Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Bater com o carro do sogro é...

O meu filho trabalha de sol a sol (bem podia ter ido para professor, agora estava em relax).
Quem nos foi buscar ao aeroporto foi a sua namorada (projecto-nora).
Ao aterrarmos liguei para ela a dizer que estávamos em terra firme, que já nos podia ir buscar.
Diz-me ela:
- Tenho uma coisa grave para vos dizer....
- Hum.... diz... o que é? (pensei em tantas coisas num curto espaço de tempo).
Percebi que estava aflita e a chorar.
- Bati com o carro (o carro é nosso, ela é quem anda com ele pois o Aranha tem carro da empresa).
- Hã?
E contou que estava a sair da garagem e ao fazer a manobra bateu num carro estacionado.
- Ok. Depois falamos sobre isso, não te preocupes.
Imaginei que o carro estava todo amolgado.
Ao chegar perto de nós vinha inchada de chorar e a tremer. Agarrou-se a nós, pedindo desculpa.
Castigo: conduzir de volta à cidade, pois não o queria fazer.
Conclusão:
"bater com o meu carro ... grave"
"bater com o carro dos meus pais... muito grave"
"bater com o carro do meu namorado... gravíssimo"
"mas bater com o carro dos meus futuros sogros ..."

1 comentário:

  1. Coitada. Foi um azar pequenino, não é preciso chorar. Vão-se os aneis, ficam os dedos.
    Beijos.

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