Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Só quem vê é que entende!

Meus senhores (e minhas senhoras também) que falta de responsabilidade existe neste mundo redondo! Que falta de civismo, meu Deus! Mas anda tudo louco?!

Atão não é que alguém entra numa via rápida e bate em quem lá circula e arma-se em triste coitada?! Atão não é que para se armar em vítima diz que quem circulava é que tem de assumir a culpa!?
Onde já se viu entrar numa via-rápida, cruzar logo duas faixas arrastar quem lá circula até os rails de separação, encurralá-la e dizer que esta pessoa bateu atrás quando é o lado dianteiro que está amolgado!?
Haja civismo e responsabilidade...Admitir os erros custa, mas liberta a consciência!

sábado, 6 de fevereiro de 2016

A minha tia é que tinha razão

Há uns tempos tenho me lembrado da minha tia-velha que faleceu há quase cinco anos e que faz-me tanta falta.
Ela e o marido tinham um casamento à maneira antiga, ora o que é um casamento à maneira antiga, perguntam vocês meus amigos, e eu respondo com toda a sinceridade. É um casamento que prima pela longevidade, onde os intervenientes não se falam ou falam muito pouco. O meu tio era um homem reservado, de poucas falas, pouco comunicativo até mesmo para a mulher.
A minha tia dizia que se davam bem e eu, na brincadeira, dizia: "pudera, se vocês pouco ou nada falam!"
Hoje, acho que o segredo de um casamemto duradoiro não é a comunicação mas sim a falta dela. O silêncio. Quanto menos se falar um com o outro menos nos magoamos mutuamente.
Não sei se são as "minhas armonas", ou a falta delas, ou a entrada nos sessenta que me deixa nostálgica!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Um bem essencial à vida

Diz-se que a água é um bem essencial tal como o iogurte Mimosa (já agora não recebi nada por passar a publicidade), mas cá para mim os filhos são, sem dúvida, um bem essencial. Sim, claro, sem água não se vive, mas vive-se com sumo, café, aguardente ou outros líquidos, agora sem filhos ou longe deles ou ainda zangados com eles não sei quem sobrevive. E aqui lembro-me da minha mãe que viveu longe de mim!
Eu não, os meus filhos são um bem muito precioso para viver sem eles. Não há no mundo dinheiro que pague a presença de um filho.
Diferentes opiniões temos, que seria de nós se pensássemos de igual forma?, mas passar na rua por um filho e não lhe falar é de uma crueza sem igual. É o mesmo que deitar água a ferver...

sábado, 7 de novembro de 2015

Quem diz a verdade não merece castigo

E foi isso que aconteceu. Disse umas verdades e a coisa amainou. Farta, fartinha de gente a me ofender.
É inadmissível que uma catraia de trinta e muitos anos me trate como se fosse da sua laia. Caramba, se algum dia um dos meus filhos ofendesse uma pessoa da minha idade e sob a minha conivência. E que eu soubesse!
Abomino catraiada nova que se julga suprema-superior e desata a ofender quem nunca a ofendeu, principalmente. E que toma as dores alheias como sendo suas. Menina, vá ver se as galinhas têm ovo, se os cães têm carraças ou pulgas, cuide dos seus pais, e eduque-os, se calhar, também precisam.
Não se aguenta com tanta mal-criação!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Há 35 anos atrás era eu uma mocinha com vinte e quatro anos...

...quando pelas treze horas e dez minutos do dia dezassete de Abril tornei-me mãe.
Ah, vai ter o cabelo da mãe e os olhos do pai, diziam (porque o mê senhor tem uma cor de olhos invulgar e, bonitos, eu tinha cabelo louro).
Enganou a todos a peste da piquena. Nasceu com cabelo negro, como o pai e olhos castanhos como a mãe.
Hoje, celebra as suas trinta e cinco primaveras. A minha filha, a mãe das Minhas Pulgas.
Parabéns e nunca deixes de sorrir mesmo que a vida te atraiçoe.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Baseado numa história verídica

Era uma vez um casal com duas filhas lindas de morrer que no dia dezasseis de Abril de 2009, há seis anos atrás, na véspera de fazer 28 anos, enquanto a mãe das lindas meninas comia um iogurte encostada ao balcão da cozinha, o marido repara na sua linda barriga redonda, empinada que fazia lembrar a última gravidez, a da sua menina que completara um ano a 10 de Março. Pensando que ainda estava gorda devido à gravidez e porque a Páscoa tinha sido na semana anterior, era, ainda, umas gorduras acumuladas...sim, era isso, ainda estava gorda...
Porque gravidez não podia ser, não, pois que, amamentava a menina e, como fértil que era, prevenira-se com a pílula que a médica lhe havia recomendado.
Mesmo assim, uma dúvida assolava-lhe o espírito. Dirigiu-se à farmácia mais próxima, adquiriu um teste e correndo para casa mte-se na casa de banho a fim de dissipar as dúvidas que pairavam no seu espírito. Não, não pode ser, estou bem prevenida. Engano dele. Não acreditando no que via, vai à medica que recomenda uma eco.
Tem duas meninas, não é? Sim, responde a rapariga. Mas porque pergunta?
É que o rapaz nasce em Setembro.
O quê? Mas...?! Rapaz? Setembro? Estamos em Abril?! Grávida, eu? E a amamentação... A pílula... Não sabia....
Sim, o rapaz já tem dezoito semanas...Dezoito semanas? Como?! Eu nem estou preparada...
E, a dez de Setembro desse ano, no dia em que a Baixinha fez dezoito meses nasce o mê Gu-Gu.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Boa mãe ou má mulher?

Divino. Leiam, meus amores, mulheres da minha vida e mães de filhos pequenos. E lembrem-se: todas nós mulheres-mães passamos por esta fase. Só que vocês estão neste momento. Eu, e as mulheres da minha idade agora estamos no tempo de rever as emoções.
E só me lembrei da minha filha -mãe das Pulgas porque hoje foi um dia assim.
Todo o artigo aqui


"Estou a ficar louca! Estou a tentar fazer o jantar, eles não param de me chamar para pedir coisas e eles são três e eu sou só uma, e nem sequer consegui trocar a porcaria da lâmpada naquele candeeiro ridículo da casa de banho!
Foi assim que eu cumprimentei o meu marido, ontem, quando entrou em casa. Sem um sorriso. Obviamente sem um beijo, mas de qualquer forma eu nem sequer tinha tomado banho, por isso ele até aproveitou para fugir com o rabo à seringa.
Era eu no meu pior. E foi assim que ele foi recebido em casa. Com uns disparates sobre lâmpadas estúpidas e difíceis de colocar, e alguns palavrões. Talvez seja só uma fase. Talvez seja só o resultado dos primeiros anos dos filhos. Talvez um dia que consiga ler um livro, escrever, pensar, ir ao ginásio eu consiga ter energia suficiente para estar sempre bem-disposta quando o meu marido está em casa. Talvez eu consiga parar de andar aos gritos por causa da luz da casa de banho e consiga vestir uma roupa gira e sem nódoas, pelo menos de vez em quando. Nós merecemos os dois isso. Merecemos à séria."

terça-feira, 4 de março de 2014

Eu não mereço, ninguém merece

Toda a gente sabe o quanto eu gosto de ingerir calorias, toda a gente sabe o quanto eu sou doida por sonhos e malassadas, toda a gente sabe que eu não sou boa nos doces e tenho de esperar que alguém me ofereça. O que também toda a gente sabe é que no meu rural é esta a época de comer malassadas e sonhos por que é Carnaval.  O que nem toda a gente sabe é que a minha filha mandou-me uma fotografia duma bela duma taça cheia deles a convidar-me para lanchar e, como como ainda nem toda a gente sabe é que estou praqui a roer as unhas de inveja porque tenho um desejo de besuntar cada um deles no mel de cana, lamber os dedos e, se possível, passar a língua na taça cheia de sonhos e mel, tal é a vontade. (Estarei grávida sem saber? Não terei tomado as precauções? Desenganem-se. Estou mazé com um desejo, e sonho com eles).
Isso não se faz a uma mãe. Eu não mereço. Mereço sim comer os sonhos, e não sonhar com eles.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

E já lá vão trinta e três

Mais um ano para festejar e por favor digam: 33. Mais uma vez: 33.
Nem eu acredito que já fez trinta e três!...

Hoje, dia 17 de Abril, faz anos que nasceu aquela que futuramente daria o mote a este humilde casebre. A mãe das Pulgas.
Parabéns e muitas, mas mesmo muitas, felicidades e alegria.

33...33...33... custa-me a dizer...tenho de me convencer que a idade também avança para a malta mais nova e não é só um custo para os idosos.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

E hoje é dia de compras

Domingo é dia de arrastar malas e bagagens até ao "orioporto" e abalar que é como quem diz dar à bala até ao meu rural que as Pulgas já anseiam pela minha presença.
Ora, e por falar em Pulgas, nada como gastar uns, alguns euros (que uma pessoas continua a nadar em dinheiro) para não chegar de malas vazias (havia de ser o bom e o bonito!) e fui comprar umas roupitas que é tradição e um brinquedo que também é tradição, só faltam as gomas, os rebuçados, os chupa-chupas, as batatas fritas, e mais? Ah, os smarties, que se chego sem um adoçante para  a boca quebro a tradição.
Olarilha, se a mãe das Pulgas lê isto vou dançar o "bailhinho" ainda antes de chegar!

Fotografia: Circunvalação-Porto, num dia de chuva, 25 Setembro 2012 (captada com o telemóvel)

terça-feira, 17 de abril de 2012

E faz hoje 32 anos...

...Que eu fui mãe pela primeira vez. Ai, que medo eu tinha!
 Numa quarta aí pelas quatro da manhã rebentam as águas e eu a dormir. Mal-injusto! Dou uma cotovelada ao mê senhor que acorda em sobressalto. Tonto como uma barata fica a olhar para mim, e só depois chama a minha mãe e tia-velha. Uma chávena de chá de segurelha para adiantar as dores e facilitar o parto, e assim...parto para o hospital.
Saio de casa com uma mala, sem dores sem dilatação, assim como se fosse de férias. - Vamos dar uma volta antes de entrar no hospital - digo ao mê senhor. E assim fomos de carro andar às voltas na Avenida do Mar.

Sete horas da manhã entro pelo hospital adentro; nada de dores nada de dilatação. Subo ao quarto andar e oiço gritos:
- "Ai mê Dês!" dizia uma. "Valha-me Nossa Senhora!" dizia outra. "Virgem do Parto!" gritava alguém. "Senhora das Dores!".
 "Ai que isto promete! dizia eu entre dentes, muito admirada. E pensava: "mulheres parvas, não é preciso gritar tanto!"
Na cama, deitada, leio o meu livro. Nada de dores. Nada de dilatação. A barriga, essa, esvaziara. E passa o dia. Lentamente...

Anoitece. A noite demorada. Novo dia começa e começa a doer, "uora" se doía. Parto normal? Cesariana? Ouvia perguntarem uns aos outros. Espera-se mais um pouco - dizia o médico.
A cabeça aparecia ao mundo e voltava para dentro. E levou um tempo. Indecisa? Certamente.
Até que...decidiu. Ufa, que alivio! É uma menina. É uma menina. Gritavam as enfermeiras (que por sinal tinham sido minhas colegas de escola).

Desde as sete da manhã de quarta-feira que esperava pelo nascimento; só  nasceu na quinta-feira pelas treze horas e dez minutos. Tardou, demorou, mas nasceu. E hoje faz 32 anos.
Parabéns minha filha.

Fotografia: A minha filha, mãe das três Pulgas, no Domingo de Páscoa. 2012

domingo, 22 de janeiro de 2012

E eu sou o quê?


A minha filha, mãe das Pulgas, pergunta-me se elas podem ficar a noite de sábado cá em casa  a dormir. Respondo que sim e pergunto-lhe se vão jantar fora.
 - Não. Temos jantar em casa. Mas é só para adultos.
- E eu o que sou? - pergunto-lhe. - Não posso ir?
Ela ri-se.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

E já é Segunda-feira

E começo por desejar uma óptima semana de trabalho, se possível, com pouco trabalho.

E já que falo em trabalho, há pessoas que não cruzam os braços e arranjam sempre ocupação, uma forma de dar azo às ideias que afloram e porque se gosta de dar que fazer às mãos.

Por vezes, a criatividade fala mais alto e a profissão: Educação de Infância.

Todos nós sabemos que os educadores de infância  têm uma predisposição especial para trabalhar com as mãos e com as crianças.  
 Falo de um projecto da minha filha (a mãe das Pulgas).


"Uma ideia que estava a crescer há algum tempo é agora posta em prática. Passem a palavra, tragam os vossos petizes e os seus amigos. Serão momentos bem passados a brincar, a lanchar e a aprender." diz ela.

É um Workshop para crianças entre os 3 e os 7 anos. Uma forma lúdica de aprendizagem.

Por isso, deixo aqui a ideia e quem estiver interessado pode e deve pedir  informações: sabor_e_arte@sapo.pt.

sábado, 8 de outubro de 2011

Antes de desejar bom fim de semana...

...Respondo à Sílvia.
Perguntaste-me se o blogue da Quicas tinha sido removido. Também lhe perguntei quando, ao clicar na foto de perfil, não fui lá ter. Mas deixo-te aqui o linque.
Obrigada por seguires a aventura desta mãe de três, mulher de um, filha de dois.

domingo, 17 de abril de 2011

E já lá vão 31 anos que...

... Nasceu a minha filha. A que me deu as Pulgas. A que também é e foi uma Pulga.
31 anos? Por vezes até faço contas a ver se me enganei mas não. Como podia eu? Para começar não me posso esquecer as dores, ainda por cima ter de esperar que ela deitasse a cabeça de fora o que aconteceu trinta horas depois de ter-me feito sinal. E nasceu quando quis e como quis, abrindo caminho...


Foi a primeira neta. A desejada por todos.
E nessa altura não se adivinhava o sexo da criança. E começaram os prognósticos: "vai ser um rapaz" quiçá, a ideia do casalinho para começar."Vai ter os olhos do pai e o cabelo da mãe".
Bingo! Rapariga. Olhos da mãe, cabelo do pai.

Mas a festa... por que não há anos sem festa, sem soprar as velas, sem pedir um desejo...será Sábado. Por que a família quer-se reunida sempre em datas especiais e por isso esperamos pelo irmão.

PARABÉNS minha filha!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Tal filha tal pai ou tal filho tal mãe

a filha da avogi
 - Vou até lá acima... - disse o mê senhor - ver o que o trabalhador já fez. - Referindo-se ao homem que está a tratar a terra para a sementeira e lá acima é o terreno onde tenho a horta.- Aaaah, e levo o Gu-Gu.
Respondo eu - Vai depressa...antes que ele faça merdinha!
Gu-Gu rapazinho tento à conversa diz...- Cocó.

Boa, mê Gu-Gu pelo menos já sabes o significado de merdinha. E quem sai aos seus...

E fez-me lembrar a sua mãezinha, minha filha, que disse certa vez em que estávamos presos no transito e o mê senhor bufava e sai-lhe pelo boca fora: Esta merda não anda! 
E eu, mãe consciente e educada com uma filha que tinha  sempre as antenas no ar disse: Olha a pequena!
E ela a bater-me nas costas suavemente em jeito de "tá-descansada-mamã-que-eu-não-ouvi-nada" ou então "não-te-preocupes-que-não-sou-mal educada-como-o-papá" disse: "Agora que xou piquinina digo pucaria max quando for grande vou dizê merda como o papá" 

Os exemplos vêm de cima e são para se seguir e se o papá diz...tá dito.
No caso do Gu-gu ele, rapaz filho de sua mãe, também não diz merdinha, mas cocó. Não se pode dizer nada à frente da canalha, não é? As crianças são todas iguais mesmo as que agora têm 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90 anos.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Pai Natal adorava conhecer-te para pedir tanta coisas!

Carta escrita pela minha filha aos 9 anos para o Pai Natal.

Embora com esta idade já soubesse que o Pai Natal existia só no imaginário das crianças, mesmo assim traz-me a carta e manda-me deitar ao correio.
Pergunto-lhe:
- Sabes que o Pai Natal  não existe?!
- Sei sim. Mas posso enviar a carta?

Claro que enviou. Mas o Pai Natal devolveu à procedência por falta de verba para comprar TUDO o que era pedido.

Ainda hoje mostrei às Pulgas.
Está  guardada no relicário, junto a outras manifestações de carinho. E hoje porque andei a remexer no passado, encontrei.

E é tão bom reler!!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Dar umas abertas

Acabei de falar com a matriarca da Família Pulguedo - a minha filha-que se encontra no Porto Santo. Uma ilha pertença da Madeira. 
E diz-me ela que hoje deu umas abertas!!
Filha, não é coisa que não saibas. Porto Santo é assim. Abertas só mesmo de vez em quando.
"Olha-vê", tu toma cuidado!
É que quando tá muito aberto, queima. E dói.
Ai coitada da minha filha, sair da região para isso!   

"Dar umas abertas"-expressão do falar madeirense.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A menina dos brincos de cereja...

...É a Quicas, a minha filha. Fotos do dia do seu casamento. Provavelmente, um dos  dias mais felizes da sua vida.                                                                         
                                                                                                                                                                       E a Quicas é...                                                                                                           
A mãe das PULGAS


  

domingo, 18 de abril de 2010

Da festa

A minha filha fez 30 anos e para festejar esta data reunimos família e amigos. Houve surpresas, mas a surpresa das surpresas foi a presença do mano (o meu bisalho)* na festa de anos. Ela ficou "desarmada" "alcançada"(não esperava) quando o viu aqui em casa. As lágrimas que tenta reprimir(mas que feitiozinho ela tem de não querer manifestar os seus sentimentos, irra) saltaram dos olhos. Emocionou-se (a idade, a pré-velhice está a chegar). Mas não acabariam aqui as surpresas.
Ela que só queria uma "coisa pouca" (palavras dela) levou com um ror de gente. Não sei bem, mas perto de 50 contando com crianças.
Por fim a última surpresa: o vídeo que o marido e eu preparámos para presenteá-la (e ao resto do "maralhal") sobre a sua vida nestes trinta anos de existência.
Enfim a festa prolongou-se até de madrugada. Cá se comeu (tudo) se cantou (muito) e lá se espera a próxima.
Agora é sempre a abrir e os 30´s instalaram-se.
Para o ano há mais.
(*veio na sexta e foi hoje, domingo)