Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Divisão de bens

Na rua, enquanto passeávamos, as Pulgas - os meus três lindos netos, decidiam o que queriam ter, a modos que uma divisão de bens em vida, mesmo antes daqui da avó bater as botas ou seja, fechar os olhos para o mundo.
O mê Gugu dizia que o jipe era para ele. A Baixinha escolheu a casa, esta é esperta, a Maiveilha estava indecisa...
Eu, a um determinado momento disse que ainda estava viva e queria saber quem vai cuidar de mim quando fôr velhinha, de fralda, a precisar de ajuda para comer, alguém para me levar a passear na cadeira de rodas...
Nem acabei, Baixinha interrompe e disse logo:
- A mana- e apontava, de dedo bem espetado quase a tocar na irmã, para não haver dúvidas.

4 comentários:

  1. Não está com mas nem meio mas.
    Despachada como sempre , a tua baixinha.
    Adoro essa míuda.
    Um xi.
    D.

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