Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Tesos e forretas

Estava um bêbedo à porta da padaria com uma moeda de cinquenta cêntimos na mão. Falava mas ninguém lhe dava ouvidos. Mas que aspecto ele tinha! Sem dentes e com um cheiro que demonstrava que a água tinha passado ao lado. Também não choveu...
Esticava a mão a cada pessoa que passava. Ninguém lhe dava ouvidos!
Eu não percebi nada do que ele dizia quiçá por causa dos dentes ou da falta deles.
- Forretas. Não têm dinheiro. Andam todos tesos. Forretas. Vão....E continuava a frase com impropérios.
De repente irrompe pela padaria dentro a aborrecer quem lá estava. Mas sempre com a mão esticada mostrando os cinquenta cêntimos. Veio uma funcionária, nada meiga, agarra pelo bracinho dele e porta fora, mas com tanta força que o pobre do coitado do bêbedo tropeçava a cada passo.
Afinal o hôme só queria trocar os 50 cêntimos. As aparências iludem...

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Ao fim de semana pratico yoga

Nada melhor que aproveitar um belo sábado para juntar a turma dos "amantes do vinho", e praticar yoga. A ver quem aguenta.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

domingo, 14 de dezembro de 2014

Na Festa mata-se o porco

Lido e pedido para trazer até ao meu humilde casebre e veio directamente de Macau, deste blogue: "Devaneios a Oriente". 

Passos Coelho e o motorista passeavam por uma estrada no Alentejo quando, subitamente, atropelaram um porco matando-o instantaneamente.
Passos Coelho disse então ao motorista que fosse até à quinta e explicasse o que tinha acontecido ao dono do animal.
Uma hora mais tarde, Passos Coelho vê o motorista a cambalear em direcção ao carro, com um charuto numa mão e uma garrafa de uísque na outra. 
A roupa estava toda amarrotada.
- O que é que aconteceu? - perguntou Passos Coelho.
O motorista respondeu:
- Bem, o dono da quinta deu-me vinho, a mulher cigarros e a boa da filha de 19 anos fez amor comigo apaixonadamente.
- Meu Deus! Mas o que é que lhes disseste? - perguntou Passos Coelho.

- Sou o motorista do Passos Coelho e acabo de matar o porco!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Eu também quero o outro

Quando o marido chega a casa a mulher, que atenta às novidades, diz-lhe que quer o Iphone 6. O marido olha para ela admirado e pergunta:
- E o outro?
- Ora o outro...O outro deu-me um tablet - responde alegremente.
Que sortuda. 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Para rir...

No pátio de uma penitenciária em Angola, a directora pega num megafone e anuncia:
- "Tenção cambadivagabundu, chega di moleza! Quero ocês tudo devassora na mão, limpandesse chiquero, que ocês mora.
Quero tudim tudim limpim! Modi qui, amanhã nóis vamo recebê o Presidente Cavacos Silva e os Primeiro Ministro Passos Coelho."
Um preso comenta então para o colega ao lado:
– TÉQUINFIM, PRENDERO OS FIDAPUTA!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Porque me ri...

...Aqui deixo a causa da risada.
Roubado, surripiado gentilmente e cuidadosamente do Facebook da Tukakubana. Uma "cubana" que reside no Porto Moniz- Madeira.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

No talho

- Boa-tarde, tem fígado de vitela?
- Não, mas tenho coração e bofe.
Olhem, fiquei estupidefacta, uma mistura de estúpida e estupefacta.
Ora, eu entro para comprar fígado, ia sair com coração e bofe?
E se ele me dissesse: não, mas tenho patas e cabeça de porco?
Eu diria: ai tem tem. Vejo daqui.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Fim de semana, pois então vamos rir um pouco

A família à mesa jantava. Todos falavam do seu dia. De repente a menina de onze anos diz entre soluços:
- Tenho uma má noticia. Não sou mais virgem. Sou uma vaca.

E chora compulsivamente com a cara entre as mãos visivelmente transtornada, tapando toda a vergonha que sentia.
De repente todos se culpam e se atacam mutuamente.

O pai diz para a mãe que a culpa é dela que não a repreendeu no momento certo.
A mãe vira-se para o pai e remete a culpa para ele por nunca estar em casa e ser ela a responsável pela educação dos filhos.
O pai vira-se para a filha mais velha de 19 anos e a ataca com palavras duras dizendo que é por estar com o namorado no sofá aos beijos...

Já ninguém ligava a menina, até que a mãe com as lágrimas nos olhos lhe pergunta:
- Diz-me filha, como foi isso acontecer???
Entre soluços a menina responde:
-A professora... a professora é que teve a culpa...Ela tirou-me da lapinha (presépio). Agora a Virgem é a Cátia Vanessa. Eu vou fazer de vaca.

Obrigada Nilce do blogue A vida de uma guerreira pela partilha.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Não vou falar de futrebol, agora vou mazé rir.

 A nossa língua é tramada.
Uma prova de como é susceptível de enganar até aqueles desejam passar a noite ...bem.

 A MALA. VOU A MARTE.

O marido, ao chegar a casa, no final da noite, diz à mulher que já estava deitada:
- Querida, eu quero amá-la.
A mulher, que estava dormindo, com a voz embolada, responde:
- A mala... ah...não sei onde está não! Usa a mochila que está no roupeiro do quarto de visitas.
- Não é isso querida, hoje vou amar-te.
- Por mim podes ir até Júpiter, Saturno e até à merda, desde que me deixes dormir em paz...

terça-feira, 8 de junho de 2010

Ai este tempo!

 Já que o dia está "enxombrado" (ensombrado), abetumado, calafetado e torna as pessoas carrancudas (algumas como eu, porque há quem goste de dias assim...)  vai uma piadinha para alegrar.

A definição pelo Dicionário Priberam do: capacete (tempo)
4. Açores Mad. Tempo quente e abafado, geralmente devido a nuvens baixas.

Atão o termo é mesmo ilhéu: madeirense e açoriano. 

quarta-feira, 24 de março de 2010

Tem falta de vista?


Roubei esta foto, mas a dona deu licença. Obrigada Dri.

Ora reparem bem. Vêem o "rabichol" (rabinho) da menina que está de costas?

Se realmente o vêem, aconselho a ir ao oftalmologista.

Eu já marquei consulta para mim.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Todos têm menos eu

Dois amigos conversavam.
Dizia um.
- Sabes, na minha aldeia todas as pessoas são conhecidas não pelos nomes, mas pelos apelidos (alcunhas). É a filha do "Cabeças", o marido da "Baixinha", o irmão do "Fura-Bolos", a prima do Zé do "Gabão", o filho do "Trinca-Espinhas". Até eu sou conhecido pelo "Patudo"...
- Engraçado! Também na minha aldeia todos têm apelido menos o meu tio - o Cambado.