Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Natal para mim...

Ali em baixo quando falei em comprar prendas para oferecer à família referia-me a mim. Eu compro, eu ofereço e recebo na mesma medida. Para mim Natal é isto mesmo. Ficaria tremendamente triste se na manhã de Natal não recebesse uma e se não desse nada aos meus filhos e, claro, ao mê senhor.
Natal é sinónimo de prendas, até os Reis Magos levaram uma para dar ao Menino. Natal é amor, confraternização. Por isso esta época tem um sabor diferente. Não acho que o Natal seja das crianças e só elas recebam prendas. Há muito que deixei de o ser e estimo tanto uma prenda como quando era criança. Fico triste quando filhos não oferecem aos pais, quiçá por não terem possibilidades, não sei ou, na pior ideia, não acharem necessário e vice-versa. Já vi velhotes a chorar por receberem uma mão cheia de nada no Natal.
Mas, esta sou eu...

5 comentários:

  1. AvoGi, permita-me que discorde de que "Natal é sinónimo de prendas", se o significado do Natal for esse estamos no mau caminho. No dia em que o Natal for no sentido de estar só com a família, só porque sim, só pelo convívio, pelas conversas, pelo partilhar o ano em forma de dias, aí a coisa é capaz de se dar. Este dar que acabei de escrever nada tem de material. É mais um dar no sentido certo. O outro dar em forma de objectos pode acontecer durante o restante ano, aliás, acaba por ter mais sentido oferecer algo a alguém sem que esse alguém esteja à espera. É genuíno.

    O Natal são realmente as crianças e os presentes para as crianças, porque as crianças ainda não apreenderam o verdadeiro sentido do Natal, ainda estão na idade do Pai Natal, da inocência, é deixar durar sempre mais um bocadinho, entretanto acontece a idade adulta, a idade em que o Pai Natal deixa de existir e o grande presente é ainda ter a família, se possível, unida. Se possível ainda todos vivos. Quando perdemos alguém definitivamente percebemos que essa é, sem dúvida, a maior dádiva.

    Tenha uma boa noite e, já agora, um bom Natal :)

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    1. Maria, obrigada pelo testemunho, mas eu acredito no Pai Natal,ainda. Eu acredito naquele Pai Natal bondoso, no seu espírito de solidariedade no seu desejo de satisfazer todas as crianças. Acredito num Pai Natal que quer o Bem, a Harmonia, A Partilha. Acredito e acreditarei sempre no Pai Natal como acredito que existe um Ser mais acima de nós que nos guia. Maria, quando eu deixar de acreditar no PaiNatal é quando parar de acreditar num mundo melhor onde todos vivam em perfeita harmonia. Quando eu deixar de acreditar no Pai Natal desta forma como acredito é sinal que parti.
      Kis :=)

      Feliz Natal para si,Maria

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  2. Olá AvoGi,
    Eu também acredito nesse barbudo, simpático, bondoso...
    Mas a vida é madrasta e já há 2 anos que as prendas, as partilhas, etc ficaram no saco do barbudinho! Só o meu filhote teve direito a um pijama... este ano nem isso. É a vida de uma funcionaria publica, de meia tijela, e de um desempregado já sem subsidio de desemprego. Tenho esperança que as coisa em 2016 vão melhorar, porque pior não pode ser. Eu acredito no Natal, no Pai Natal e sobretudo no espirito natalicio mas fica complicado quando não há €, não solidariedade familiar, enfim foi um desabafo, e por isso peço imensa desculpa.
    Boas festas e bjs para as pulgas e restante familia.

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  3. Falo da minha situação, da minha família e da minha relidade. Só oferecemos presentes às crianças. Como temos alguns membros da família desempregados optamos por fazer assim. Claro, há alguns anos atrás como podíamos trocávamos presentes entre os adultos também, fazíamos o amigo secreto. Era tão divertido... esperaremos por dias melhores.

    Sandra / Funchal

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