Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quinta-feira, 20 de abril de 2017

A vítima ou o assassino?

Depois de muito meditar sobre o assunto chego à conclusão que sou a favor da prisão perpétua.
Durante muitos anos achei que era uma violação dos direitos humanos, o facto de privar a liberdade, que é um direito consagrado, mas pergunto-me: porque há-de ter direitos um humano que renegou esse direito a alguém?
Crime, quanto a mim é devolver à sociedade um assassino. Crime é saber que esse um dia depois de cumprida a pena vai sair em liberdade, essa liberdade que ele tirou.
A prisão perpétua é um castigo do mais severo que há, mas é também um acto de misericórdia - não tirar a vida a alguém que a tirou.
Não há dor maior que acordar de manhã sabendo que não poderá ver a pessoa que um dia amou e que num outro a odiou o ponto de a matar. É o maior castigo que se prolongará por todo o tempo até morrer. Até se arrepender se se...

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, adoptada pela Assembleia-geral da Nações Unidas em Dezembro de 1948, reconhece a cada pessoa o direito à vida (artigo 3º) e afirma categoricamente que “Ninguém deverá ser submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes” (artigo 5º)

Quem: a vítima ou o assassino?

11 comentários:

  1. Quem tira a vida a outrem de livre e espontânea vontade. Devia era pagar com a mesma moeda. Prisão perpétua fica caro ao erário público!

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  2. Não entendo como é possível existirem tantas pessoas desumanas!

    r: Recomendo :)

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  3. A pena de morte ou da prisão perpétua não vão trazer de volta a vítima.
    E se for inocente?
    Podemos também tentar ver um outro lado, ser mãe de alguém que tira uma vida mas se arrepende, como seria, ver um filho, ou um irmão, vamos imaginar com 16 anos, preso para o resto da vida por um momento trágico e que não o definia?

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    1. Por haver a incerteza de que poderá ser inocente daí só ser a perpétua...
      Agora imagina como o será uma mãe nunca mais de a filha que foi morta? Essa mãe , a o assassino ainda poderá ir à prisão ver o filho a outra mãe, a da viItima só verá a campa da filha.
      Kis :=}

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  4. Infelizmente essas leis protegem exatamente os assassinos. Senão repare nas organizações que estão sempre a clamar sobre as más condições de vida dos presos.
    Um aabraço

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  5. A resposta à sua pergunta é simples - ambos.
    Como bem comenta a Gábi de que adianta encarcerar um desgraçado para o resto da vida?
    Só o puro castigo, a quase pena de Talião - olho por olho, dente por dente.
    Por formação, humana e profissional, sou frontalmente contrário às penas de morte e de prisão perpétua.
    Bjs, bfds

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  6. Eu acho que temos um sistema judicial com penas demasiado leves... Uma pessoa, mata, esfola, viola, n pessoas... e ao fim de 25 anos ou menos, está cá fora novamente. Não compreendo!
    Beijinhos

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  7. Bom e feliz fim de Semana
    Viva a Madeira e o Alberto João
    e um dilema é mesmo
    seja em que coração...~_```
    Beijinhos.

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  8. Uns 25 anos de prisão não é uma pena leve, mas com toda razão uma pena dura.
    Abraço

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  9. Se matou ... ou violou é castigo máximo com dureza na prisão!!! Bj

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  10. Também acho!...
    Não tenho contemplações... para com quem não teve contemplações, por outro alguém, e de ânimo leve, lhe deixou marcas para a vida... isto, no caso de lhe ter deixado com vida...
    Concordo em absoluto!...
    Beijinhos
    Ana

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