Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sábado, 2 de janeiro de 2016

Mas interessa?!

Estávamos na cama, eu entre as duas Pulgas mais velhas: eu a contar a história elas atentas ao romance e começo como todas as histórias começam...
"Era uma vez um princesa que vivia num palácio tão grande e com umas torres tão altas que ela demorava um ano a subir até elas."
Sou interrompida pela Baixinha, a de sete anos, espevitada como uma bimbi à moda antiga, que me diz que falta uma "coisinha".
O quê?, pergunto eu já à procura do detalhe que faltava.
"Não disseste se o ano era comum ou bissexto".

4 comentários:

Como? O que disse?
Não ouvi nada.
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