Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Eu sabia que, um dia, isto ia acontecer

Gosto de café quente, bem quente, daquele que borbulha, ainda, na chávena, mas hoje, caramba, queimei a língua. Será praga? É que inveja de pessoas ressabiadas (ai, como adoro esta palavra!) é terrível e, infelizmente, andam por aqui a meter o bedelho, sempre.
Neste momento devem estar a reprimir o riso, o 45, o do gozo, claro, e a estremecer com os ombros devido ao esforço.
Li há dias que "o que é mau destroi-se sozinho" é essa a minha certeza. Vai-se auto-destruindo...lentamente.
Olarilha, esta língua quando queimada solta-se.

4 comentários:

  1. Oh, chamaram-te "ressabiada"? Deixa lá tb tenho no meu cantinho quem me chame..

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    1. Anónimo, quem não tem dê um passo em frente. Por aqui é dia sim dia não.
      Kis:>}

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