Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

terça-feira, 28 de julho de 2015

Vida difícil a minha e a de Moi-Même.

Ementes os netos piscinam, a avó - eu, coloco-me em posição de relax. Assim que esta criatura - eu, assento a cesta na rede, Moi-Même faz exactamente o mesmo. Esta diaba de empregada imita-me em tudo! Farta, fartinha dela!
A bicha que me ajuda nas lides domésticas, imigrante ilegal do Caribe, acha-se dona do espaço, quando me vê de perna esticada na rede, tungas, vai de descanso, exactamente para o mesmo sítio.  Diz ela que a vida é dura. E eu não sei?

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