Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Comeu demasiado no Natal?

Recebi um email com este título, escusado será dizer que corri a abrir à procura da dica ideal para parar de comer no Natal.
Ora bem, em nenhum parágrafo encontrei a resposta à pergunta.
Por isso, nada de novo. Toca a enfardar enquanto se pode... E depois uns pulinhos, uns cortes, uma certa moderação, umas litradas d'água, prontes, e tudo vai ao sítio. Ou talvez não.
Mas no Natal não há quem resista à boa mesa. E come-se muito, mas a culpa  não é nossa, não senhor e não senhora, a culpa é dela. Ela é que é a culpada.
A tradição. Sim, cá por mim não comia tanto, mas é tradição, por isso...
E vocês meus darlingues e minhas darlingues também comeram muito para manter a tradição?
Ou assim-assim?....

sábado, 14 de janeiro de 2017

O varrer dos armários




Aqui, no meu rural, o Dia de Santo Amaro marca o fim das Festas, o dia em que se desmancha o pinheiro e se guarda todos os ornamentos do Natal.
Ontem e hoje é dia de varrer os armários ou seja, comer tudo o que restou do Natal. É o momento de guardar os frascos de licor.
Por esta época as pessoas reunem-se em casas de amigos para dar fim das iguarias da Festa.
Como manda a tradição, e eu sou rapariga de cumprir à risca, logo vou a casa de amigos para "varrer os armários".
Ora bem, aqui deixo umas quadras da época

Dá-nos licença de entrar
Ó minha rica vizinha
Queremos varrer os restos
Que sobraram da lapinha

Vamos varrer a lapinha
Deixai-nos entrar senhora
Trazemos connosco a pá
E também a vassoura

É o Santo Amaro
Que hoje aqui vem
Varrer dos armários
Os restos que tem.

Por isso meus e minhas darlingues hoje é dia de festejar o santo. O Santo Amaro.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Dia de folga

As Minhas Pulgas deram-me um dia de folga e aproveitei para as trocas de Natal.
Não sou apologia de trocar o que se oferece, costumo ficar com a prenda, mas quando já tenho, claro que troco, obviamente.

"Para a minha irmã", livro de leitura obrigatória para quem, como eu, adora um bom enredo. Mas já o tinha. Oferecido por alguém a quem muito estimo e que já não se encontra entre nós.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Acabou, ufa c'alívio

Estava deserta de ver o pinheiro desmontado e arrumado.
O Pai Natal descansa dentro da caixa ou, quiçá, foi de volta à sua terra-natal.
Adeus berloques da Festa, adeus época natalícia, adeus tudo o que se refere a Natal.
Tudo arrumado em caixinhas, caixotes, caixões...
Até pró ano, perdão até Dezembro porque "Natal é em Dezembro".

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

O segredo de uma noite bem passada?

Rir é a resposta. E foi isso que aconteceu. Uma excelente noite na companhia de excelentes amigos com comida para lá de boa, para não repetir excelente.
O encontro de velhas mas (excelentes) boas amizades onde só vale rir e reviver momentos passados em conjunto. E o relógio que não dá tréguas a lembrar que hoje é dia de trabalho, mas o companheirismo é mais forte e ficámos, esquecendo as horas e comemorando as Festas.
Uma noite excelente, caramba, não me ocorre outro adjectivo, com uma temperatura agradável e risos, muitos risos porque quando revivemos cenas antigas dá vontade de rir. Porque éramos (e somos) alegres e temos muito para reviver.
E já se marcou a próxima! Porque até o "Varrer dos Armários" é Natal.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

São onze

Para a passagem de ano estão esperados onze barcos na baía do Funchal. Na foto vêem-se oito, mas foi captada às três da tarde, de uma bela tarde, onde os milhares de turistas despem-se para receber os raios de sol.
E será novamente uma noite memorável.

E chegou o dia

Hoje é o último dia de 2015, daqui a nadinha os barcos na Pontinha anunciarão o início do novo ano.
Tanto sonho por realizar, tanta tarefa por fazer, mas não há tempo.
Eu, AvoGi, dona deste belisco, e as Minhas Pulgas desejamos um Ano Novo repleto de saúde, e que nunca nos falte um sorriso para alegrar os momentos em que estamos juntos.
Feliz Ano Novo. Que 2016 seja aquele, o desejado, o que nos vai trazer paz, amor compreensão e, acima de tudo, harmonia.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Hoje é a Noite da Conso(l)ada

E, porque o mê genro é um homem beirão fiel às suas raízes hoje é dia de bacalhau com couves, filhós, sonhos, fatias paridas, arroz doce... E porque madame (anterior projecto)-nora também é do Norte há que satisfazer todos os intervenientes nesta família.
É a Noite da Conso(l)ada e podem ter a certeza que (me) vou conso(l)ar com estas iguarias de Portugal Continental e manter a tradição de comer e cair pó lado.
E sei que vocês, pessoas da minha vida também vão conso(l)ar bem...
Por isso bom apetite e cuidado com a balança que está atrás da porta.

Mas anda tudo louco!

É na padaria, no talho, na charcutaria. É na rua, no parque e na via-rápida. É na casa do pai, da mãe e dos avós. É retoques aqui, ali e acolá nos arranjos de Natal. É a florista que neste dia devia usar os dedos dos pés já que os das mãos não chegam para a quantidade de pedidos de flores. É a menina que na confeitaria grita o número a seguir, é a pessoa distraída a desejar as Boas Festas, deixa passar a sua vez e depois reclama é...
Pois é! É Natal e todos têm pressa porque se esqueceram de deitar de molho o bacalhau.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Feliz Natal e que entre amor, amizade e compreensão

E pronto, tudo preparado para a Festa. UFA, já posso respirar.
A quem me visita regularmente e deixa um comentário receba um abraço tão apertado como um nó cheio de carinho e amizade. Aos que aqui chegam e logo saem sem deixar rasto, olhem, recebam um aperto de mão. Aos anónimos mal-encarados, maldosos deixo um...pronto, são festas, deixo um aperto no pescoço de tão apertado que ficam sem respirar.
A todos sem excepção votos de Boas Festas.
A foto que acompanha esta mensagem é uma colagem de algumas coisinhas que embelezam o meu humildade casebre.

Tudo pronto

Finalmente. Agora é esperar pelo Dia de Natal...
Tudo comprado, tudo embrulhado, sim, c' agora ninguém embrulha nada em loja nenhuma, calha que no super abasteci-me de papel, canão andava aqui a subir paredes por não ter uma grama.
Agora jazo prostrada no canapé sem forças para ir beber um licor de tangerina. E ele ali a olhar para mim. Ingrato!

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O que ainda falta!

Já estou cansada e o Natal ainda não chegou nem o Pai Natal, pese embora já tenha saído da Lapónia. Novamente ao supermercado ultimar as "coisas" para o Grande Cozido à Portuguesa na Primeira Oitava do Natal. E foram chouriços, farinheiras, alheias, mais as morcelas, os toucinhos, os bacons e presuntos. A carne de vaca e porco não foram esquecidas. Amanhã serão as couves, semilhas, batatas doces, pimpinelas e couves-flor sem esquecer as cenouras.
Ai Gode, esta cena do Natal é bué cansativa.
E, hoje, fiz a lapinha. Está em cima no cabeçalho.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Natal para mim...

Ali em baixo quando falei em comprar prendas para oferecer à família referia-me a mim. Eu compro, eu ofereço e recebo na mesma medida. Para mim Natal é isto mesmo. Ficaria tremendamente triste se na manhã de Natal não recebesse uma e se não desse nada aos meus filhos e, claro, ao mê senhor.
Natal é sinónimo de prendas, até os Reis Magos levaram uma para dar ao Menino. Natal é amor, confraternização. Por isso esta época tem um sabor diferente. Não acho que o Natal seja das crianças e só elas recebam prendas. Há muito que deixei de o ser e estimo tanto uma prenda como quando era criança. Fico triste quando filhos não oferecem aos pais, quiçá por não terem possibilidades, não sei ou, na pior ideia, não acharem necessário e vice-versa. Já vi velhotes a chorar por receberem uma mão cheia de nada no Natal.
Mas, esta sou eu...

domingo, 13 de dezembro de 2015

Agora sim, Dezembro é o mês da Festa

Aliás, Dezembro é o mês das festas. É o meu mês, aquele que escolhi para nascer. Podia era não ter sido uma semana antes do Dia de Natal. Agora é só andar para a frente, preparar a casa, e aguardar com serenidade que chegue o dia.
Mas, decididamente, Dezembro é o meu mês.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Aleluia, aleluia

Está pronta toda a decoração de Natal e já me apetece colocar aqui as belezas que eu fiz. Mas ainda falta uma coisinha assim, não é sempre? Agora sim, já desceu sobre mim o manto natalício.
Aleluia, louvemos ao Senhor que me deu forças para concluir esta empreitada.
A partir daqui já começo a desejar Meri Cristemas tu iú...Ho! Ho! Ho!

domingo, 6 de dezembro de 2015

Consegui

Ui, parecia que nunca mais acabava está treta de enfeitar a casa para a Festa. E depois, eu gosto de colocar um enfeite em todos os cantinhos.. Comecei com a ajuda das Pulgas e acabei sozinha. Deu-me uma febre alta, um febrão e ementes não acabei não descansei.
E foi o pinheiro, a lapinha, a lareira, e foi o corrimão da escada, a entrada, a saída, a casa de banho, pontes, eu sabia que iam franzir o sobrolho quando falei "casa de banho", mas que querem?, até lá tem um arranjo de natal e é tão agradável estar ali e olhar os berloques.
Mas finalizado o trabalho estou aqui empalamada e cansada c' as aduelas a ranger...

sábado, 5 de dezembro de 2015

Tenho um problema

Comprei um pinheiro numa loja chinesa e agora ele não me percebe. Pedi-lhe: "abre-te", não se abriu, disse-lhe então: "arma-te", continuou sem se mexer, "monta-te", "vais buscar as bolas, espiguilha e embeleza-te". Não há maneira de me entender!
Optei por dizer somente palavras: gambiarra, bolas, fitas, natal, azevinho...
Nada.
Eu não falo chinês, ele não fala português, e como foi comprado em Portugal podia pelo menos percebe as palavras da época. Mas deve ter chegado há pouco tempo.
Não nos vamos entender. Lá vou eu ter de montar, embelezar, iluminar em suma, fazer tudo sozinha...
Vai estar montado até ao Sant' Amaro, a ver se para o ano que vem ele percebe o que digo e invertemos os papéis: ele auto - monta-se e eu aprecio...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O mundo conspira para me deitar abaixo

Mas eu sou forte que nem um burro, mais teimosa que uma mula cambada.
Atão não é que já vejo tantas casas embelezadas com o pinheiro, tanto decoração, linda por sinal, em cima de mesas, e só me apetece dar chapada velha na minha cara!?
E perguntem-me porque razão estou com o diabo no corpo, perguntem?
Não, não é por causa dos preços das viagens, mas podia ser e isso ajudou a que eu ficasse mais possessa que o demo. Também não é por ter ido ao dentista e ficado de bico aberto e a engolir carradas de cuspo, mas até podia ter sido, é ...
Tenho de dizer tudo, não é? Seja, então.
Não tenho pinheiro. É isso. O outro que Deus o tenha já não funciona nem que eu passe o natal a montar galhos. O que eu peço é que dêem uma forcinha aqui à rapariga para levantar a cesta do sofá e dirigir-se à loja mais próxima comprar um raio d' um pinheiro.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Uma história no Natal ou talvez não

Sentada no café à espera que desse a hora para ir ao dentista aproxima-se um pobrezinho (como se diz por aqui) e, olhando para a mesa aponta para a bica que eu acabara de beber. "Pode me oferecer um cafezinho?", pergunta ele.
Claro que sim, disse-lhe. E fazia já menção de se sentar à mesa comigo. Alertei que já ia levantar-me por isso, não valia a pena sentar-se e que fosse comigo ao interior, ao balcão. Em chegando lá, a empregada ou dona, brasileira e com ares de antipática, olha de revés para ele, pois que entrara antes de mim. Disse-lhe logo: "ele está comigo."
Eu sei que o alerta está lá prevenindo que não deve permanecer quando aparentar estar alcoolizado, só que poderia ter problemas mentais, não sei. Mas é Natal, e isso desculpa-se e apela-se à solidariedade.
Serviu-lhe o café, mas de grosso modo sempre com uma antipatia extrema. Fiquei ao seu lado até beber e certificar-me que não ia permanecer dentro do estabelecimento, também porque não queria que uma vez lá dentro mudasse de ideias e pedisse um copo de vinho.
Pronto, podia ser uma história de Natal, mas não, é somente um acto de boa-vontade nesta quadra.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Decididamente Dezembro é o meu mês

Ora, eu sou mulher para amar este mês sobre tudo e defendê-lo com o peito. É o mês das Festas, da lapinha, do pinheiro. É o mês dos cheiros da tangerina, do bolo de mel e dos pickles. É o mês das prendas, das (des)arrumações. É Natal, caramba, só isso deixa uma rapariga de sorriso à banda! Mas, acima de tudo é o meu mês. Como não adorar Dezembro?!
Sou Dezembrina e Sagitariana, uorelse?
Que comece a contagem decrescente...