Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

A propósito de

A sério, minha gente, detesto dormir de meias.
Sim, sei que com este tempo virado a norte sabe bem umas meiinhas nos pés de gelo, sim, também sei que com pés frios ninguém consegue fechar os olhos, salvo seja, claro que os gatos também fazem a vez de meias eu sei, e os cachorros aquecem, sei disso, mas aqui, nesta mansão, cachorros e gatos dormem na rua.
E, como estava a dizer antes de me perder nos conformes, não durmo de meias por uma simples razão: não quero que o manda-chuva do céu se lembre que, em virtude de eu estar de meias estou preparada para bater as solas.
Sabem que os mortos é que vão de meias no caixão e, cada vez que alguém me fala em dormir com esse acessório sobe o arrepio pela espinha acima só de me lembrar defuntos e, olha, quingraçado!, hoje é o dia deles...
Por isso, nada de meias não quero criar expectativas lá no céu.
Manias, só manias...

5 comentários:

  1. Eu também detesto dormir de meias pelo mesmo motivo.

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  2. Eu também detesto dormir de meias pelo mesmo motivo.

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  3. Eu não durmo com meias mesmo no pino do inverno, mas também não durmo com sapatos. Não consigo.
    Manias.
    Kis:)
    D.

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  4. Também não durmo mesmo que esteja geladinha!bj

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