Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Debaixo da mesa

A Pulga sempre que faz alguma coisa que não deve fazer (e ela tem consciência disso), esconde-se debaixo da mesa.
Ontem estava com a fita cola e a tesoura cortando papel, pondo a fita cola e afixando no interior da mesa.
Depois foi a vez da cola de baton e o papel. Cortava e colava bocadinhos debaixo das cadeiras.
Logo de seguida cortou umas peças de um jogo em mil bocados e espalhou-os debaixo da mesa.
No restaurante "roubou" um rebuçado (daqueles que vêm na chávena do café) e claro pôs-se debaixo da mesa a chupar.
Quando a irmã chora ela esconde-se debaixo da mesa e diz:
- Não fiz nada.
Santa neta!

2 comentários:

Como? O que disse?
Não ouvi nada.
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