Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Embrulhada (de estômago)

Isto de fazer noitada, por mais que me custe afirmar, vai pesando no corpo. E, usando o aforismo "quando a cabeça não tem juízo o corpo é que paga" cai que nem tordos hoje.
Depois de um prato de ameijoas para entrar, sem fazer conta da tábua de queijos e a poncha de tangerina para fazer a cama no estômago, depois um bacalhau no forno, acompanhado de vinho branco e salada "detox", pudim de maracujá, bolo, e depois...
Depois, foi o descalabro.
Poncha à Pescador e Regional feitas pelo mê Bisalho e, como sobrava sempre uma porção, mais poncha. De cada vez que se bebia, brindávamos à Vida, à Amizade, à Família e a qualquer coisa, o intuito era mesmo brindar.
Três da matina e a gente nisto sabendo que o Bisalho e Madame tinham o avião para apanhar logo pela fresca.
Férias e Verão algo que me embrulha o estômago.


3 comentários:

  1. Tu tem lá calma melher :))) isso passa

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  2. Como já sei que o corpo refila se eu abusar jogo à defesa.
    Beijinhos

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  3. Só de ler fiquei cheia e almoçada:):):): e fizeste-me sorrir.

    Beijocas e um bom dia

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