Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Anda meio mundo a bater no outro meio. Professores e alunos...

Sempre que leio algo relacionado com docentes que batem em alunos dá-me um arrepio pela espinha acima.
Durante a minha vida profissional também levantei a mão os alunos não poderei dizer que nunca bati num - e que atire a primeira pedra aquele que nunca bateu ou ameaçou um aluno - mas a maior parte das vezes eram só ameaças, do tipo: vou-te dar dar um "pancume" (isto aos mais crescidos que já me conheciam), e não passava de ameaças...
Castigos, sim castigos: sem recreio, sem saídas da escola, sem participação nas festas, mas não saía daí; nada que se compare ao que se ouve, actualmente. Professores que racham a cabeça a alunos, professores que partem braços, mas a algum tempo a esta parte virou-se o bico ao prego e são agora os alunos que levantam a mão aos professores.

Mas digam-me lá uma coisa: onde está a assertividade? Onde está o diálogo, a compreensão? Será que é necessário se cair no campo da violência física, tanto da parte dos alunos como dos docentes?
Por este andar qualquer dia bate-se em alguém só por que sim. Apeteceu.

2 comentários:

  1. Andei eu pelo tema do ensino
    e não me ocorreu falar em castigo

    mas tive um comentário
    ajustado

    "Se o ensino não for libertário, o desejo do oprimido é tornar-se opressor"



    (andámos perdidos, isto é um reencontro provocado por uma inesperada "Mamã")

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