Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

E depois há os otários

Ontem um dia lindo de sol e, como as Pulgas tinham os capacetes para estrear, foi-se em modo "carro de ciganos a caminho da feira" sem ofensa, para Santa Cruz e, se não sabem onde é digo que é onde se encontra o "orioporto".
Atão três Pulgas, três bicicletas, três capacetes, três casacos, três pares de olhos e dois pares a cuidar, sim, que Pulgas não são carneiros por isso não andam atrás uma das outras e por isso tenho de pôr olhos tipo radar...
Parou-se o bólide no parque, pagou-se o "ero" para uma hora e beira-mar passear.
Ai que coisa boa é passear à beira-mar ouvindo o barulho dos aviões com o sol a bater na cara e as Pulgas a tirarem o casaco e a avó a carregar! Parecia um bengaleiro!
Sentados na esplanada nem demos pelo tempo a passar e passou tão rápido que ao chegar ao carro ementes mê senhor fazia o inverso de quando parou, ou seja mete bicicletas, mete capacetes...eu, rapariga dada a observar o redor vejo um papel na montra do carro. Ai, que este passeio saiu caro! Ai que o estapilha dos parcómetros pecou por excesso de zelo!
Resumindo: por dez minutos a mais o castigo é pagar como se estivesse lá o dia todo parado. Oito euros. Coisa pouca, caramba! Ainda sugeri deixar lá o carro parado até à meia noite...mas Santa Cruz não é, propriamente, ali ao virar da esquina.
Ainda disse aos pais das Pulgas que coisa e tal mas eles não tinham dinheiro à mão (brincadeirinha, oquei?).

1 comentário:

  1. Também 8 euros não é assim nada do outro mundo. Aqui é bem mais caro quando isso acontece.

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