoras doutores doentes, só espero que no Domingo se Páscoa estejam bem de saúde. E no Entrudo.

Depois desta cena, o que fazer?

Cha-cha-cha que rico cha-cha-cha, e não é uma modalidade de dança mas sim, uma modalidade de líquido. De preferencia frio. Estou a rebentar pelas costuras. Malvado Cozido com todos que se acumulou nas ancas e nas "nalgas"...

Mas esta até tem piada

Atao não é que alguns médicos adoeceram no dia de Natal? Algum virus que se propagou neste dia. Eu até tenho alguns médicos amigos que fazem consultas ao domicilio, era só pedir que iam a casa do doutor doentito dar a mão e, passar o atestado médico. Há cada uma!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Por que razão?

É uma pergunta que me martela a cabeça sempre que me lembro de alguém que passa o tempo a dizer que tem muitas dificuldades, que não sabe como manter os filhos a estudar, em suma chora todo o ano e depois...e depois no Natal aparece com um Porsche 911. Bem sei que não é novo, mas é um brinquedo caro.
Outro caso de alguém que sofre da mesma doença "do lamentar-se, do chorar, dos cortes do governo, das dificuldades", durante todos os dias do ano e depois...e depois  vai de férias para África.
Ou Pai Natal tem alzaimer ou a Telexfree voltou.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Acabava já hoje

Falo da época natalícia. Por mim, dava por encerrada as festividades.
Assim que o mê bisalho vai, o Natal acabou. Olho as decorações e um desejo mórbido de desmanchar passa a correr por mim.
Ele foi ontem e, volvidos catorze anos, ainda choro no aeroporto como se fosse a primeira vez...
Ai, avoGi, ele está ali, em Braga, dizem-me, numa de encurtar as distâncias, e eu respondo: é como se estivesse na Austrália.
É difícil para mim e para ele também. Mas porque é que os filhos crescem e procuram vida própria?

sábado, 27 de dezembro de 2014

E, por aqui, continua-se no modo tipo, comer

Hoje é dia de Feijoada feita pelo beirão, senhor meu genro.
E eu continuo zangada com a balança, coisa durar até ao Ano Novo...Carnaval... Páscoa... Decididamente, até ao Verão.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Hoje já se trabalha, não é?

Uora se é! Eu que o diga! É que daqui a pouco tenho mais de vinte pessoas a entrar p'la casa dentro para degustar um brutal, um divinal, um estrondoso Cozido à Portuguesa com todos...
Se estão de descanso vinde, pois é aqui que se está bem. Já agora, por uma questão logística, levantem o dedo para confirmar o lugar...esse dedinho não, por favor, há crianças...
Conto com mais quantos?
As portas abrem às catorze horas...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Noite da Conso(l)ada

Poizé, esta noita come-se bacalhau, não é? Nós por cá só há poucos anos é que se conso(l)a na noite, o forte é mesmo é o Almoço de Natal, mas ter um beirão e uma minhota na família faz com se coma o tradicional bacalhau.
E digo, já não sei o que comer mais. Ontem raclette, hoje bacalhau, amahã perú, carne de vinha d'alhos, no dia seguinte - a 26 o meu brutal Cozido, logo de seguida, a 27, a feijoada do genro...
Por isso lá tenho de conso(l)ar nesta Noite de Natal. Não é que eu queira, mas...(estou a caçoar, claro)
Por isso amigos, se vocês também vão comer bacalhau desejo uma boa noite da Consoada. Consoemos bem com a família. Feliz Noite de Natal. Boa Conso(l)ada.

E ainda não comprei os ingredientes

Mazeu cá sou uma atrasadinha para quem dá sempre tempo e nada de pressas. Deixem que vos diga: tenho um brutal Cozido à Portuguesa para estar pronto à hora de almoço do dia 26 de Dezembro, que aqui, no meu rural, é feriado por ser a primeira oitava do natal  - dia santo de guarda e, esta escriba que vos escreve todos os dias que Deus deita à Terra ainda não se prontificou a comprar as tretas para o almoço. Só espero que no dia 25 haja algum supermercado aberto para Moi-Même ir de cesta no braço às compras.
Canão vai haver Sopa de Ar Encanado e para segundo prato Cozido Sem Nada no Prato em cima da mesa.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

É oficial

Estamos no Inverno e como tal no tempo do frio e dos dias curtos e, sendo eu uma rapariga que gosta de dormir, detesto estes dias escuros e sombrios. Mas sei que Janeiro fora cresce uma hora e isso deixa-me bem-disposta.
Oficialmente eu decreto que Dezembro seja só o dia dos meus anos (19), de Natal, Primeira- Oitava e Fim do Ano.

As bolas do Ronaldo andam de boca em boca

Nunca imaginei que um par de bolas estivesse no centro de uma cidade e que desse tanta polémica.  Epá (assim como o gelado) deixem as bolas do CR7 da mão. Se são grandes ou pequenas só quem já as viu e quem já as teve na mão é que pode aferir.
Mas também aqui deixo a minha frase: não era necessário estarem tão afincadas querendo sair do sítio, quase a rebentar. Bolas! E são de ouro, caramba!

Quantas vezes tenho de dizer isto?

Dar o braço a torcer, para quê? Para partir, é?

domingo, 21 de dezembro de 2014

O pior da festa...

 ...é ter que lavar, enxugar, arrumar...e saber que daqui a oito dias volta ao mesmo. Mas com uma certeza porém, faço-o com enorme prazer.
E não há dúvida de que o melhor da festa é esperar por ela.
Para o ano há mais e melhor.

Preciso de ajuda

Alguém voluntaria-se?Um, pelo menos...
Agradecida.

sábado, 20 de dezembro de 2014

E em verdade em verdade vos digo...

...dormi como um anjo.
Nem o peso dos anos no carrolo nem a pré-entrada nos sessenta me tirou o sono. Nem me inibiu de pensar que quero uma festa de arromba com fogo de artifício a modos que o Ano Novo antecipado. Que bom ter 59 anos! Feitos ontem.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A festa ainda não começou...

...e as pernas já doem, será do peso dos cinquenta e nove? Pesa assim tanto!? E, para melhorar o dia nada como receber amigos e família. Estou feliz por que desde há muito que não tinha os dois filhos juntos neste dia.
Caramba, há patrões lixados que não entendem que quando a mãe faz anos pára tudo e, como nas festas dos filhos os pais fazem um esforço para deixarem o trabalho e irem à escola assim, nas festas dos pais os filhos podiam deixar o trabalho e ir não à escola mas a casa, que no meu caso fica do outro lado do mar.
Prontes, era só isto qu' agora vou mazé receber as visitas.

Por que eu faço anos

De braços abertos porque vou fechar a década de cinquenta. Parabéns a mim que mereço estar aqui. Completo, hoje, cinquenta e nove invernos...Sim, que sou aquela que nasceu numa noite invernosa com trovões e tudo.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Começo a ficar farta

Hoje só recebo mensagens de ofertas. Primeiro foi uma limpeza dos dentes, depois um tablet, agora uma viagem de sonho. Parem, se faz favor.
Não quero limpar os dentes, não quero um tablet e sonhar dá tempo quando estiver na cama.
Irra pah! Desimpeçam a caixa de correio.

O que eu me ri

Acabadinha de limpar os vidros da porta, olho para eles e comprovo que estão muito bem limpos e, até me lembro de uma cornada dada pelo meu cunhado na Primeira Oitava do Natal quando ia entrar sem ter corrido a porta e bateu de frente, só não partiu o vidro, mas quase...
O meu gato, um pequenino que me atropela por estar sempre a curvar nas minhas pernas, estava ao meu lado a ver, claro, que limpar ele diz que não sabe, quando enxoto-o par a rua e, faço-o a bater palmas, mas nem eu nem ele reparámos que  porta estava fechada. Coitado o bichano, ia obedecer tão rapido, antes de levar um pontapé no traseiro que fez exactamente como o meu cunhado, que Deus o tenha, bateu de frente no vidro que até abanou. Abanou o vidro e ele esfregou o focinho, só não chorou o peste.
E eu ri-me da cena. Ri-me por me lembrar do falecido que andou uns dias com a testa inchada e, ri-me do gato que vai andar uns dias com o focinho vermelho.

Gingó beles gingó beles

Eu cá não sei vocezes, mas eu sou apanhada pelo Natal. É assim, custa a entrar, mas depois já custa a sair. Tou desejando, prontus, é aquela magia que anda no ar como a poeira, é as iguarias que provocam largura na zancas, mas nada importa, pois que este é o mês da engorda. Enfardar sandes de vinh' alhos e pão frito na banha de porco é a meta, abrir as prendas e ter aquele almoço de família que nos faz dormir toda a tarde uns em cima dos outros é o desejo.
Mas estou ansiosa para ver pela milésima vez o "Sozinho em casa" e "O amor acontece", e ver circo ainda com animais. Estou a caçoar, detesto um como o outro e circo. Por isso, enquanto dá estes filmes eu durmo com Morfeu. Ai, sou pior qu' a canalha.
Gingo Beles...Gingo Beles..

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Mas querem mesmo saber?!

O Bisalho chegou bem, com as penas molhadas mas já sequei-as. A aterragem foi péssima e, aqui, o rapaz tem a quem sair, pois é, pra mim as aterragens no meu rural são sempre péssimas, pode até o avião nem abanar, e até deslizar bem mas eu, rapariga com pânico travo com os pés assim que o aparelho bota as rodas na pista.
Ora, como estava a dizer, antes de me interromperem, os voos anteriores ao do mê Bisalho, foram desviados...não, credo, não foi  pelos terroristas, por Deus, foi por causa do vento e chuva eh, pah, ventava tanto!
Houve um que fez-se à pista e nem poisou a roda da frente, alevantou-se logo.
E eu a ver o rapaz cagado de medo (desculpem a expressão) lá dentro do avião! É que mãe sofre cá fora como se estivesse lá dentro.

Pensamento meu: Como criar inimigos, isso eu sei bem

"Para criar inimigos não é necessário declarar guerra, basta dizer o que pensa."
Essa frase foi dita pelo (meu amigo) Martin Luther King e está cheia de verdade. Senti e sinto cravado ainda na pele os inimigos que criei por ser verdadeira, por ter uma opinião contrária, por expôr as ideias, argumentando a realidade. São poucas as pessoas que aceitam ideias divergentes, fazendo com que desperte a ira num rebate-bate até que, cansado por não convencer, abandona a conversa, virando as costas, deixando o outro a falar sozinho. Eu entendo como covardia, falta de educação levantar-se da mesa, com esta frase: " não tenho pachorra para lavar a cabeça a burros". 
Burros? Burros por divergir, burros por apresentar um ponto de vista deferente, um raciocínio baseado na veracidade, burros...por que em falta de argumentos é a forma mais fácil de acabar a conversa. Só os ignorantes não sabem respeitar as opiniões diferentes, li algures e encaixa perfeitamente nesta situação.
Amizade não é eterna.

Mas nesta altura toda a gente tem pressa?

É que é um ai-nos-acuda andar nas ruas da cidade. Toda a gente apressada cheia de sacos, num entra e sai das lojas, carros e mais carros a tentar um lugar para estacionar, mal-parados em cima de passeios, atravessados na rua a obstruir outros...
Enfim, neste mês toda a gente tem pressa.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Sagitariana, a idealista do Zodíaco

A mulher nativa de Sagitário é muito social e extrovertida. A essa personalidade efervescente junta um grande idealismo. As Sagitarianas acham que é possível fazer sempre mais e melhor, e mudar o mundo.
Para uma mulher Sagitário a palavra "impossível" não existe.

Não são palavras minhas, mas é o meu retrato. É mesmo isto sem tirar nem pôr.
Sou Sagitariana com muito prazer e bebo cada uma das palavras escritas, nesta página. E bai de uei, sou não sou? E ainda faltam outros atributos...

E vou ter mais um em cima de mim

E estou tão empolgada e desejosa de o carregar nas omoplatas.
Amigos, eu bem queria mas, não é neto que vem a caminho, é somente o meu dia de anos. Se induzi em erro e fiz-vos pensar em Pulgas ou Bisalhos desenganem-se, eu bem mando umas piadas, umas bocas ou até mesmo indirectas, mas nada. Não há moita por onde saia coelho.
E vem mais um (ano) a caminho...
E vou ter mais um (ano) em cima de mim...
Daqui a três dias...
Nada de mais netos por enquanto. Bem que eu queria!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

BenFica e faltava eu falar...

E fica bem estar no topo para alegria do sócio cá da casa. Pronto, eu também me manifesto calada, mas esta não podia deixar escapar. Deixem passar o Glorioso - o maior de Portugal.
Ser benfiquista, como é o mê Bisalho, é ter na alma a chama imensa...

E vem mais um a caminho

E não estou preparada para o receber. Estamos tão bem assim para quê mais um? Estou contente e vou recebê-lo de braços abertos, de sorriso largo e de coração cheio de felicidade.

Por que razão as mulheres gostam de coisas grandes?

Eu respondo: para depois terem dificuldade em manejar.
Ela leva a coisa para a cidade e procura enfiar no primeiro buraco que encontra, olha para um e chega à conclusão que é apertado, nem tenta, neste não. Decididamente, a coisa é comprida, larga, o buraco é pequeno...
De repente, mais à frente um buraco fica livre e...agora sim, um buraco bom. Vai à frente e toca, vai atrás não entra. Nem de frente nem de trás. Como sozinha não dava conta, pede ajuda à p' ssoa que de fora olha pó buraco, olha pá coisa, mentalmente tira medidas e diz que sim, cabe. Ela tenta. Não dá. Desiste. Se não entra à primeira mais vale desistir. A coisa não entrava mesmo, nem com a ajuda  de dez camelos. Ela desespera. Não entra, o espaço até é largo, dava para meter dois, mas não quer estragar a coisa que é grande, bem sei, que é do marido, ainda por cima, embora tivesse visto uma mulher a sair do mesmo buraco com uma coisa que até parecia ser um pouco mais comprida. E os outros em fila à espera, também, de um buraco e ela ali...
Ai, se fosse mais pequena tinha dado para meter mas o tamanho aliado à falta de jeito faz com que não estacione o carro e desista, procurando um buraco ainda maior.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Não sabia!

E se não lesse o Diário de Notícias continuaria na penumbra. Diz que "a onda de frio que se está a sentir na região deve-se a uma descida de temperatura".
Esperteza.

Tão preguiçosa a minha empregada

A minha empregada doméstica - Moi-Même, imigrantre ilegal, recolhida em minha casa por mim, grande benemérita das causas perdidas, anda com umas ideias no que toca à limpeza da casa.
Ainda ontem vi-a de perna cruzada, sentada no sofá, precisamente no lado que uso para descansar, a ver um filme indiano-policial-de amor no faroeste e a casa toda para aspirar, e o pó a brilhar ao sol.
Eu, dona do palácio, pergunto a Moi-Même - empregada, se não era boa ideia fazer as limpezas da Festa, uma vez que elas estão a chegar.
Estava a roer uma maçã reineta e continuou sem me passar cartão. Irritei-me, caramba, eu falo com ela e finge que não me ouve. Mas amanhã sssim que Moi-Même se levantar da cama lá estarei a dar-lhe as boas-vindas, de pano, avental, vassoura e pá numa mão e o aspirador na outra para lhe explicar como se faz a limpeza da Festa.

Na Festa mata-se o porco

Lido e pedido para trazer até ao meu humilde casebre e veio directamente de Macau, deste blogue: "Devaneios a Oriente". 

Passos Coelho e o motorista passeavam por uma estrada no Alentejo quando, subitamente, atropelaram um porco matando-o instantaneamente.
Passos Coelho disse então ao motorista que fosse até à quinta e explicasse o que tinha acontecido ao dono do animal.
Uma hora mais tarde, Passos Coelho vê o motorista a cambalear em direcção ao carro, com um charuto numa mão e uma garrafa de uísque na outra. 
A roupa estava toda amarrotada.
- O que é que aconteceu? - perguntou Passos Coelho.
O motorista respondeu:
- Bem, o dono da quinta deu-me vinho, a mulher cigarros e a boa da filha de 19 anos fez amor comigo apaixonadamente.
- Meu Deus! Mas o que é que lhes disseste? - perguntou Passos Coelho.

- Sou o motorista do Passos Coelho e acabo de matar o porco!

sábado, 13 de dezembro de 2014

Quem tem?

Quem tem um jantar de família para preparar, quem? Eu, claro e Moi-Même (a empregada) também. E quem tem de ter a cama feita e fresca, quarto a brilhar e sem uma réstia de pó, quem? O mê Bisalho e respectiva madame. E, quem tem de pôr tudo a preceito, quem? Eu, claro.
E quem, em vez de preparar tudo isto está aqui a escrever? Eu, claro. Atão, se me dão licença, vou escafiar a casa, preparar a janta e ir ao "orioporto buscar-ele." que se não for eu a  fazer não há quem faça. Só Moi-Même é que me entende e ajuda.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Neste momento, neste preciso momento...

....estou de copo na mão a saborear um Tim-tam-tum. Um néctar dos deuses, uma delícia de licor feito com passas, figos, vinho Madeira, chá preto sem esquecer o alcool para dar aquele calor, vendo as luzinhas do pinheiro a piscar e o Menino Jesus nas palhinhas sem poder provar este licor.
Pena, pena tenho de não conseguir mandar via net um cálice a quem me visita. Mas saibam que bebo a pensar em vocês. Isso chega, não é?

Amanhã é o dia

Quase quase a dar aquele abraço a este bonitão. Aquele abraço que une corações, que quebra ossos. Saudades! Amanhã é dia de alegria.

Mil seguidores, mil membros honorários, mil agradecimentos

Eu, bem queria fazer um ....como se chama?, um...giveaway ou inventar um selo para oferecer, ou até uns talões de desconto para prendas, um concurso de pais-natal, uma descida de carro de cesto desde o Monte até ao Funchal, mas nem todos têm a adrenalina necessária para levar essa empreitada a sério, por isso, e por que atingi os mil seguidores (nunca pensei!), ofereço licores.
Sirvam-se de quantos quiserem. Há de tangerina, maracujá, morango, tutifruti, chocolate, leite e tim-tam-tum, este feito pela minha filha - mãe das Pulgas, com a receita da minha tia-velha e, quanto a mim, o melhor.
Obrigada, sim? E disponham. Esperem, antes de sairem, elevem o copo ao ar e, vá lá, em coro: "À nossa". E deixem o copo que eu lavo depois.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Porque é que tenho de provar que não sou um robot?

Irritante, esta treta que cada vez mais aparece nos comentários dos blogues. Se antes eram palavras em língua russa, checoslovaca, romena imperceptíveis ao português agora são números, mas é extremamente aborrecido.
Estou para aqui a falar e até nem sei se aqui, no meu humilde casebre, também aparece. A saber, eu não coloquei, mas se por ventura tenho essa coisa blogo-irritante, dizei-me.
Mas ante respondam-me, se faz favor: quem é o robot? Tem blogue?

Prendas de Natal para todos os gostos

Muito se fala de prendas por esta blogolândia a fora. Há para todos os gostos e preços: os que só dão às crianças, os que sorteiam um membro da família do género "o amigo secreto" e só compram uma prenda, os que já receberam ou que vão recebendo antes e no dia de Natal não esperam nada, os que fazem uma (grande) lista para si, os que, sendo esquisitos, preferem dinheiro e compram a seu gosto, os que não gostam de nada do que os outros oferecem e preferem não receber nada, enfim....há quem só dê ao marido (nem pai nem mãe?!) e conheço quem nem ao marido dá. Há os que não dão mas também não recebem, "que me importa", como me responderam. Portantus, há de tudo.

Ora, meus e minhas darlingues vou aqui dizer como a nossa família resolve o assunto das prendas. Todos dão a todos. Sim, leram bem, ninguém fica de fora. Somos mais ou menos vinte pessoas e todos recebem mais do que uma prenda. E  estamos juntos no dia de Natal na mesma casa e abrem-se as prendas começando pelo membro mais novo, ou seja o mê Gugu, o que equivale dizer que, neste momento eu sou a matriarca da família e por conseguinte sou a última a abrir as prendas. E desespero, porque eu adoro prendas.
Ainda há para amigos a quem vamos visitar, mais compadres, comadres e afilhados.
Em desabafo digo que ficaria muito triste se só recebesse uma prenda no Natal.
Eu já disse que esta é a época que mais gosto? Se não disse digo outra vez: "esta é a minha praia, esta é a minha onda."

As bananas não são...

...Radioactivas...ricas em potássio...comestíveis...citrinos.
Pergunta no "Quem quer ser milionário" que fez um estudante de medicina com média alta, dezoito vírgula sete, hesitar na resposta.
Radioactivas disse ele, e a Manela ficou a olhar.... Hesitou e respondeu citrinos com dúvidas.
Eu juro que já vi bananas numa árvore juntamente com laranjas, limões, tangerinas, cidra, clementinas, limas e toranjas. Juro. Vi num desenho dum antigo aluno meu.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Só numa de fazer inveja

Hoje, eram praí três e picos, três e coisa, três e tal, e eu cheia de calor calcorreando as ruas da minha cidade.
Quando leio lareiras acesas, botas de pêlo, lençóis de flanela, cachecóis, luvas, gibões, casacões e mais ões como gabardines penso que... sou afortunada. Logo eu que recusei em viver em Londres (e tenho lá a minha família toda) devido ao frio que penetra e arrefece a alma d' agente.

Há cada uma que até fico sem palavras

Sinal vermelho para peões lógico que está verde para o trânsito. Um cara atravessa a correr, fazendo o condutor do carro parar a quatro rodas e, pelo facto, faz uma cara de espanto, meneando a cabeça. Eis que o dito fulano levanta gentilmente o dedo do meio e mostra ao condutor. Mas não só levanta, acrescento que abana o braço, intensamente ao mesmo tempo que continua a andar.
Oha para mim que estava no carro atrás e com um sorriso com quem acha que o outro é que é o otário em ter travado a fundo para não lhe limpar o sebo, desculpem a expressão, em estar a chamá-lo à devida atenção mostrando o sinal bem vermelho, achando ele que o dedo esticado mostra bem a quantidade de razão que tem e que o outro - o parvo do condutor não tinha nada de se escandalizar.
Caramba gente, pipole da minha vida, um dedo no ar faz algum mal?  Um mísero dedo do meio esticado mostra bem que a razão está do lado dele. E nós temos de aceitar que ele - o cara que atravessa no vermelho ainda olhe para mim a rir-se do outro.
Taponas no focinho ainda era pouco. Uns carrolaços era melhor.

Mulher da vida

Deve ser por causa do período estas minhas "armonas" descontroladas. Refiro-me ao período de Natal pois que estou a modos que parva, carente, e desajeitada sem cabeça no sítio.
Atentem no que digo. Ainda há pouco sentada no canapé, perna estirada a pensar: ah, e tal e a roupa para tirar da máquina, já lavou pois que foi posta ontem.
Levanto âncora, contrariada e aprochego-me da dita e...
Espanto-me. Não tinha ligado a máquina e por suposto a roupa não tinha lavado. Ah, pois, estúpida doméstica, carrega no botão para ligar. Carreguei.
Deixo perfazer o tempo e irritada comigo mesma lá vou para tirar a roupa da máquina. Abro e a roupa está fria e seca. Boa máquina, pensei, tenho uma boa máquina.
Mas algo não bate certo. Fria, seca e sem cheiro a lavado!? Estranho.
Caramba, mulher da vida (doméstica), digo, pois se tu não rodaste o manípulo como queres a roupa cheirosa lavada e quente?
Troco esta por outra, alguém chega-se à frente? A cabeça. Não a máquina.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Há aquelas mulheres que pedem...

...para pintar os cabelos brancos quando chegam ao cabeleireiro eu, assim que chego à porta do cabeleireiro, já digo: deixar os brancos e pintar os pretos.
Se há quem goste de cabelos brancos sou eu. E dos meus então nem digo nada.
Acho que ao olhar para eles revejo a minha vida. Os momentos bons e os menos bons, as decisões que tomei, erradas ou não, as amarguras da profissão, as viagens, os filhos, os beijos trocados entre nós, a saudade da família, os anos que já vivi e a esperança de poder viver mais uma centena deles, enfim é um memorial, sim, os meus cabelos brancos trazem memórias, por isso quero mantê-los e não disfarçá-los com um banho de tinta que levam as minhas recordações.

Será que toda a gente viu e não disse nada?

Que vergonha eu passei e ninguém me disse nada. Atão não é que só quando cheguei a casa e ia tirar é que dei conta que tinha a braguilha das calças aberta?
E ninguém viu? Ou viram, riram, gozaram e não me alertaram? Andei toda a tarde assim, pelas ruas da cidade do Funchal, sentei-me com uma amiga num café, rimos pusemos a bilhardice em dia e eu escancarada. Bem que sentia frio, mas que querem?, pensei que era da temperatura, uns míseros dezanove graus (19°) às dezasseis horas.
E, amanhã se sair vou de burka para não me reconhecerem e não ouvir ao apontarem para mim: olha-aquela-d'ontem-que-andou-toda-a-tarde-com-a-braguilha-aberta-na-cidade.

Educação para os valores, há quem precise.

Sinceramente, deixar que uma criança deite abaixo e a arraste pela casa a árvore de natal é cena que a mim me faz saltar a brotoeja, e, se a cena fosse na minha casa...seria pior ao ver o sorrisinho dos pais por acharem uma gracinha a empreitada que o crianço fez era coisa para avançar um par de taponas. A eles, porque a criança, essa, se deita a árvore ao chão e leva-a para todo o sítio, arrastando-a é porque tem a aprovação dos progenitores. E a conivência.
E depois, depois é dizer que a sociedade não está preparada para a receber. Como?
Adoro as minhas Pulgas mas se uma houvesse com esta atitude, certamente, eu não me chamaria AvoGi.