Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sábado, 28 de novembro de 2015

Acabou-se o azedume

Estou aliviada. Até vou gozar o fim de semana na sua plenitude. E venha o sol, o bom tempo, as saídas em grupo. É venham as amizades, cumplicidades e gargalhadas que o que eu vou levar quando partir é mesmo isto: o companheirismo, as alegrias, as risadas, as conversas em família e as noitadas. Ai, as noitadas! Essas é que me matam!
E ontem foi o pontapé de saída. Grande noite! E era SÓ uma ponchinha e mainadinha, mas acabámos a comer açorda às quatro da manhã.

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