Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

É já amanhã

E, hoje, só olho o céu. É que amanhã vou passar por lá. E depois é esta mania de tentar perceber o tempo, assim, a modos que a minha avó, pois como sabéis por vezes os aviões não aterram devido aos ventos cruzados. E, caramba, hoje está vento. Será que amanhã vai amainar?
Já começou o vai e vem...refiro-me a esta sensação de mal-estar devido ao medo (mentira. É pavor, é pânico) de estar suspensa, sentada e amarrada a uma cadeira.
Vamos dar as mãos e fazer a corrente de oração...a ver se o vento pára!

3 comentários:

Como? O que disse?
Não ouvi nada.
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