Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Bucho virado

O mê Gu-Gu - o rapazinho que a foto apresenta, andava semenos, emantado, melhor dizendo. Assim que vi aquele estrepela que não pára um instante sossegado, ali jogado num canto de cabeça deitada percebi que algo estava mal.
Ontem esteve num insuflável, deve ter dado tantas cambalhotas e trambolhões que virou o bucho. Atão, não há como munir-me de creme, antes era com azeite, mas está caro para isto, deitar o buzico na minha cama, de barriga para o ar e dar-lhe uma massagem a fim de endireitar o bucho. E não é que, agora, o estapilha do pequeno já corre e salta como nunca? E já se baloiça na rede? Daqui a pouco tem, novamente o bucho virado.
Mãos milagrosas, as minhas! E as minhas manias de endireitar o que está torto.

4 comentários:

  1. Ahhhh....não há como ler o teu blog para não esquecer essas expressões tao boas.
    bj
    xavelhinha

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