Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

domingo, 29 de novembro de 2015

Tanto quanto

Tanto quanto adoro dióspiros detesto domingos. O diospiro tem um sabor diferente, e só a pronúncia do seu nome deixa-me desejosa. O domingo é, precisamente, o oposto. Por mim riscava-os do calendário, principalmente aqueles domingos chochos, sem sol, em que até parece que o tempo está triste (quiçá, por ser domingo, na volta até pode ser).
E hoje é assim. Escuro, silencioso (não tenho Pulgas a falar, a saltar), amorfo.
Pensando bem vou tentar convencer-me que é sábado, porque mesmo sem Pulgas, o sábado é sempre bom.
Não, não há volta a dar, não deixa de ser amorfo, escuro, chocho.

3 comentários:

  1. ...isso soa-me mais a "nostalgia"!!!
    Um domingo sem "mofos" e bj amigo!

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  2. Aqui está imenso sol que aquece, mas à sombra é um gelo de lascar. Agora vou para a máquina de costura começar o que vou dar no Natal aos netos:)

    Beijocas

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