A partir de hoje...
A juntar ao medo de andar de avião está, agora, o pânico de aglomerados populacionais. É o olhar de esgueira para as pessoas, é o pavor a instalar-se entre os povos, é a insegurança que se vive nas grandes capitais...medo, acho que esta palavra agora faz sentido. Muito mesmo. Medo do mundo. Das pessoas. De todos. E de qualquer um que se atravesse no caminho.
Como a percebo... mas não podemos entrar por aí. Isso é deixá-los vencer.
ResponderEliminarEstou com o Miguel Esteves Cardoso - como é que nos podem pedir para não ter medo??
ResponderEliminarEm qualquer local, a qualquer hora, sem escolher vítimas, estes facínoras podem atacar e matar o mais possível.
Não ter medo??
Pelo contrário.
Ter medo é normalíssimo e estar alerta também.
Beijinhos, boa semana
Depois de ter passado o que passei como bem sabes, fujo de multidões, procissões e outros ões:) mas compreendo o que dizes. Pelo menos eu não entro por aí, cautelosa sim, sempre, mas o medo tolda-nos o movimento e pensamento e é o que pretendem e outros que já fizeram o mesmo no passado tinham o mesmo fim. Como tal, não, não vou por aí e devemos continuar em frente e de cara erguida.
ResponderEliminarBeijos e um bom dia
E é disso mesmo que eu tenho medo. Desse medo...
ResponderEliminarComo já passei por um mau bocado evito ajuntamentos, isso não quer dizer que não ande, por ex, de metro ou de avião ou por ruas cheias de gente.
ResponderEliminarTemos que reagir ao medo, embora tentando estar sempre atentos.
Bj.
D.