Morrer com dignidade
Chamem-me retrógrada, cota, estúpida, sim, podem até me chamar de estúpida, mas programar a morte é algo que não entendo.
Dignifiquemos a vida...
Autanásia, desculpem, não entendo.
Dignifiquemos a vida...
Autanásia, desculpem, não entendo.
Não te chamo nada disso, porque respeito a vontade de cada um.
ResponderEliminarNa minha modesta opinião "programar a morte" não deixa de "Dignificar a vida" e entendo perfeitamente quem proceda assim. Entre ficar dependente e num sofrimento aterrador, optam por isso o que aceito perfeitamente.
Nós por cá já temos o "Testamento Vital" que nos dá a opção de querermos ou não que nos prolonguem a vida custe o que custar. entrando os "cuidados paliativo" (infelizmente ainda tão escassos que evitam tratamentos tão dolorosos e completamente desnecessários, certo? Sim, é diferente do que essa jovem assumiu e outros que já o fizeram.
O melhor seria como morreu o meu pai e o meu irmão João, ambos em minutos. Não sofreram e disso tenho a certeza absoluta e partiram como desejaram.
Pior do que isso é serem eliminados numa guerra como se tratassem de meras moscas, e contra isso não vejo movimentos capazes de travar esse horror praticado em nome de fanatismos absurdos!
Beijocas
Eu, Fatyly, tb já referi que sou contra fanatismos eztremismos e horrores. Neste caso de preparar a sua morte acho tb um extremismo, do género" não vivo como quero atão morro".
ResponderEliminarMorrer " de repente" como o teu pai e irmão foi bom para eles e mau para a familia.
Acho que da forma como a eutanásia tem adeptos só dá razão à mulherzinha da europa que diz que "os velhos sao uns impecilhos e há que fazer alguma coisa." Lá virá o dia em que pssarao os familiares a poderem decidr a morte.
Kis :(